Na área da educação, Paraisópolis enfrenta déficits antigos na oferta de vagas, principalmente no Ensino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Essa falta de escolas compromete o direito à educação e dificulta a permanência dos estudantes, que muitas vezes precisam se deslocar para bairros vizinhos, enfrentando longos trajetos, gastos, insegurança e maior risco de evasão, especialmente entre crianças, jovens e trabalhadores.
Diante disso, é fundamental implantar novas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) no território, para atender a demanda existente, reduzir os deslocamentos e garantir o acesso à educação perto de casa, fortalecendo a relação entre escola, família e comunidade. Ao mesmo tempo, é urgente a criação de um Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA), considerando o grande número de jovens, adultos e idosos que não concluíram a educação básica e hoje encontram dificuldades para retomar os estudos.
Sugere-se a implantação de um equipamento híbrido que una educação e meio ambiente, como as chamadas escolas estufa, capazes de integrar práticas pedagógicas, educação ambiental, produção de alimentos, conforto térmico e espaços de convivência para a comunidade. A praça com usos ambientais e educativos ajudaria a reduzir as ilhas de calor, aumentar a permeabilidade do solo, incentivar a educação climática e fortalecer a relação entre escolas, território e sustentabilidade urbana, respondendo de forma mais direta às demandas socioambientais locais.
A população idosa de Paraisópolis enfrenta dificuldades relacionadas à mobilidade, às condições de moradia e ao acesso limitado a serviços de cuidado e convivência. Não há, nem está prevista, a existência de equipamentos específicos para a terceira idade, apesar de esse grupo representar uma parcela significativa da população local, o que agrava situações de vulnerabilidade, isolamento e perda de autonomia.
Nesse contexto, é fundamental retomar um Centro Dia para Idosos, oferecendo cuidados e acompanhamento durante o dia, sem afastamento do convívio familiar, especialmente para famílias que trabalham fora. De forma complementar, a implantação de Núcleos de Convivência para Idosos (NCI) é essencial para promover a socialização, o envelhecimento ativo e o fortalecimento dos vínculos comunitários.
Propõe-se que todas as intervenções e novos equipamentos previstos para Paraisópolis sejam acompanhados por um modelo de governança local, com participação direta dos moradores na gestão, operação e monitoramento das ações.
Para viabilizar essa governança, é fundamental a criação de programas de formação e capacitação profissional durante o período das obras, permitindo que moradores se qualifiquem técnica e profissionalmente para atuar na administração, manutenção e operação dos equipamentos implantados.
Essa estratégia amplia a eficiência e a sustentabilidade dos projetos, aumenta as chances de sucesso das intervenções e fortalece a economia local, reconhecendo que ninguém conhece melhor as necessidades, caminhos e demandas do território do que seus próprios moradores.
Fica clara a necessidade de implantar um CAPS Álcool e Drogas (CAPS AD) em Paraisópolis, diante do aumento de casos relacionados ao uso abusivo de substâncias, muitas vezes ligados à vulnerabilidade social, desemprego, violência e rompimento de vínculos familiares. O CAPS AD oferece um cuidado mais humanizado, próximo da comunidade e com equipe multiprofissional, evitando internações desnecessárias e apoiando a reinserção social.
De forma complementar, também é urgente a implantação de um CAPS Infantojuvenil (CAPS IJ), voltado ao atendimento de crianças e adolescentes com sofrimento psíquico intenso e em situações de risco. A criação desses equipamentos fortalece a Rede de Atenção Psicossocial, amplia o acesso ao cuidado perto de casa, reduz deslocamentos e estigmas, e articula ações com a atenção básica, a assistência social e a educação, fortalecendo a política de saúde mental no território.
Sugere-se a implantação de um Centro de Referência de Promoção da Igualdade Racial, com atendimento gratuito a pessoas vítimas de discriminação étnico-racial, contando com equipe multiprofissional formada por advogados/as, psicólogos/as e assistentes sociais, em articulação com organizações locais e o poder público.
A criação de um equipamento voltado aos direitos raciais e das mulheres em Paraisópolis seria um avanço importante, fortalecendo a proteção social e o combate à discriminação. O espaço pode oferecer acolhimento, orientação jurídica, grupos de apoio e atividades formativas sobre racismo, violência de gênero e inclusão, contribuindo para ampliar direitos, reduzir vulnerabilidades e fortalecer a cidadania na comunidade.
