Processo de consulta pública
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site, para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários. Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site, e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho, de como são realizadas as navegações no site, para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro. Esses cookies podem ser desabilitados, e, só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página. Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site, sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk. Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização, marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
O modelo de gestão privada apresenta mais riscos do que benefícios para a educação pública. Ele enfraquece o papel do Estado, prioriza a lógica de custos e resultados e pode comprometer a qualidade pedagógica, a gestão democrática e a valorização dos profissionais. Educação não deve ser tratada como serviço ou negócio.
A escola pública deve continuar pública e funcionando com o trabalho de servidores concursados para o atendimento à comunidade escolar. O modelo de terceirização não deve ser considerado, mas sim o aprimoramento contínuo da escola que temos com diálogo, ética, princípios de gestão democrática, considerando a laicidade e equidade além das concepções que envolvem a integralidade e especificidades das regiões e dos cidadãos de toda a nossa cidade.
As Osc entre outras ONG ou em outros formatos já se mostraram ineficientes no sistema educacional, haja vista o comprometimento dos profissionais envolvidos e alta demanda exigente numa SME, a que se pensar em viabilizar a capacitação efetiva dos profissionais da própria rede e revelar os diversos talentos já existentes com sua contribuições e trabalhos realizados que se mostraram eficazes implantados nas escolas da rede. Procurar fora o que existe com alta performance escondidos nas escolas é simplesmente escoar capacitados e onerar a prefeitura com sistemas que em alta demanda, como as organizações ditadas, se mostra limitada na constancia do serviço prestado e nos desafios que já se mostraram visíveis nos Ceus
Esse tipo de proposta desvaloriza a educação pública e os profissionais que já atuam na área, uma espécie de privatização dos serviços públicos, que tem impacto direto na valorização da escola, valorização da carreira do magistério e na qualidade do ensino (sucateamento das unidades, falta de.concursos públicos efetivos, exploração da classe trabalhadora, falta de transparência nas gestões) além de não tirar a gestão democrática das unidades ao lançar mão de dinheiro publico para organizações privadas. Um absurdo
Os desafios a serem considerados já tem dados bastante concretos da prefeitura. Nas grande maioria dos CEIS parceiros observamos sucameamento das unidades, problemas de infraestrutura, falta de transparência no uso dos recursos público, exploração das trabalhoras. Assim, ao privatizar as outras unidades observa-se com muita objetiva a transferência de recursos públicos para a iniciativa privada.
Deve-se respeitar a história da educação municipal que foi contruída com muita luta, forma e dignidade.
A valorização da escola pública como o espaço mais democrático da nossa sociedade, que deve atender a todas as crianças e adolescentes em idade estudantil, independentemente de suas características físicas, de suas condições sociais, de seus gêneros e de sua naturalidade.
O compromisso da escola pública para com sua comunidade deve ser dirigida com intenção genuína de fazer do serviço público um caminho para beneficiar as pessoas que necessitam desse serviço (educação gratuita) e fazer dele um verdadeiro meio de transformação social.
Para que esses desafios sejam enfrentados e superados, precisamos que a "gestão escolar" sejam genuinamente cumpridos, ela deve estar integralmente ligada ao fazer púbico e completamente desvinculada com qualquer ideal político que queira privatizar o que a escola pública tem de mais poderoso, que é o atendimento à sociedade através da educação.
A "gestão" escolar deve ser PÚBLICA E NÃO PRIVATIZADA!
Vou ser direta: tudo o que foi privatizado no serviço público em geral, diminuiu consideravelmente, a qualidade, a transparência das ações, dos investimentos, das tratativas com os trabalhadores e das condições e qualidade do trabalho. A educação enfrenta problemas levantados por seus servidores há anos, temos na ponta da língua o que nos impede de avançarmos, mas, não somos atendidos. E não digo da falta de valorização do nosso trabalho apenas, são questões diretamente relacionadas ao agir pedagógico, como diminuir o número de alunos na sala por exemplo, ou, rever as políticas de inclusão, dentre outras tantas. Os gestores não são ineficientes, lhes falta respaldo, escuta. Isso é desde sempre, privatizar é desistir de solucionar os problemas e terceirizá-los à outros que não pretendem solucioná-los também, só visam lucro. O foco deveria ser maior em fiscalizar o repasse de dinheiro público, os reais gastos e investimentos no setor, considerar as reivindicações do setor.
A experiência com Instituto Bacarelli que assumiu os CEUs novos tem sido péssima. A proposta inicial era para que o atendimento a comunidade deveria ser três vezes maior que os CEUs diretos atendem. A OSC está com cinco anos de atendimento e ainda não conseguiram atingir o nivél de excelência dos CEUs de gestão direta. Falta de material para as aulas esportivas, rotatividade muito grande dos profissionais, conservação de equipamentos e prédio é lastimável.
Então muito me preocupa se não vai acontecer o mesmo com as unidades escolare.
Todos, absolutamente todos. Não se deveria cogitar sequer a privatização da Educação. Todas as potencialidades e desafios vão por água abaixo, quando sabemos que o que prevalece no setor privado é o lucro acima de qualquer coisa. É absurdo pensar que o dinheiro público, dinheiro nosso, dos cidadãos que pagam seus impostos vai parar nas mãos do setor privado, seja lá em nome do que for. A solução de todos os problemas é sentar com as bases , nas escolas e levantar os problemas e desafios REAIS, sabendo que cada unidade escolar é singular...simples assim...
Embora se alegue eficiência e redução de custos, a privatização da educação pública traz mais riscos do que benefícios. Ela transforma um direito constitucional em serviço orientado pelo lucro, aumenta desigualdades, precariza o trabalho dos profissionais e reduz o controle social e a transparência. Além disso, tende a padronizar o ensino e enfraquecer a capacidade do poder público de gerir sua própria rede.
Os problemas da escola pública se resolvem com investimento, gestão pública qualificada e valorização dos profissionais — não com privatização.
Não há vantagem alguma neste modelo.
Não concordo
Será uma perda enorme para Educação Pública
A privatização do ensino médio municipal em São Paulo representa um risco à universalidade, à qualidade socialmente referenciada e ao caráter democrático da educação. Os supostos benefícios em eficiência não se sustentam quando se analisam os impactos sobre a desigualdade e a emancipação cidadã. O caminho deve ser o aprimoramento da escola pública, garantindo-a como um espaço comum de construção de conhecimento e cidadania.