Processo de consulta pública
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O modelo NÃO deve ser implantado!!!!
Escola Pública é para ser administrada por servidores públicos concursados com experiência !!!!
Perfeito
Este modelo não deve ser implantado! Os serviços públicos é que devem ser aperfeiçoados e não sucateados como é feito a anos. Isso só favorece os interesses do dono das conveniadas.
O reconhecimento do servidor público, como ponto chave para que a educação não vire mercadoria nas mãos de político mal intencionados. O dinheiro público deve ser respeitado, assim como o direito do cidadão a neutralidade educacional.
Na verdade, se levar em conta as opiniões aqui presentes, será verificado que não é da vontade popular que seja implantado nenhum "modelo de gestão " privada, isso só é bom para o atual governo e péssimo para a população.
Os cuidados devem residir no fortalecimento dos servidores públicos, tanto na questão remuneratória, quanto na questão de formação continuada., além de aplicação de recursos públicos para melhoria de infraestrutura. O modelo atual já traz bons frutos com projetos consolidados (inclusive esses frutos são propagados pela própria SME em seus canais.). Sendo assim, não faz sentido tornar um modelo que é exceção, a regra.
Primeiramente, gostaria de destacar que não deve ser implentado este tipo de modelo, todavia podemos elencar alguns pontos a serem observados muito de perto: O primeiro deles tratasse de não poderem participar parentes de políticos das aorganizações civis, digo parentes de todas os graus até mesmo amigos. Veja casos recentes com as emendas sem transparencia que culminou em asfaltar condominio com dinheiro público, ou seja, me preocupa a corrupção e as formas de burlar a legislação, rachadinhas, enfim pode virar a farra do boi. Outro ponto seria manter a mesmo estrutura que os serivores atuais tem para essas ongs, ou seja, o mesmo número de alunos, a rede de apoio como esta hoje, principalmente em escolas que não são vitrini para propaganda politica e estipular um prazo para dar resultados como a mesma estrutura que se tem hoje para verificar se é o modelo ou se não enfrenta de fato o problema como deve ser. Vale lembrar que sou contra essa proposta.
Privatização não é um caminho, por infringir direitos garantidos em lei.
É necessário um fortalecimento e mobilização da comunidade para uma participação efetiva, onde juntos, famílias, estudantes, gestão, professores e toda a equipe, busquem meios de atingir a qualidade social na educação.
Oferecer infraestrutura adequada e continuar a formação contínua dos profissionais da educação, além de valorização salarial.
Os "cuidados" a serem observados revelam, na verdade, que a privatização é um caminho perigoso. A alternativa viável e democrática é:
Fortalecer a gestão pública democrática, com participação efetiva de professores, funcionários, alunos e famílias.
Investir recursos públicos adequados na infraestrutura, na valorização salarial e na formação continuada dos profissionais.
Garantir a autonomia pedagógica vinculada à responsabilidade social e ao projeto educativo público.
Privatizar as escolas municipais é transferir um dever do Estado para grupos privados, abrindo mão do nosso direito de decidir coletivamente sobre a educação das nossas crianças e jovens. A educação de qualidade para todos só será possível em uma escola pública, gratuita, laica, inclusiva e 100% pública em sua gestão e financiamento.
A gestão privada em escolas públicas pode abrir oportunidades interessantes, oferecendo novas formas de organização e possibilitando comparar resultados entre modelos distintos. No entanto, considero fundamental que qualquer iniciativa desse tipo seja acompanhada por análises rigorosas, baseadas em evidências científicas sobre o que realmente melhora a aprendizagem. Também é importante garantir isonomia na avaliação dos resultados e atenção às condições de trabalho e ao cuidado com os estudantes, já que escolas lidam com vidas humanas e não podem ser tratadas apenas como negócios. Vejo valor na troca de práticas positivas entre modelos públicos e privados, desde que o foco permaneça no desenvolvimento da aprendizagem e no respeito ao caráter humanizador da educação. Esses pontos, acredito, enriquecem o debate.
A eventual implantação do novo modelo vai contra a constituição, para ser pública a escola tem quer gerida e prestar serviços públicos com servidores públicos, onde a fiscalização é mais séria e cobrada.