O Largo hoje tem uma estrutura apenas de acomodação dos estudantes da FDUSP, trabalhadores/população geral que utilizam como passagem. A Praça do Ouvidor virou um grande bolsão de estacionamento, onde poderia ser um espaço de convivência e um espaço verde e dinâmico no centro.
Ali sempre foi um local bom para passear após almoço nos bons restaurantes que quase não temos agora, necessitamos de revitalização urgente. Sorveterias, lojas boas no entorno. Fins de semana há necessidade de mais cultura, lazer e ocupações dos espaços por algo mais saudável do que vemos hoje. É um local histórico que devemos colocar na rota turística. Com parceiros tudo pode mudar como está hoje a Casa de Francisca.
Quando existia a praia urbana era bem agradável gastar o horário do almoço por ali, agora com o espaço inativo devido ao canteiro de obras da Prefeitura é muito oneroso andar até a faixa de pedestres e dar o contorno todo para chegar na Rua São Bento ou até mesmo na Líbero, o ponto de ônibus centralizado ali no largo enche bastante nos horários de pico talvez acomaodar melhor um recuop para o ônibus organizaria melhor a circulação de pedestres e carro ali
Como no antigo texto disponível no material desta consulta: "experimente atravessar o Largo". O semáforo tem muito tempo de abertura para os carros e muito pouco para os pedestres, considerando a grande quantidade de idosos que passam pela região, em direção à Faculdade ou às Igrejas. Tomando a área ampliada, também é bastante complicada a travessia da rua Riachuelo e da Senador Feijó - esta nem tem semáforo. Recentemente, tem sido uma prática cada vez mais comum a presença de carros sobre as calçadas do Largo. Os calçadões, mesmo em reforma, estão com tráfego cada vez maior de carros, de todos os tipos, inclusive particulares. A naturalização dos carros no calçadão já descaracterizou o Boulevard São João e temo que se espalhe para os calçadões do triângulo. Por fim, é necessário comentar sobre os estacionamentos na região - Benjamim, Senador e Riachuelo. Cada vez mais, assumindo comércios que fecharam pós pandemia, cada vez mais desrespeitosos com os pedestres.
Observa-se a presença de edificações em seu entorno em avançado estado de deterioração, algumas inclusive invadidas. Considerando o valor histórico e simbólico, sugere-se a preservação das pedras portuguesas, que integram o patrimônio cultural da cidade e do país. A eventual requalificação do piso deve priorizar sua recuperação e manutenção, evitando substituição que vem ocorrendo no centro. O espaço atualmente carece do que Jane Jacobs definiu como “olhos da rua”: há baixa permanência de usos ativos no térreo. Essa condição contribui para a sensação de insegurança, agravada pela grande concentração de pessoas em situação de rua e usuários de drogas. A arquitetura dos edifícios existentes deve ser preservada e valorizada. Para novas intervenções, é fundamental estabelecer critérios de qualidade arquitetônica e urbanística. A promoção de projetos bem concebidos, com o que há de melhor na arquitetura contemporânea. As calçadas precisam de requalificação com passeios contínuos, seguros…
O largo não se relaciona, muitas pessoas passam ali na região e nem se quer sabe onde estão. Essa parte da cidade não é valorizada, e nem se relaciona com seus moradores. Gostaria de vê um centro historico, que se comunica mais com seus moradores e seus moradores que tenham uma relaçao com a cidade. A história não pode ser esquecida, a história tem que pulsar viva, pra cidade pulsar viva, junto aos seus moradores.
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A pista de rolagem dificulta integração do largo com o comércio e o calçadão.
A região está esvaziada e sem grandes pontos de atração, virou uma região apenas de passagem.
O Largo hoje tem uma estrutura apenas de acomodação dos estudantes da FDUSP, trabalhadores/população geral que utilizam como passagem. A Praça do Ouvidor virou um grande bolsão de estacionamento, onde poderia ser um espaço de convivência e um espaço verde e dinâmico no centro.
Ali sempre foi um local bom para passear após almoço nos bons restaurantes que quase não temos agora, necessitamos de revitalização urgente. Sorveterias, lojas boas no entorno. Fins de semana há necessidade de mais cultura, lazer e ocupações dos espaços por algo mais saudável do que vemos hoje. É um local histórico que devemos colocar na rota turística. Com parceiros tudo pode mudar como está hoje a Casa de Francisca.
Quando existia a praia urbana era bem agradável gastar o horário do almoço por ali, agora com o espaço inativo devido ao canteiro de obras da Prefeitura é muito oneroso andar até a faixa de pedestres e dar o contorno todo para chegar na Rua São Bento ou até mesmo na Líbero, o ponto de ônibus centralizado ali no largo enche bastante nos horários de pico talvez acomaodar melhor um recuop para o ônibus organizaria melhor a circulação de pedestres e carro ali
Apesar de melhora recente, frequentemente o semáforo de pedestres tem o tempo muito longo para a travessia. Além da falta de segurança do entorno.
Como no antigo texto disponível no material desta consulta: "experimente atravessar o Largo". O semáforo tem muito tempo de abertura para os carros e muito pouco para os pedestres, considerando a grande quantidade de idosos que passam pela região, em direção à Faculdade ou às Igrejas. Tomando a área ampliada, também é bastante complicada a travessia da rua Riachuelo e da Senador Feijó - esta nem tem semáforo. Recentemente, tem sido uma prática cada vez mais comum a presença de carros sobre as calçadas do Largo. Os calçadões, mesmo em reforma, estão com tráfego cada vez maior de carros, de todos os tipos, inclusive particulares. A naturalização dos carros no calçadão já descaracterizou o Boulevard São João e temo que se espalhe para os calçadões do triângulo. Por fim, é necessário comentar sobre os estacionamentos na região - Benjamim, Senador e Riachuelo. Cada vez mais, assumindo comércios que fecharam pós pandemia, cada vez mais desrespeitosos com os pedestres.
o estacionamento no largo dificulta muito a permanência no local, além da falta de atrativos para o pedestre
Observa-se a presença de edificações em seu entorno em avançado estado de deterioração, algumas inclusive invadidas. Considerando o valor histórico e simbólico, sugere-se a preservação das pedras portuguesas, que integram o patrimônio cultural da cidade e do país. A eventual requalificação do piso deve priorizar sua recuperação e manutenção, evitando substituição que vem ocorrendo no centro. O espaço atualmente carece do que Jane Jacobs definiu como “olhos da rua”: há baixa permanência de usos ativos no térreo. Essa condição contribui para a sensação de insegurança, agravada pela grande concentração de pessoas em situação de rua e usuários de drogas. A arquitetura dos edifícios existentes deve ser preservada e valorizada. Para novas intervenções, é fundamental estabelecer critérios de qualidade arquitetônica e urbanística. A promoção de projetos bem concebidos, com o que há de melhor na arquitetura contemporânea. As calçadas precisam de requalificação com passeios contínuos, seguros…
Concordo que o calçamento do centro histórico deve ser preservado, pois é patrimônio e marca da cidade.
O largo não se relaciona, muitas pessoas passam ali na região e nem se quer sabe onde estão. Essa parte da cidade não é valorizada, e nem se relaciona com seus moradores. Gostaria de vê um centro historico, que se comunica mais com seus moradores e seus moradores que tenham uma relaçao com a cidade. A história não pode ser esquecida, a história tem que pulsar viva, pra cidade pulsar viva, junto aos seus moradores.