A praça em frente ao largo está sempre fechada, dificultando a locomoção. Além disso, a travessia na rua Senador Feijó é extremamente complicada, uma vez que o semáforo não é visível (pois fica na Cristóvão Colombo), sendo necessários incontáveis minutos até que algum veículo decida parar e permitir a passagem do pedestre. O semáforo do largo, que dá acesso à FDUSP, fica raramente aberto para pedestres, o que também resulta em demora para atravessar.
O Largo hoje tem uma estrutura apenas de acomodação dos estudantes da FDUSP, trabalhadores/população geral que utilizam como passagem. A Praça do Ouvidor virou um grande bolsão de estacionamento, onde poderia ser um espaço de convivência e um espaço verde e dinâmico no centro.
Ali sempre foi um local bom para passear após almoço nos bons restaurantes que quase não temos agora, necessitamos de revitalização urgente. Sorveterias, lojas boas no entorno. Fins de semana há necessidade de mais cultura, lazer e ocupações dos espaços por algo mais saudável do que vemos hoje. É um local histórico que devemos colocar na rota turística. Com parceiros tudo pode mudar como está hoje a Casa de Francisca.
Quando existia a praia urbana era bem agradável gastar o horário do almoço por ali, agora com o espaço inativo devido ao canteiro de obras da Prefeitura é muito oneroso andar até a faixa de pedestres e dar o contorno todo para chegar na Rua São Bento ou até mesmo na Líbero, o ponto de ônibus centralizado ali no largo enche bastante nos horários de pico talvez acomaodar melhor um recuop para o ônibus organizaria melhor a circulação de pedestres e carro ali
Como no antigo texto disponível no material desta consulta: "experimente atravessar o Largo". O semáforo tem muito tempo de abertura para os carros e muito pouco para os pedestres, considerando a grande quantidade de idosos que passam pela região, em direção à Faculdade ou às Igrejas. Tomando a área ampliada, também é bastante complicada a travessia da rua Riachuelo e da Senador Feijó - esta nem tem semáforo. Recentemente, tem sido uma prática cada vez mais comum a presença de carros sobre as calçadas do Largo. Os calçadões, mesmo em reforma, estão com tráfego cada vez maior de carros, de todos os tipos, inclusive particulares. A naturalização dos carros no calçadão já descaracterizou o Boulevard São João e temo que se espalhe para os calçadões do triângulo. Por fim, é necessário comentar sobre os estacionamentos na região - Benjamim, Senador e Riachuelo. Cada vez mais, assumindo comércios que fecharam pós pandemia, cada vez mais desrespeitosos com os pedestres.
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Muitas obras no entorno e tráfego pesado
Travessia dificultosa em frente a faculdade de direito da USP, região em torno constantemente interditada por obras interminadas.
A praça em frente ao largo está sempre fechada, dificultando a locomoção. Além disso, a travessia na rua Senador Feijó é extremamente complicada, uma vez que o semáforo não é visível (pois fica na Cristóvão Colombo), sendo necessários incontáveis minutos até que algum veículo decida parar e permitir a passagem do pedestre. O semáforo do largo, que dá acesso à FDUSP, fica raramente aberto para pedestres, o que também resulta em demora para atravessar.
A pista de rolagem dificulta integração do largo com o comércio e o calçadão.
A região está esvaziada e sem grandes pontos de atração, virou uma região apenas de passagem.
O Largo hoje tem uma estrutura apenas de acomodação dos estudantes da FDUSP, trabalhadores/população geral que utilizam como passagem. A Praça do Ouvidor virou um grande bolsão de estacionamento, onde poderia ser um espaço de convivência e um espaço verde e dinâmico no centro.
Ali sempre foi um local bom para passear após almoço nos bons restaurantes que quase não temos agora, necessitamos de revitalização urgente. Sorveterias, lojas boas no entorno. Fins de semana há necessidade de mais cultura, lazer e ocupações dos espaços por algo mais saudável do que vemos hoje. É um local histórico que devemos colocar na rota turística. Com parceiros tudo pode mudar como está hoje a Casa de Francisca.
Quando existia a praia urbana era bem agradável gastar o horário do almoço por ali, agora com o espaço inativo devido ao canteiro de obras da Prefeitura é muito oneroso andar até a faixa de pedestres e dar o contorno todo para chegar na Rua São Bento ou até mesmo na Líbero, o ponto de ônibus centralizado ali no largo enche bastante nos horários de pico talvez acomaodar melhor um recuop para o ônibus organizaria melhor a circulação de pedestres e carro ali
Apesar de melhora recente, frequentemente o semáforo de pedestres tem o tempo muito longo para a travessia. Além da falta de segurança do entorno.
Como no antigo texto disponível no material desta consulta: "experimente atravessar o Largo". O semáforo tem muito tempo de abertura para os carros e muito pouco para os pedestres, considerando a grande quantidade de idosos que passam pela região, em direção à Faculdade ou às Igrejas. Tomando a área ampliada, também é bastante complicada a travessia da rua Riachuelo e da Senador Feijó - esta nem tem semáforo. Recentemente, tem sido uma prática cada vez mais comum a presença de carros sobre as calçadas do Largo. Os calçadões, mesmo em reforma, estão com tráfego cada vez maior de carros, de todos os tipos, inclusive particulares. A naturalização dos carros no calçadão já descaracterizou o Boulevard São João e temo que se espalhe para os calçadões do triângulo. Por fim, é necessário comentar sobre os estacionamentos na região - Benjamim, Senador e Riachuelo. Cada vez mais, assumindo comércios que fecharam pós pandemia, cada vez mais desrespeitosos com os pedestres.