Com a priorização dos carros em relação aos pedestres, o Largo acabou se tornando uma ilha, somente utilizada para passagem, pois a falta de sombra e equipamento urbano não convida o pedestre a ficar, nem mesmo para apreciar os prédios históricos ao redor. É necessário uma requalificação das calçadas da Praça do Ouvidor, Rua Cristóvão Colombo e Riachuelo. Além disso, diversos estabelecimentos comerciais do entorno poderiam se beneficiar dos projetos Ruas SP e Parklet, atraindo mais pessoas e aumentanto o fluxo de pessoas na região, afetando positivamente a segurança e a valorização dos espaços públicos
Do ponto de vista do pedestre, a integração do Largo de São Francisco poderia ser significativamente fortalecida por meio de intervenções que reforcem sua condição de espaço público contínuo e acolhedor. A qualificação dos pisos, a redução do protagonismo do automóvel, o tratamento unitário das calçadas e a introdução de elementos que incentivem a permanência — como mobiliário adequado, sombra, iluminação e usos ativos — tendem a ampliar a conexão física e simbólica entre o largo e seu entorno imediato.
Ao favorecer a permanência e a convivência, o largo pode deixar de ser apenas um espaço residual entre edifícios e vias e passar a atuar como verdadeiro articulador urbano, capaz de refletir sua relevância histórica, acadêmica e cultural na experiência cotidiana do pedestre.
Embora o Largo esteja inserido em uma área central consolidada e cercado por usos institucionais importantes, a integração com o entorno é prejudicada por descontinuidades nas calçadas e conflitos com o tráfego de veículos. O espaço funciona mais como área de passagem do que como um elemento estratégico do tecido urbano. Além disso, áreas presentes no entorno são utilizadas hoje em dia como estacionamento e canteiro de obras do calçadão, o que impede parte do direcionamento da visual do Largo por quem trafega por ali.
Atualmente no entorno do Largo há calçadas esburacadas e com desníveis. Esquina da rua Senador Feijó com Largo São Francisco é perigosa para pedestres, pois apesar da faixa de segurança, os veículos - incluindo ônibus - não dão preferência para os pedestres. Falta de árvores na região também tornam o caminhar menos agradável nos dias ensolarados e quentes.
Calçadas sem reparos, manutenção e zeladoria sempre atrasadas, poucas áreas verdes, pouca sinalização cultural e local, sensação de insegurança e hostilidade, prioridade para automóveis, pouca sombra, travessias difíceis, população em sofrimento e desatendida.
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site,
para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários.
Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site,
e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho,
de como são realizadas as navegações no site,
para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro.
Esses cookies podem ser desabilitados, e,
só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Necessários
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página.
Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Não Necessários
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site,
sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk.
Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização,
marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
Acho que deveria haver maior espaço verde, talvez um laguinho ou fonte. Creio que a estrutura para pedestres deixa a desejar.
Com a priorização dos carros em relação aos pedestres, o Largo acabou se tornando uma ilha, somente utilizada para passagem, pois a falta de sombra e equipamento urbano não convida o pedestre a ficar, nem mesmo para apreciar os prédios históricos ao redor. É necessário uma requalificação das calçadas da Praça do Ouvidor, Rua Cristóvão Colombo e Riachuelo. Além disso, diversos estabelecimentos comerciais do entorno poderiam se beneficiar dos projetos Ruas SP e Parklet, atraindo mais pessoas e aumentanto o fluxo de pessoas na região, afetando positivamente a segurança e a valorização dos espaços públicos
Do ponto de vista do pedestre, a integração do Largo de São Francisco poderia ser significativamente fortalecida por meio de intervenções que reforcem sua condição de espaço público contínuo e acolhedor. A qualificação dos pisos, a redução do protagonismo do automóvel, o tratamento unitário das calçadas e a introdução de elementos que incentivem a permanência — como mobiliário adequado, sombra, iluminação e usos ativos — tendem a ampliar a conexão física e simbólica entre o largo e seu entorno imediato.
Ao favorecer a permanência e a convivência, o largo pode deixar de ser apenas um espaço residual entre edifícios e vias e passar a atuar como verdadeiro articulador urbano, capaz de refletir sua relevância histórica, acadêmica e cultural na experiência cotidiana do pedestre.
Embora o Largo esteja inserido em uma área central consolidada e cercado por usos institucionais importantes, a integração com o entorno é prejudicada por descontinuidades nas calçadas e conflitos com o tráfego de veículos. O espaço funciona mais como área de passagem do que como um elemento estratégico do tecido urbano. Além disso, áreas presentes no entorno são utilizadas hoje em dia como estacionamento e canteiro de obras do calçadão, o que impede parte do direcionamento da visual do Largo por quem trafega por ali.
Atualmente no entorno do Largo há calçadas esburacadas e com desníveis. Esquina da rua Senador Feijó com Largo São Francisco é perigosa para pedestres, pois apesar da faixa de segurança, os veículos - incluindo ônibus - não dão preferência para os pedestres. Falta de árvores na região também tornam o caminhar menos agradável nos dias ensolarados e quentes.
Detalhando a resposta anteiror, o Largo atualmente é um espaço dos ônibus/automóveis, relegando os pedestres para último plano.
mais fácil caminhar do que utilizar transporte público ou privado na região
O Largo está impedido de ser utilizado
Não há espaço para permanência na região, desfrute do ambiente.
Calçadas sem reparos, manutenção e zeladoria sempre atrasadas, poucas áreas verdes, pouca sinalização cultural e local, sensação de insegurança e hostilidade, prioridade para automóveis, pouca sombra, travessias difíceis, população em sofrimento e desatendida.