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08/05/2025 • • Lapa
A situação das árvores de São Paulo é calamitosa. Como podas de condução não são realizadas e os canteiros onde as árvores estão são, em grande parte, irregulares – completamente alheios ao Manual Técnico de Arborização Urbana da SVMA -, o que resulta é o aprodecimento do lenho das plantas, anelamento, comprometimento do desenvolvimento de suas raízes e, assim, a drástica redução da sua longevidade. Por conta disso, é comum avistar pelo bairro árvores mortas ou em péssimo estado fitossanitário, com grandes lesões caulinares, galhos rachados e desprovidos de folhas (além daqueles acometidos por plantas parasitas como barba-de-velho, que destróem as copas das árvores).
Como reflexo de décadas de tendências paisagísticas irresponsáveis e plantios não-fiscalizados, os quarteirões são dominados por espécies exóticas (algumas invasoras). Figueiras (F. benjamina e F. elastica), resedás (Lagerstroemia indica), sete-copas (Terminalia catappa), mangueiras (Mangifera indica), palmeiras seafórtias (A. cunninghamiana), dentre outras, ocupam espaços que deveriam ser de árvores nativas, as quais contribuiriam para a manutenção do equilíbrio ecológico do que décadas atrás era uma densa floresta de Mata Atlântica, o bioma mais biodiverso do mundo. Não apenas, são também frequentes árvores que, embora nativas, são impróprias para arborização urbana, a julgar pelo seu porte pequeno e madeira de baixa resistência, como as quaresmeiras e manacás-da-serra (Pleroma spp.).
1309. Criar centro de cadastro e centro de acolhimento de moradores de rua
29/04/2025 • • Aricanduva/Formosa/Carrão
CENTRO DE ACOLHIMENTO
existem 32 subprefeituras e vários pontos de concentração se moradores de rua pelo menos 28 subprefeituras.
e esses moradores são de diversas localidades, alguns até de fora do município, do estado.
VAMOS CRIAR um centro de cadastro e que cada morador de rua vá para um centro de acolhimento do seu local de moradia. a proposta é criar um centro de cadastro e um centro de acolhimento.
Instituto Surep
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06/05/2025 • • Lapa
Proposta para Implementação de Práticas Integrativas em Escolas Públicas
Objetivo:
Implementar algumas Práticas Integrativas e Complementares (PICs) nas escolas públicas da cidade de São Paulo, com foco na promoção da saúde emocional e no fortalecimento do bem-estar dos alunos, profissionais da educação que repercutirá nos familiares e na comunidade.
Todos os detalhes da proposta estão no anexo.
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05/05/2025 • • Ipiranga
LIXEIRAS - MUNÍCIPE
Cada residência precisa ter uma lixeira, do tamanho da sua quantidade de lixo, uma lixeira padrão residencial é suficiente porque cada residência terá a sua lixeira, aquelas residência que tem várias casas umas com 4 outras com 8, que essas tenham uma lixeira em cima da outra, duas lixeira ou uma lixeira maior. que as lixeiras sejam dobrável, abre um tempo antes do lixeiro passar e recolher fechar depois que o lixeiro passar.
Instituto Surep
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14/04/2025 • • Jabaquara
Recapeamento geral de várias ruas na Cidade Vargas:
- R. Amborés, final, esquina com a r. Itaguara, tem uma depressão no meio da rua e boca de lobo quebrada;
- R. Itaguara: asfalto esburacado e cimento formando calombos na rua;
- R. Itaiara: asfalto muito emendado e muitos buracos;
- Em torno da praça Cidade Comendador Vargas, tem buracos e depressão. Sinalização das ruas invisíveis;
- R. Cornélio Pires e r. José de Alcântara de paralelepípedo recapeado por cima, a camada se soltou em vários trechos formando buracos.
- R. General Manuel Vargas: asfalto deteriorado, muito irregular;
- Subida da av. Barro Branco: carros derrapam na subida, fazendo jus ao nome "barro".
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11/05/2025 • • Vila Prudente
Proponho criar uma multa para casas que dão festas ou fazem barulho após 23h de finais de semana e 22h de semana. Talvez alguém possa advertir uma vez e se persistir acontecendo os barulhos a casa ser multada e se tiver reincidência aumento na porcentagem da multa. Tem aumentado muito o número de pessoas que não se importam com o bem estar dos outros e fazem barulhos por toda a madrugada na região da Vila Prudente e Jardim Independência e reclamar se torna um risco à vida.
