Processo de consulta pública
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As chamadas potencialidades do modelo de parceria com a iniciativa privada ou com ONGs/OSCs costumam ser associadas à promessa de maior eficiência administrativa e melhoria de resultados educacionais. No entanto, tais aspectos não são inerentes ao modelo privatizante, mas poderiam ser plenamente alcançados por meio do fortalecimento da gestão pública, com financiamento adequado, valorização dos servidores e respeito à gestão democrática. Por outro lado, os desafios são estruturais e relevantes: enfraquecimento da carreira do servidor público, precarização das relações de trabalho, redução da autonomia pedagógica e progressiva desresponsabilização do Estado pela oferta da educação básica. Além disso, esse modelo tende a aprofundar desigualdades, ao tratar a educação como serviço e não como direito social. Assim, os riscos superam amplamente quaisquer ganhos aparentes, tornando o modelo inadequado para a garantia de uma educação pública, gratuita e de qualidade social.
Não concordo com a privatização. Precisamos de mais concursos público, tanto de professores como também de ATEs. Valorização de todos os profissionais da área de educação. Os professores serem mais ouvidos na questão dos matérias didáticos, melhoria nos espaços, não basta somente colocar o programa São Paulo Integral e não dar subsídios. Precisamos de salas equipadas, laboratórios e recursos. Cobram tanto do ciclo alfabetizador, comparam tanto com as escolas privadas, mas nas escolas privadas as crianças da educação infantil já saem alfabetizadas, bem diferente da nossa realidade que valorizamos o aprendizado através do brincar. Sem livros de alfabetização na educação infantil, sem lição de casa. Sem contar o número de crianças por sala. Absurdo um professor de primeiro ano conseguir alfabetizar 30 alunos, numa sala com inclusões, sem ajuda e sem estagiários. Dando conta de 5 disciplinas. Sem contar que muitos professores tem mestrado/ doutorado/ especializações.
Os desafios, contudo, revelam-se mais profundos e alarmantes, sobretudo diante do questionamento sobre as verdadeiras intenções de direcionar recursos públicos a instituições privadas, em vez de aplicá-los no aprimoramento do serviço já realizado pelos profissionais da educação da rede pública. Tal prática tende a enfraquecer a gestão democrática, desvalorizar os servidores concursados e colocar em risco a qualidade do ensino, ao favorecer interesses externos em detrimento do fortalecimento das estruturas públicas já existentes.
Não concordo com o modelo. Escola pública e gestão deve ter autonomia para gerir de forma democrática, considerando a realidade de cada região. É necessário investir na carreira pública, construir novas escolas e promover novos concursos.
Este modelo não deve ser considerado. A rede municipal de educação possui excelentes profissionais e seu currículo é rico e alinhado com.a BNCC. O que necessita ser feito é estruturar as escolas, ofertando espaços e ambientes adequados, tanto para os educadores e educadoras, como para os estudantes. Valorizar os profissionais da educação para que tenham autonomia em seus projetos e sejam incentivados pela Prefeitura.
O modelo não deve ser considerado! A escola pública e a gestão escolar devem ter autonomia para não ficarem reféns de políticos. A educação está em evolução e se não vai melhor é porque o governo não escuta o que os sindicatos pedem. Redução de estudantes por turma, condições melhores de trabalho, salários compatíveis e respeito ao servidores!
Este modelo não deve ser considerado. Recursos públicos paras escolas públicas. Escolas privadas com recursos privados sem envolvimento do estado.
Não vejo potencialidades neste modelo, já temos o triste exemplo das escolas terceirizadas na Educação Infantil. Apesar dessa gestão indireta ser "controlada" pelo estado, eles tem autonomia e flexibilidade para sucatear ainda mais a educação pública. Temos os exemplos das empresas de limpeza que atuam nas escolas, desrespeitam os direitos das crianças no fornecimento de materias e profissionais, porém, nada acontece porque foram contratadas através de uma licitação que é uma "mãe" para elas.
Vocês só podem estar de brincadeira com a nossa cara mesmo. Não é possível uma coisa dessas! Um absurdo desmedido. Que conversa de potencialidades e desafios, que balela é esse. Simplesmente uma proposta insana que nem deveria virar pauta quiça consulta pública. Surreal e ridículo. Totalmente contra esse devsneio.
O direito à educação é um direito humano universal, é também um dever do estado e da família. Não devemos relegar esse dever a privatização que tem único objetivo o lucro, seria contraditório para qualquer administração que se preocupa verdadeiramente com seus cidadãos.