Para as OSCs interessadas em assumir esse modelo, os cuidados não são apenas administrativos, são políticos e pedagógicos:
• Prestação de contas clara e acessível de todos os recursos financeiros.
• Gestão verdadeiramente democrática e participativa em articulação com comunidade escolar e com a SME.
• Respeito integral ao currículo oficial e promoção de inclusão e equidade.
• Governança e critérios de transparência rigorosos, previstos em lei e em instrumentos legais de parceria.
• Avaliação contínua dos resultados educacionais e organizacionais, com avaliação e monitoramento constantes para cumprir as metas.
• Atenção ao tempo de Vigência da parceria: 5 (cinco) anos de parceria, não corresponde a um ciclo completo do ensino fundamental (1º ao 9º ano).
• Profissionais qualificados e capazes de dialogar com a rede e com as famílias.
As potencialidades de parcerias de sucesso entre OSCs e SME são exemplos de que novos modelos podem e devem ser experimentados.
A escola pública deve ser gerida, pensada e organizada por servidores públicos justamente para que os princípios constitucionais da impessoalidade, legalidade, eficiência, moralidade e publicidade sejam garantidos. Há muitos problemas na educação pública municipal, porém, nenhum deles será sanado mediante a concessão da gestão para instituições privadas.
O modelo de gestão baseado em OSC (Organizações da Sociedade Civil) desvirtua a essência da gestão democrática por muitos motivos, dentre os quais podemos citar: (1) a fragilização da figura do gestor que deixa de ser fiel exclusivamente à lei e à comunidade, expondo-o a pressões externas que, ainda que efetivada por poderosos, podem ter interesses particulares por trás de suas pressões, o que pode deixar o gestor fragilizado diante de sua comunidade pelo risco de, se não ceder às pressões externas, poder até mesmo ter sua posição ameaçada; e (2) o desvirtuamento da verba pública para o setor privado. Por esses dois motivos, bem como por outros já apontados por colegas em outras falas nesta consulta, me oponho a esse modelo.
Discordo desse modelo..Sabemos que essa não é a solução para melhoria da educação,mas sim investimento principalmente na estrutura.O dinheiro público não deve ser utilizado na iniciativa privada
Não concordo com esse modelo, pois temos pessoas capacitadas e trabalham com dedicação e exercem sua função com esmero, portanto não há necessidade de empregar dinheiro público para a iniciativa privada em uma área tão competente.
A educação não é mercadoria, portanto não deve ser entregue para a iniciativa privada que visa o lucro a qualquer custo e não vai pensar nas particularidades da comunidade escolar. A educação é obrigação do estado e não de empresários.
O modelo ja se mostra caro, a exemplo da EMEF Liceu. Nao existe no fundamental ausência de vagas que justifique conveniamento Ainda maos em prédios públicos novos
O modelo não considera que escolas novas tem um período inicial de construção de sua cultura escolar e envolvimento escola e comunidade. Nao considera bons exemplos e práticas da rede direta nos mais diversos distritos
Não há potencial nesse modelo de gestão. Será dinheiro público investido em iniciativa privada, quando há servidores habilitados e capacitados para desenvolver com êxito a gestão das unidades educacionais.
Discordo totalmente desse modelo. Haja vista o que vem ocorrendo com a Saúde, em que o paciente nunca consegue ser tratado pelo mesmo especialista. Não há continuidade. Imagina isso aplicado à Educação: professores novos a cada semestre? Como garantir qualidade dessa forma. Além disso, não se garante Educação de qualidade, sem a construção de uma rede social para garantir direitos aos estudantes e às suas famílias.
Discordo totalmente na utilização de dinheiro público para a iniciativa privada, a gestão deve ser realizada por servidores da carreira do magistério e por concurso público.
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Para as OSCs interessadas em assumir esse modelo, os cuidados não são apenas administrativos, são políticos e pedagógicos:
• Prestação de contas clara e acessível de todos os recursos financeiros.
• Gestão verdadeiramente democrática e participativa em articulação com comunidade escolar e com a SME.
• Respeito integral ao currículo oficial e promoção de inclusão e equidade.
• Governança e critérios de transparência rigorosos, previstos em lei e em instrumentos legais de parceria.
• Avaliação contínua dos resultados educacionais e organizacionais, com avaliação e monitoramento constantes para cumprir as metas.
• Atenção ao tempo de Vigência da parceria: 5 (cinco) anos de parceria, não corresponde a um ciclo completo do ensino fundamental (1º ao 9º ano).
• Profissionais qualificados e capazes de dialogar com a rede e com as famílias.
As potencialidades de parcerias de sucesso entre OSCs e SME são exemplos de que novos modelos podem e devem ser experimentados.
A escola pública deve ser gerida, pensada e organizada por servidores públicos justamente para que os princípios constitucionais da impessoalidade, legalidade, eficiência, moralidade e publicidade sejam garantidos. Há muitos problemas na educação pública municipal, porém, nenhum deles será sanado mediante a concessão da gestão para instituições privadas.
O modelo de gestão baseado em OSC (Organizações da Sociedade Civil) desvirtua a essência da gestão democrática por muitos motivos, dentre os quais podemos citar: (1) a fragilização da figura do gestor que deixa de ser fiel exclusivamente à lei e à comunidade, expondo-o a pressões externas que, ainda que efetivada por poderosos, podem ter interesses particulares por trás de suas pressões, o que pode deixar o gestor fragilizado diante de sua comunidade pelo risco de, se não ceder às pressões externas, poder até mesmo ter sua posição ameaçada; e (2) o desvirtuamento da verba pública para o setor privado. Por esses dois motivos, bem como por outros já apontados por colegas em outras falas nesta consulta, me oponho a esse modelo.
Discordo desse modelo..Sabemos que essa não é a solução para melhoria da educação,mas sim investimento principalmente na estrutura.O dinheiro público não deve ser utilizado na iniciativa privada
Não concordo com esse modelo, pois temos pessoas capacitadas e trabalham com dedicação e exercem sua função com esmero, portanto não há necessidade de empregar dinheiro público para a iniciativa privada em uma área tão competente.
A educação não é mercadoria, portanto não deve ser entregue para a iniciativa privada que visa o lucro a qualquer custo e não vai pensar nas particularidades da comunidade escolar. A educação é obrigação do estado e não de empresários.
O modelo ja se mostra caro, a exemplo da EMEF Liceu. Nao existe no fundamental ausência de vagas que justifique conveniamento Ainda maos em prédios públicos novos
O modelo não considera que escolas novas tem um período inicial de construção de sua cultura escolar e envolvimento escola e comunidade. Nao considera bons exemplos e práticas da rede direta nos mais diversos distritos
Não há potencial nesse modelo de gestão. Será dinheiro público investido em iniciativa privada, quando há servidores habilitados e capacitados para desenvolver com êxito a gestão das unidades educacionais.
Discordo totalmente desse modelo. Haja vista o que vem ocorrendo com a Saúde, em que o paciente nunca consegue ser tratado pelo mesmo especialista. Não há continuidade. Imagina isso aplicado à Educação: professores novos a cada semestre? Como garantir qualidade dessa forma. Além disso, não se garante Educação de qualidade, sem a construção de uma rede social para garantir direitos aos estudantes e às suas famílias.
Discordo totalmente na utilização de dinheiro público para a iniciativa privada, a gestão deve ser realizada por servidores da carreira do magistério e por concurso público.