Javascript não suportado Quais cuidados devem ser observados na eventual implantação do modelo?
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Quais cuidados devem ser observados na eventual implantação do modelo?

Respostas abertas (768)


Fora do período de participação
  • Daniel dos Santos Chagas

    Não há possibilidade de se pensar em "gestão" escolar praticada por um modelo que não seja o público!
    A "gestão" deve ser feita por pessoas oriundas da educação pública, com conhecimento e real intenção de fazer da escola pública o melhor caminho para que possamos superar as mazelas tantas da nossa sociedade, calcada em um projeto colonial nefasto e genocida, em uma estruturação racista doentia e de tantos problemas sobre a questão da nossa identidade como povo, nação.
    Somente o real compromisso com o público pode fortalecer a escola pública como ela e sua comunidade realmente merecem.
    Não há espaço para intervenções privadas para a execução real do que deve ser a escola pública!
    A "gestão" escolar deve ser PÚBLICA, transparente, gerida por educadores oriundos da educação pública, classificados em concursos públicos, e SEMPRE DEMOCRÁTICA, ouvinte e ligada à sua conunidade!

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    • Luciana Trindade Lima

      O principal cuidado é não implementar esse modelo. A gestão privada ameaça o controle público, reduz a participação da comunidade escolar e pode gerar precarização do trabalho docente. Caso seja considerado, deve haver controle público rigoroso, transparência e garantia de direitos, o que ainda assim não elimina seus riscos.

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      • Monica

        A implantação do "modelo" não deve sequer ser considerado uma vez que trata-se de recursos públicos para a escola pública e envolver a visão "privada" que fundamenta suas práticas em pilares diversos ao que é público é um equívoco. A escola pública deve continuar pública e funcionando com o trabalho de servidores concursados para o atendimento à comunidade escolar. O modelo de terceirização não deve ser considerado, mas sim o aprimoramento contínuo da escola que temos com diálogo, ética, princípios de gestão democrática, considerando a laicidade e equidade além das concepções que envolvem a integralidade e especificidades das regiões e dos cidadãos de toda a nossa cidade.

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        • Erika Estevão

          Como é sabido pela Adm. Publica os repasses com o passar do tempo são manipulados de maneira tal que forjam um pseudo desenvolvimento que se investigado é fácil enxergar o retrocesso e sucateamento progressivo do sistema educacional... Se a intenção da prefeitura é de fato interromper aquisição de conhecimento da população que usa o serviço,implantar o sistema será essencial para contribuir com o fracasso do sistema educacional

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          • Thais_Santana

            O cuidado primário é interromper o processo de sucateamento das unidades de educação e dotá-las de todos os recursos necessários para seu pleno funcionamento: recursos financeiros, estruturais e humanos.

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            • Carina Gotardelo Ferro da costa

              Ele não deve ser implementado.

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              • Carolina Passarelli Daud

                O cuidado de NÃO implementar o modelo, isso seria um erro terrível, talvez, irreparável. Trabalho dia a dia dentro da escola pública, e posso afirmar com toda minha experiência de mais de 20 anos de sala de aula, que o lucro sempre rouba a verdade dos fatos. Vão encobrir, vão desviar, vão fazer o que for mais barato e não o que for preciso.

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                • Luciane Dias

                  Todos. A proposta de privatizar a Educação é tão temerária que nem a Ditadura Militar quis. O ensino público é DEVER do poder público. Ademais, uma profissão já tão precarizada, como a dos trabalhadores da Educação, irá se deteriorar ainda mais. O público leigo pode até apoiar pois desconhecem que na rede parceira e particular já atuam colegas explorados em nome de um lucro maior para os mandantes, além da formação, pois não conseguem se habilitar em concursos públicos tendo que se sujeitar a condições piores de trabalho. Os profissionais concursados, apesar de, estudam continuamente e também vivem à beira do esgotamento físico e mental...enfim, esse debate pra ser sério, não pode ser raso. Carece de indenficar, lá na base, no chão da escola mesmo, onde residem os verdadeiros problemas e desafios para uma EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE. Eu posso adiantar alguns, tais como: escassez de recursos humanos adequados ao volume de trabalho, AUTONOMIA para as equipes gestoras e colegiados...

                  • Marlise Santolin Uhr Pereira

                    Para segurança do ensino essa proposta não deverá ocorrer, pois se implantada não haverá garantias da não interferência da gestão municipal. Um bom projeto seria melhorar a qualidade, ouvindo as necessidades existentes e tirando de vista obter lucros ou interferência.

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                  • Ventura87

                    iniciativa privada na rede pública tem impacto nulo sobre o desempenho dos estudantes e a entrada de entes particulares aumenta a desigualdade no sistema, gerando segregação racial e socioeconômica dos alunos mais vulneráveis. Os extremos da Cidade, hoje, são abandonados, Jaraguá por exemplo, saneamento insuficiente, coleta de lixo precária, oferta de saúde mínima, ruas esperadas, sinais de trânsito quase não funcionam, existe um descaso perceptível e entregar escolas para a iniciativa privada só vai piorar uma das poucas instituições que ainda funcionam graças ao empenhos dos servidores.

                    • SolSalino

                      O modelo de gestão onde a gestão pública constrói o prédio público com verba pública, compra os equipamentos com verba pública, repassa mensalmente verba pública para o empresário e oferece a gestão do espaço para o setor privado é benéfico pra quem? Qualquer projeto que envolve o uso de verbas públicas deve ter o cuidado de manter Servidores Públicos nesses espaços (Diretores, Coordenadores, Professores, Equipe de Apoio) para garantir a Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência (Princípios da Administração Pública) nesses espaços.

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                    • JULIANA CORREA FORTE

                      A implementação não deve ocorrer. O mais seguro e constitucional, continua sendo o reinvestimento e a requalificação da rede pública direta, que é a única capaz de garantir universalidade, equidade e controle democrático sem mediações mercadológicas.

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