Destaca-se que o terreno antes indicado para a implantação de um Armazém Solidário tem um alto valor estratégico e simbólico para o território, sendo uma oportunidade rara de destinação para uso ambiental e educativo em uma área com pouca oferta de espaços livres e áreas verdes. Sua localização e tamanho o tornam especialmente adequados para a criação de uma área verde pública qualificada, com estrutura para receber eventos e atividades culturais, além de funcionar como espaço de descanso e ponto de parada para vans escolares e para os equipamentos de saúde e educação do entorno.
A casa Hans Broos nao esta dentro do perimetro da comunidade e nao tem relação sobre direta com beneficio para nosso territorio.
è uma afronta a nossa comunidade esse espaço, sendo que temos necessidades muito mais importantes na area da saude um exemplo Nucleo de Caps I J , nucleo de atendimento a autitas, entre tantas outras prioridade.
Paraisópolis não é autarquia, não deve seguir na anomia ou seja em estado de total desordem e ausência de normas sociais. Todo e qualquer investimento feito com verba publica e ou privada deve prever o consenso às normas, o cumprimento das leis para manter a segurança e coesão social, reafirmar normas, promover instituições publicas que fortaleçam a orientação sócio-ambiental, ética e integração social, fomentar a coesão e o respeito às leis vigentes e valores coletivos.
As leis vigentes nos Código Civil e Penal Brasileiros devem ser devidamente aplicadas e inspecionadas dentro da Paraisópolis, assim como são em seu entorno.
Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;
Estimular a criação orgânica de grupos de Vizinhaça Solidaria;
Criar áreas especificas para a coleta de lixo; fiscalizar e multar todo e qualquer despejo de entulho e lixo em áreas comuns, publicas e verdes que seguem ocorrendo diariamente de maneira ilegal;
Criação e execução de um programa de cidadania e educação sócio-ambiental para que os moradores da Paraisópolis adaptem-se à Nova Paraisopolis e ao convívio civilizado em zoneamento urbano, criando planos e metas conjuntos para a continua melhoria da segurança e do bem estar social de todos;
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Na área da educação, Paraisópolis enfrenta déficits antigos na oferta de vagas, principalmente no Ensino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Essa falta de escolas compromete o direito à educação e dificulta a permanência dos estudantes, que muitas vezes precisam se deslocar para bairros vizinhos, enfrentando longos trajetos, gastos, insegurança e maior risco de evasão, especialmente entre crianças, jovens e trabalhadores.
Diante disso, é fundamental implantar novas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) no território, para atender a demanda existente, reduzir os deslocamentos e garantir o acesso à educação perto de casa, fortalecendo a relação entre escola, família e comunidade. Ao mesmo tempo, é urgente a criação de um Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA), considerando o grande número de jovens, adultos e idosos que não concluíram a educação básica e hoje encontram dificuldades para retomar os estudos.
Sugere-se a implantação de um equipamento híbrido que una educação e meio ambiente, como as chamadas escolas estufa, capazes de integrar práticas pedagógicas, educação ambiental, produção de alimentos, conforto térmico e espaços de convivência para a comunidade. A praça com usos ambientais e educativos ajudaria a reduzir as ilhas de calor, aumentar a permeabilidade do solo, incentivar a educação climática e fortalecer a relação entre escolas, território e sustentabilidade urbana, respondendo de forma mais direta às demandas socioambientais locais.
A população idosa de Paraisópolis enfrenta dificuldades relacionadas à mobilidade, às condições de moradia e ao acesso limitado a serviços de cuidado e convivência. Não há, nem está prevista, a existência de equipamentos específicos para a terceira idade, apesar de esse grupo representar uma parcela significativa da população local, o que agrava situações de vulnerabilidade, isolamento e perda de autonomia.
Nesse contexto, é fundamental retomar um Centro Dia para Idosos, oferecendo cuidados e acompanhamento durante o dia, sem afastamento do convívio familiar, especialmente para famílias que trabalham fora. De forma complementar, a implantação de Núcleos de Convivência para Idosos (NCI) é essencial para promover a socialização, o envelhecimento ativo e o fortalecimento dos vínculos comunitários.
Propõe-se que todas as intervenções e novos equipamentos previstos para Paraisópolis sejam acompanhados por um modelo de governança local, com participação direta dos moradores na gestão, operação e monitoramento das ações.
