Processo de consulta pública
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O modelo de gestão onde a gestão pública constrói o prédio público com verba pública, compra os equipamentos com verba pública, repassa mensalmente verba pública para o empresário e oferece a gestão do espaço para o setor privado é benéfico pra quem? Qualquer projeto que envolve o uso de verbas públicas deve ter o cuidado de manter Servidores Públicos nesses espaços (Diretores, Coordenadores, Professores, Equipe de Apoio) para garantir a Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência (Princípios da Administração Pública) nesses espaços.
Modelo de gestor privado é para escola privada, não é adequado para uma escola pública.
Aceitar o modelo privado implica em inviabilizar as particularidades da escola pública, onde por garantia e força de lei todos têm os mesmos direitos e não somente aqueles que pagam. Melhorar o funcionamento e a estrutura das escolas publicas é o ideal. Dinheiro publico na iniciativa privada só piora a gestão.
Minha Sugestão é investir na Melhoria de Todas Escolas de rede Municipal, utilizando parcerias, sem necessidade de GASTAR o Dinheiro Público, por meio da Escola do Servidor e da Escola de Contas do Tribunal de Contas do Município - TCM.
Modelo de gestor privado é para escola privada, não é adequado para uma escola pública.
Aceitar o modelo privado implica em inviabilizar as particularidades da escola pública, onde por garantia e força de lei todos têm os mesmos direitos e não somente aqueles que pagam.
Assim também o gestor da escola pública preferencialmente deve ser alguém com história na comunidade escolar, pessoa idônea e capacitada comprovadamente por concurso público, aprovado por perícia médica pela secretaria municipal da Saúde, e, principalmente, pessoa com anos de carreira no magistério público municipal, o que com certeza faz toda a diferença na gestão de pessoas, políticas pedagógicas e patrimônio público. Somente a partir desta história da pessoa é possível condições mínimas de trabalho em gestão escolar de equipamento público municipal.
Em quaisquer das esferas (federal, estadual ou municipal) faz-se imprescindível que a pessoa responsável pela unidade seja oriunda da própria unidade ou rede.
Não tem que implantar, simples assim. A escola pública não é uma empresa que tem que dar lucro. O nome já diz, PÚBLICA. Ela tem que atender ao público e não ao privado. Os exemplos utilizados para justificar essa privatização são escolas que eram particulares e que o governo Nunes assumiu. Com poucos alunos na sala, com uma infraestrutura da escola particular que ali existia. Ou seja não tem que privatizar e sim que a escola pública seja melhorada pelo estado para garantir que todos tenham os mesmos direitos. Usar esse dinheiro para o público e não para o privado.
Não implementar propostas e modelos de terceirização no serviço público. Pois estamos tratando de verba pública para ser direcionada à empresas privadas e colocando a qualidade educacional em risco, pois é um processo que fragiliza os repasses das verdadeiras demandas e soluções, e principalmente a democracia. Pois a gestão pública precisa ser pública dentro de um sistema público. Não há o que se discutir ou ter dúvidas para "implementarem" empresas privadas em um sistema público.
A gestão escolar deve ser pública e democrática. Os profissionais devem ser selecionados por concurso público.
A gestão da escola precisa ser pública, entregá-la nas mãos da iniciativa privada é ceder a uma lógica mercadológica. A gestão precisa advir da própria comunidade escolar e dos profissionais que a compõem e a conhecem. Trazer uma gestão privada que desconhece aquela realidade pode gerar prejuízos irreparáveis. Vale mais o investimento na formação dos profissionais que já atuam nas escolas. A principal questão é que a educação pública é responsabilidade do Estado e o principal objetivo é a formação cidadã. A escola pública e a educação não podem se guiar por uma lógica mercadológica.
Não há como pensar a gestão escolar a partir de um modelo que não seja, essencialmente, público.
Gestão se faz com quem vem da educação pública, com quem conhece a escola por dentro e carrega o compromisso real de fazer dela um caminho de enfrentamento às muitas mazelas da nossa sociedade — ainda marcada por um projeto colonial violento e genocida, por uma estrutura racista profundamente adoecida e por feridas abertas na construção da nossa identidade como povo e como nação.
Só o compromisso genuíno com o público é capaz de fortalecer a escola pública do modo como ela — e sua comunidade — de fato merecem.
Cuidado algum, simplesmente NÃO é para ser implantado e ponto final. Entregar dinheiro público à empresa privada nunca deve ocorrer.