Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Sandra Cantera

    Não apoio este tipo de iniciativa. Sou, radicalmente, contra passar o dinheiro dos meus impostos para a iniciativa privada. Estamos fartos de ver a incompetência de gestores privados que só visam lucros. Acredito no concurso público como forma de selecionar profissionais competentes para trabalhar acom crianças e jovens.

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    • Camila Paim

      Não vejo potencialidades neste tipo de gestão e sim de precarização da classe. Os prédios novos devem ser entregues aos profissionais concursados, para que tenham mais aparelhos municipais de referência para efetivar uma educação com qualidade. Infelizmente, vemos casos de OSC que não fazem o seu devido trabalho de prevenção, de reformas, de formação dos docentes, como no ano de 2023 na Freguesia, que o teto caiu do berçário mesmo tendo recebido verbas. Para onde foram estas verbas?

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      • Silvia Bernardes Ferreira  de Lara

        Sou contra a privatização! A excelência do modelo atual é investir em formação, na sistematização e melhoria do currículo, continuidade( com aportes maiores no PTRF) de investimento para que os funcionários possam desenvolver as potencialidades dos educandos com dignidade e em pé de igualdade com as unidades privadas. O que acontece até hoje é que tudo é escasso , professores desmotivados pelo sucateamento , falta de funcionários e mas condições de treabalho . Não é necessário privatizar e sim dar condições reais de trabalho as gestões e profissionais atuais.

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        • Marlenemess

          Não construir prédio privatizados , investir e reconstruir outros pra servidores e cidadãos terem oportunidade iguais a concursos públicos. Isso e qualidade, as escolas não precisam de gestores contratados e sim condições humanas .s

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          • Renata Abreu

            Educar de maneira inclusiva, democrática para o desenvolvimento da cidadania. Esse é o desafio! Quando a educação se torna produto, não pensa no processo formativo, mas em resultados mensuráveis, planilhas e índices que aparecem em grandes veículos de comunicação visando a liberação de verbas. Lucro, dinheiro, etc. Educação inclusiva olha para o ser humano, como diz a Constituição "a educação é direito de todos, e de cada um". Olhar para uma criança que tem limitações, é mesmo que não tenha competência para um bom desempenho em uma avaliação externa, podemos notar avanços na sua rotina, na conquista de autonomia! Isso empresa nenhuma que eu conheça tem esse olhar.

          • Luana casado

            É só olhar os modelos atuais de escolas privatizadas e as municipais. O modelo municipal é muito melhor que a privatizada… uma casinha usada pra atender crianças.

            • Gisele.silva

              Concordo com as colocações do colega André, ai dizer: Não vejo potencialidades neste modelo, já temos o triste exemplo das escolas terceirizadas na Educação Infantil. Apesar dessa gestão indireta ser "controlada" pelo estado, eles tem autonomia e flexibilidade para sucatear ainda mais a educação pública. Temos os exemplos das empresas de limpeza que atuam nas escolas, desrespeitam os direitos das crianças no fornecimento de materias e profissionais, porém, nada acontece porque foram contratadas através de uma licitação que é uma "mãe" para elas.

              Precisamos de servidores públicos atuando na garantia dos direitos dos bebês e crianças, independente de quem estiver no poder e de influência política. Garantindo gestão democrática e plena transparência no uso doa recursos públicos

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            • Luciana Figueira

              O principal potencial é a precarização ainda mais do ensino público, visando o lucro infinito de empresas privadas que não possuem nenhum compromisso com a educação libertadora. É muito fácil encabeçar um esquema sistemático de sucateamento da educação pública e depois justificar que é necessária a privatização pois a prefeitura não deu conta de gerir as escolas.

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              • Renata Abreu

                Educação pública, e de qualidade! É sobre isso que deveríamos falar. Não em privatizações que abrem portas para as grande s e pequenas corrupções, que já foi constatado na educação infantil e as notícias foram amplamente divulgadas. Educação pública e de qualidade, do povo para o povo. Da classe trabalhadora para a classe trabalhadora.

                • Ana Strohmenger

                  O modelo privatiza que melhora tão apregoado pelos governos de direita, na prática exaustivamente se revelaram um desastre e os que sofrem com isso é sempre a população e os menos favorecidos. Os governantes lucram e àqueles que dependem dos serviços públicos ficam a mercê de politicas eletistas que só visam destruir a unica via capaz de produzir e construir cidadãos críticos e reflexivos à toda forma de opressão e ataques à Constituição Federal, à gestão democrática que é exercida principalmente com a presença daqueles que estão no chão das escolas públicas com a presença dos pais e da comunidade escolar. Realizar esta consulta em plenas férias em que muitos estão viajando ou gozando de um merevido descanso só demonstra o desrespeito e o desprezo de wuem nunca pisou no chão de uma escola e que desconhece os projetos e os trabalhos pedagógicos realizados por todos os profissionais da rede de educação municipal. Por tudo isso digo: NÃO À PRIVATIZAÇÃO DAS GESTÕES DAS ESCOLAS.

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                • Luana Matias

                  Gestão escolar deve ser concursada, portanto não vejo potencialidades. Sobre desafios, professores desmotivados e possibilidade de assédio moral.

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                  • Laura Corrêa

                    O conhecimento da comunidade é seus desafios, o que esse modelo de gestão nunca conseguirá fazer.

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