É uma área bem grande, tem a praça, o início do calçadão com a rua São Bento, a outra rua que leva à Praça da Sé, é a calçada do largo São Francisco é enorme, foi reformada a pouco tempo com projeto do laboratório da FAUUSP e consulta exclusiva aos alunos da Faculdade de direito, não segue as diretrizes de acessibilidade nem de desenho universal, por ser tombado talvez tenha outra situação, não sei, mas não vejo integração com a praça, há uma rua que separa os dois, havia uma proposta para travessia em nível, não sei o que aconteceu. A praça aparentemente não tem projeto, se teve no passado não serve mais, tem um prédio escuro à direita com calçada, mas não há integração, em frente ao largo São Francisco é parada de muitas linhas de ônibus que fazem a separação final da calçada do largo com a praça
É importante que os edificios históricos (igreja e faculdade), sejam melhores integrados com a praça e comerio em seu entorno. Trazendo mais segurança e desenvolvimento nessa parte da cidade. Remover o estacionamento e criar uma área de convivencia e permanencia de pessoas é uma das iniciativas mais urgentes.
O tráfego intenso nos horários de pico, aliado à sinalização deficiente e à falta de integração entre os espaços, dificulta a mobilidade de pedestres e o acesso a outras dependências do próprio largo, como o restaurante universitário e a biblioteca. Trata-se de um espaço pensado quase exclusivamente para circulação, sem áreas de convivência ou permanência e sem infraestrutura adequada, inclusive no ponto de ônibus, que não oferece abrigo compatível com a alta demanda observada. A predominância de veículos no entorno compromete a qualidade do ar e intensifica a poluição sonora, agravada pela baixa presença de vegetação, pelo calor excessivo e pela inexistência de espaços de contemplação. Soma-se a isso a ocupação parcial por canteiros de obra e a ausência de integração efetiva entre os equipamentos e edifícios universitários, o que fragmenta o conjunto e dificulta sua fruição, resultando em núcleos isolados.
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São melhorias importantes, principalmente para a acessibilidade do pedestre
É uma área bem grande, tem a praça, o início do calçadão com a rua São Bento, a outra rua que leva à Praça da Sé, é a calçada do largo São Francisco é enorme, foi reformada a pouco tempo com projeto do laboratório da FAUUSP e consulta exclusiva aos alunos da Faculdade de direito, não segue as diretrizes de acessibilidade nem de desenho universal, por ser tombado talvez tenha outra situação, não sei, mas não vejo integração com a praça, há uma rua que separa os dois, havia uma proposta para travessia em nível, não sei o que aconteceu. A praça aparentemente não tem projeto, se teve no passado não serve mais, tem um prédio escuro à direita com calçada, mas não há integração, em frente ao largo São Francisco é parada de muitas linhas de ônibus que fazem a separação final da calçada do largo com a praça
O Largo é aberto, recebe sol, é claro, a Igreja de São Francisco nos leva a um outro tempo, gosto muito de passar por ali.
A praça e o calçadão em frente ao Largo passam por reforma interminável. Não é possível saber como ficará o conjunto após o término das obras.
O tráfego de carros e ônibus é intenso no Largo. É preciso alterar a lógica para a visão pedestre para desacelerar, dar
Os elementos que compõem o Largo, vegetação, bancos e passeio, não criam uma integração fisica e nem visual com a praça ouvidor.
É importante que os edificios históricos (igreja e faculdade), sejam melhores integrados com a praça e comerio em seu entorno. Trazendo mais segurança e desenvolvimento nessa parte da cidade. Remover o estacionamento e criar uma área de convivencia e permanencia de pessoas é uma das iniciativas mais urgentes.
Não vejo a hora de voltar a ter chafariz, bondinho, arborização completa, espaços de socialização, etc. Que iniciem o mais rápido que puderem.
O piso esta comprometido pelo desgaste e pelas obras na regíão, é como andar num canteiro de obras
O tráfego intenso nos horários de pico, aliado à sinalização deficiente e à falta de integração entre os espaços, dificulta a mobilidade de pedestres e o acesso a outras dependências do próprio largo, como o restaurante universitário e a biblioteca. Trata-se de um espaço pensado quase exclusivamente para circulação, sem áreas de convivência ou permanência e sem infraestrutura adequada, inclusive no ponto de ônibus, que não oferece abrigo compatível com a alta demanda observada. A predominância de veículos no entorno compromete a qualidade do ar e intensifica a poluição sonora, agravada pela baixa presença de vegetação, pelo calor excessivo e pela inexistência de espaços de contemplação. Soma-se a isso a ocupação parcial por canteiros de obra e a ausência de integração efetiva entre os equipamentos e edifícios universitários, o que fragmenta o conjunto e dificulta sua fruição, resultando em núcleos isolados.