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Há comentários ou sugestões para contribuir com o modelo?

Respostas abertas (724)


Fora do período de participação
  • Eliane Ferreira Batista

    Mais escolas e mais concursos públicos para acesso e ingresso! Esse é o caminho!

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    • Eliane Ferreira Batista

      A sugestão é NAO IMPLEMENTAR ESSE MODELO!!! SOMOS CONTRA! Respeitem os professores! Respeitem os alunos! Respeitem a comunidade!

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      • Fernando Antonio Peres

        O modelo proposto é uma falácia. Não há nenhum argumento que possa me convencer que o privado é melhor que o público. O que se pretende é uma ENEL da educação?

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        • Giovana S.

          Simplesmente não privatizar. Apenas reler todos os comentários que saberão todos os pontos que devem ser alterados.

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          • Vania Santos

            Enfraquecer a instituição de educação pública é inaceitável. Privatizar e terceirização a educação é inaceitável. Temos o direito de ter as escolas públicas sendo valorizadas, incentivadas e enriquecidas em suas estruturas, formação profissional e criação de novas unidades. É responsabilidade do governo municipal investir nos profissionais da rede, ofertando parcerias nas formações, na reestruturação das instituições e renovar a gestão para que a sociedade e todos que trabalham nas escolas caminhar juntos para a melhoria e avanço das aprendizagens das crianças e adolescentes.

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            • Juliana Cristina de Arruda

              Construir mais escolas, só assim iremos conseguir diminuir a quantidade de crianças por sala. Com um número menor os professores conseguem dar uma atenção mais individual e trabalhar as dificuldades pontuais de cada criança. Organizar melhor o São Paulo Integral, pois do jeito que está sendo implantado as crianças só ficam mais horas nas carteiras.

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              • Milton Euclides da Silva

                Como contribuição ao debate, é fundamental reafirmar que a melhoria da educação pública não passa pela transferência de sua gestão à iniciativa privada ou a organizações do terceiro setor, mas pelo fortalecimento do próprio Estado. Sugere-se que os esforços se concentrem no aumento do financiamento público, na valorização da carreira dos servidores da educação, na melhoria das condições de trabalho e na ampliação da gestão democrática nas escolas. Investimentos em formação continuada, infraestrutura adequada e políticas pedagógicas construídas com participação efetiva da comunidade escolar são caminhos mais consistentes e sustentáveis para garantir qualidade educacional, equidade e respeito ao direito constitucional à educação pública.

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                • Vania Santos

                  Além de não implantar este modelo, se faz necessário investir em novas unidades. Para evoluir nas aprendizagens, os profissionais precisam de melhorias em suas carreiras e nas estruturas de materiais para que possam desempenhar seu papel fundamental: ensinar. Somente com a valorização da educação e de quem trabalha nela, é que vamos ter educação de qualidade. Este modelo envolve dinheiro público que deve ser investido de acordo com o interesse da sociedade e dos educadores e educadoras que vivem dentro da escola e conhecem esse lugar de verdade e não de políticos, que distantes desta realidade sugerem idéias e projetos que diminuem quem trabalha na educação do município e enriquecem quem vê a educação como enriquecimento monetário.

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                  • Luciene S.Portella

                    Medidas que priorizam a terceirização e a transferência de responsabilidades para entidades privadas enfraquecem o papel do Estado, comprometem a continuidade e a qualidade dos serviços oferecidos à população e desconsideram a importância dos profissionais concursados, que garantem a memória institucional, a gestão democrática e o atendimento ao interesse público.

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                    • Ana Strohmenger

                      Minha sugestão é deixar a hipocrisia de lado tirando as diversas Leis existentes hoje do papel colocando-as em prática. Um bom exemplo disso é a Lei n° 14.681/2023 que instituiu a "Política de Bem-estar, Saúde e Qualidade de Vida mo Trabalho e Valorização dos Profissionais da Educação. O que vejo na prática é a precarização da saúde destes profissionais e a privatização do hospital HSPM que deveria justamente prestar atendimento a todos os servidores públicos da cidade de São Paulo. As políticas gestadas pelo atual administrador desta cidade visam apenas dilapidar todos os equipamentos públicos que têm por premissa atender à função social impressa na redação da Constituição Federal brasileira que tem o seu viés social garantido pela redação constituinte. Outro bom exemplo é o chamado Fundeb, cujos recursos também incluem repasse de recursos destinados à valorização dos profissionais da educação. Valorizar a educação é jamais permitir que policiais invadam os espaços escolares armados.

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