Para viabilizar essa governança, é fundamental a criação de programas de formação e capacitação profissional durante o período das obras, permitindo que moradores se qualifiquem técnica e profissionalmente para atuar na administração, manutenção e operação dos equipamentos implantados.
Essa estratégia amplia a eficiência e a sustentabilidade dos projetos, aumenta as chances de sucesso das intervenções e fortalece a economia local, reconhecendo que ninguém conhece melhor as necessidades, caminhos e demandas do território do que seus próprios moradores.
Fica clara a necessidade de implantar um CAPS Álcool e Drogas (CAPS AD) em Paraisópolis, diante do aumento de casos relacionados ao uso abusivo de substâncias, muitas vezes ligados à vulnerabilidade social, desemprego, violência e rompimento de vínculos familiares. O CAPS AD oferece um cuidado mais humanizado, próximo da comunidade e com equipe multiprofissional, evitando internações desnecessárias e apoiando a reinserção social.
De forma complementar, também é urgente a implantação de um CAPS Infantojuvenil (CAPS IJ), voltado ao atendimento de crianças e adolescentes com sofrimento psíquico intenso e em situações de risco. A criação desses equipamentos fortalece a Rede de Atenção Psicossocial, amplia o acesso ao cuidado perto de casa, reduz deslocamentos e estigmas, e articula ações com a atenção básica, a assistência social e a educação, fortalecendo a política de saúde mental no território.
Sugere-se a implantação de um Centro de Referência de Promoção da Igualdade Racial, com atendimento gratuito a pessoas vítimas de discriminação étnico-racial, contando com equipe multiprofissional formada por advogados/as, psicólogos/as e assistentes sociais, em articulação com organizações locais e o poder público.
A criação de um equipamento voltado aos direitos raciais e das mulheres em Paraisópolis seria um avanço importante, fortalecendo a proteção social e o combate à discriminação. O espaço pode oferecer acolhimento, orientação jurídica, grupos de apoio e atividades formativas sobre racismo, violência de gênero e inclusão, contribuindo para ampliar direitos, reduzir vulnerabilidades e fortalecer a cidadania na comunidade.
Destaca-se que o terreno antes indicado para a implantação de um Armazém Solidário tem um alto valor estratégico e simbólico para o território, sendo uma oportunidade rara de destinação para uso ambiental e educativo em uma área com pouca oferta de espaços livres e áreas verdes. Sua localização e tamanho o tornam especialmente adequados para a criação de uma área verde pública qualificada, com estrutura para receber eventos e atividades culturais, além de funcionar como espaço de descanso e ponto de parada para vans escolares e para os equipamentos de saúde e educação do entorno.
A casa Hans Broos nao esta dentro do perimetro da comunidade e nao tem relação sobre direta com beneficio para nosso territorio.
è uma afronta a nossa comunidade esse espaço, sendo que temos necessidades muito mais importantes na area da saude um exemplo Nucleo de Caps I J , nucleo de atendimento a autitas, entre tantas outras prioridade.
Paraisópolis não é autarquia, não deve seguir na anomia ou seja em estado de total desordem e ausência de normas sociais. Todo e qualquer investimento feito com verba publica e ou privada deve prever o consenso às normas, o cumprimento das leis para manter a segurança e coesão social, reafirmar normas, promover instituições publicas que fortaleçam a orientação sócio-ambiental, ética e integração social, fomentar a coesão e o respeito às leis vigentes e valores coletivos.
As leis vigentes nos Código Civil e Penal Brasileiros devem ser devidamente aplicadas e inspecionadas dentro da Paraisópolis, assim como são em seu entorno.
Estipular zoneamento para comercio e que estes sejam devidamente fiscalizados obedecendo as leis em vigor, é inadmissível que comércios ilegais proliferem abusivamente e ilegalmente na Paraisópolis, afetando de maneira desleal os comerciantes legais no perímetro urbano região;
Estimular a criação orgânica de grupos de Vizinhaça Solidaria;
Criar áreas especificas para a coleta de lixo; fiscalizar e multar todo e qualquer despejo de entulho e lixo em áreas comuns, publicas e verdes que seguem ocorrendo diariamente de maneira ilegal;
Criação e execução de um programa de cidadania e educação sócio-ambiental para que os moradores da Paraisópolis adaptem-se à Nova Paraisopolis e ao convívio civilizado em zoneamento urbano, criando planos e metas conjuntos para a continua melhoria da segurança e do bem estar social de todos;