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24/04/2025 • • M'Boi Mirim
CÂMARAS DE SEGURANÇA (VIGILÂNCIA)
precisamos atrair mais passageiros para o transporte público coletivo. para isso precisamos reduzir o tempo de viagem do transporte e oferecer mais segurança.
essa proposta é colocar câmara de seguranças do smart sampa nos pontos de ônibus dos distritos ou integragradas ao smart sampa. aumentar o projeto abrigo amigo.
isso ajuda a melhorar a mobilidade urbana, mais pessoas no transporte coletivo menos pessoas nos carros, reduz a poluição, criando comunidades sustentável. diminuição da violência.
Instituto Surep
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08/05/2025 • • São Mateus
DIMINUIR TEMPO DE VIAGEM - TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO.
Criar uma forma de diminuir o tempo de viagem dos ônibus. como fazer isso?
1.) criar mais corredores de ônibus.
2.) melhorar as saídas dos terminais. (um transporte chega perder até 28 minutos pra sair de dentro do terminal)
3.) melhorar os SEMARAFOS mudar o tempo de acordo com o fluxo.
4.) Mudar o processo de passagem gratuita (muitos idosos, PCD, mães com crianças, perdemos muito tempo no transporte porque o transporte está vazio mas os idosos as mães com crianças ficam na frente) que seja feito um estudo para que todos desça pela porta dos fundos.
5.) toda empresa que coloque mais ônibus nas horas de pico no sentido do pico. na parte da manhã que o coletivo sai do terminal principal TP, e a tarde que o coletivo esse extra começe n9 TS terminal secundário.
Instituto Surep
1951. Construir obras na Galeria de Águas Pluviais para contenção de enchentes
06/05/2025 • • Pinheiros
Solicitamos obras urgêntes na Contenção/Reestruturação/Reforma da Galeria de Águas Pluviais do Córrego Verde Braço 2, trecho nas ruas: Cristiano Viana, Travessa Deocleciana de Oliveira e João Moura, provendo a contenção de enchentes que ultrapassam dois metros na Travessa Deocleciana de Oliveira. A configuração física do terreno nessas ruas (alto declive) as transforma em um grande piscinão, cada vez que acontecem as enchentes, trazendo inúmeros prejuízos como: danos estruturais aos imóveis adjacentes que nem sempre podem ser avaliados a olho nú, perdas de patrimônio pontuais: como automóveis, móveis e outros e os casos de saúde pública que afetam a todos que transitam pela área, inclusive o Hospital Sancta Maggiore (Rua Cristiano Viana, 890). Além dos gastos habituais com a manutenção e impostos (IPTU), os proprietários dos imóveis dessas ruas, somam os gastos continuados na proteçao de seus imóveis com impermeabilizações, barreiras físicas de contenção (comportas) e outros. O desempenho da galeria, desgastada pelo tempo e falta de manutenção, piorou ainda mais por sofrer alterações em seu trajeto por novas construções na área, com angulos que diminuem sua vazão. Todas essas barreiras e problemas, acrescidas do aumento no volume das chuvas, que se tornam cada vez mais imprevisíveis, amplia4m gradativamente o nível das águas na superfície, durante as enchentes, instaurando em todos, que aqui habitam ou trabalham, um grande e verdadeiro terror ao período de chuvas.
2020
06/05/2025 • • Mooca
PROPOSTA DE PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Capacitar pessoas ou grupos interessados em transformar espaços públicos, não utilizados, para a promoção de hortas comunitárias, para o fornecimento complementar de alimentação saudável para comunidade. Diversas organizações têm-se utilizado de áreas disponíveis utilizando-as para obtenção de renda e dignidade cidadã. As hortas se constituem em práticas exitosas com essa finalidade. A intenção é proporcionar às pessoas que se enquadrem em situação de vulnerabilidade e elas sejam capacitadas a elaborar uma horta, seguindo os princípios técnicos desde o plantio até a colheita.
1. Autoalimentação • 2. Educação Alimentar • 3. Insegurança Alimentar
O objetivo é capacitar indivíduos ou grupos interessados em transformar espaços públicos ociosos em hortas comunitárias, promovendo o acesso complementar a uma alimentação saudável para a população local.
As hortas comunitárias têm se consolidado como práticas exitosas ao permitirem que moradores de comunidades cultivem hortaliças, legumes e outros alimentos, destinando parte da produção ao próprio consumo e comercializando o excedente. Essa dinâmica fortalece a autonomia alimentar (auto alimentação), fomenta hábitos saudáveis por meio da educação alimentar e estimula o senso de pertencimento e cuidado com o espaço urbano.
Especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade contribuindo para a mitigar a insegurança alimentar de forma sustentável.
Investimento Estimado: <!--td {border: 1px solid #cccccc;}br {mso-data-placement:same-cell;}--> R$ 641.582,88
Autores: Oduvaldo Vendrametto, Luiz Antonio de Lima, Sirlei Rodrigues do Nascimento