Considerando os impactos negativos já identificados, entende-se que a implantação do modelo não deve ocorrer, pois apresenta riscos à autonomia pedagógica, à gestão democrática e à participação da comunidade escolar. O modelo tende a desconsiderar as especificidades dos territórios e pode comprometer a valorização dos profissionais da educação, afetando diretamente a qualidade do ensino público.
O modelo de gestão proposto para a educação pública é equivocado. A educação básica é dever do Estado e direito subjetivo dos cidadãos, não podendo ser terceirizada. Esse modelo fragiliza a gestão democrática, reduz a transparência e abre espaço para a má gestão dos recursos públicos, especialmente do Fundeb. A prefeitura não pode se eximir de sua atividade-fim. Em caso de problemas graves, como maus-tratos a crianças, quem será responsabilizado? Conhecemos essa realidade e não a queremos para nossas escolas públicas.
Caso este modelo avance, o cuidado primordial deve ser a denúncia da precarização do trabalho docente. Embora o documento cite a preservação do currículo e programas , a gestão da equipe pela OSC permite a contratação de profissionais fora do regime estatutário, o que fere o princípio constitucional do concurso público e da valorização dos profissionais da educação. É necessário observar com extremo rigor que a dotação orçamentária não pode ser utilizada para gerar qualquer forma de superávit indireto para as organizações, e que o repasse per capita não deve substituir o investimento direto na carreira dos servidores públicos municipais. A fiscalização deve ser implacável para evitar que a "busca ativa" e as metas de "satisfação" se tornem apenas indicadores burocráticos para garantir o recebimento de verbas, desumanizando o processo educativo.
Na minha opinião, esse modelo não deve ser implementado, pois compromete o caráter público da educação, subordina o ensino à lógica do lucro e enfraquece a participação democrática da sociedade na construção de uma escola justa, inclusiva e de qualidade para todos.
O modelo é um erro. Similar ao que gradativamente foi implementado na rede Estadual, além de não valorizar a carreira do magistério e do quadro de apoio, a qualidade de aprendizagem ficou totalmente questionável.
Não deve ser implementado. Deve-se fortalecer a educação pública de qualidade com novos concursos públicos, reconhecimento das necessidades e peculiaridades de cada escola/região, respeito à classe dos docentes, etc.
Cuidados na implantação de privatização da gestão das EMEFs? Todos! Um absurdo! Privatizaram a ENEL, olha o que deu. Privatizaram a Sabesp, olha o que dei. Privatizaram serviço funerário, olha o que deu. Agora, mais esse absurdo. Educação não deve ser vista como negócio financeiro.
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Considerando os impactos negativos já identificados, entende-se que a implantação do modelo não deve ocorrer, pois apresenta riscos à autonomia pedagógica, à gestão democrática e à participação da comunidade escolar. O modelo tende a desconsiderar as especificidades dos territórios e pode comprometer a valorização dos profissionais da educação, afetando diretamente a qualidade do ensino público.
O modelo de gestão proposto para a educação pública é equivocado. A educação básica é dever do Estado e direito subjetivo dos cidadãos, não podendo ser terceirizada. Esse modelo fragiliza a gestão democrática, reduz a transparência e abre espaço para a má gestão dos recursos públicos, especialmente do Fundeb. A prefeitura não pode se eximir de sua atividade-fim. Em caso de problemas graves, como maus-tratos a crianças, quem será responsabilizado? Conhecemos essa realidade e não a queremos para nossas escolas públicas.
Caso este modelo avance, o cuidado primordial deve ser a denúncia da precarização do trabalho docente. Embora o documento cite a preservação do currículo e programas , a gestão da equipe pela OSC permite a contratação de profissionais fora do regime estatutário, o que fere o princípio constitucional do concurso público e da valorização dos profissionais da educação. É necessário observar com extremo rigor que a dotação orçamentária não pode ser utilizada para gerar qualquer forma de superávit indireto para as organizações, e que o repasse per capita não deve substituir o investimento direto na carreira dos servidores públicos municipais. A fiscalização deve ser implacável para evitar que a "busca ativa" e as metas de "satisfação" se tornem apenas indicadores burocráticos para garantir o recebimento de verbas, desumanizando o processo educativo.
Na minha opinião, esse modelo não deve ser implementado, pois compromete o caráter público da educação, subordina o ensino à lógica do lucro e enfraquece a participação democrática da sociedade na construção de uma escola justa, inclusiva e de qualidade para todos.
EDUCAÇÃO PÚBLICA DEVE SER DE COMPETÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO, NÃO SER ENTREGUE A EMPRESAS. EDUCAÇÃO NÃO DEVE SER COMERCIALIZADA.
O modelo é um erro. Similar ao que gradativamente foi implementado na rede Estadual, além de não valorizar a carreira do magistério e do quadro de apoio, a qualidade de aprendizagem ficou totalmente questionável.
Não deve ser implementado. Deve-se fortalecer a educação pública de qualidade com novos concursos públicos, reconhecimento das necessidades e peculiaridades de cada escola/região, respeito à classe dos docentes, etc.
Não devem ser implantados.
Cuidados na implantação de privatização da gestão das EMEFs? Todos! Um absurdo! Privatizaram a ENEL, olha o que deu. Privatizaram a Sabesp, olha o que dei. Privatizaram serviço funerário, olha o que deu. Agora, mais esse absurdo. Educação não deve ser vista como negócio financeiro.