Processo de consulta pública
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A sociedade não aceita essa proposta! Educação pública de qualidade e gratuita! Não a privatização!
A Educação não está a venda! É um serviço público que deve permanecer público. Deve ser assegurado maiores investimentos para nossas crianças e aos servidores que fazem diariamente, milagres, para garantir qualidade de ensino aos estudantes, diante do baixo investimento que é oferecido atualmente.
Essa é a Rede da cidade mais rica do país. O grande desafio é garantir condições adequadas de trabalho aos atuais gestores do modelo atual, que estão sobrecarregados pela burocracia e isso compromete os resultados do trabalho, ou seja, o ponto crucial não é a substituição do modelo e sim a revisão do suporte dado por parte da prefeitura ao modelo atual, pois em suas muitas lacunas comprometem o trabalho.
A potencialidade é de desmonte do serviço público, da segurança de atendimento das comunidades e dos servidores, deixando nas mãos da iniciativa privada (O QUE NÃO SIGNIFICA EFICIÊNCIA!!). Implementar só beneficiará um grupo econômico em especial, onde o LUCRO é a única finalidade, pois ter um contrato não significa excelência na prestação do serviço, pois diversas Organizações Sociais com contrattos vigentes estão sob investigação e não entregam o serviço adequado, como em creches e serviços de saúde em UBS. Além disso, essa proposta bizarra passa por cima de toda e qualquer legislação sobre gestão de mocrática e seleção de gestores das unidades.
Não existe potencialidades para esse modelo. Portanto, o desafio que se apresenta agora é não implementar essa proposta.
Deve-se ter absoluta clareza de que um modelo educacional jamais pode ter o lucro como finalidade. Quando a educação vira negócio, quem perde é a sociedade. Precisamos defender — com firmeza — uma educação pública, laica, inclusiva e de qualidade para todos.
Não podemos ignorar que, ainda em 2025, foi necessária a aprovação, pela Câmara, de um projeto de lei para punir escolas particulares que recusavam matrícula de alunos com deficiência. Na rede pública, isso nunca aconteceu. Esse fato, por si só, revela o risco que corremos ao permitir que interesses privados ditem os rumos da educação.
Por isso, é fundamental refletir: que porta estamos prestes a abrir ao adotar um modelo de gestão cujo foco principal é lucrar acima de tudo? A escolha que fizermos agora terá impacto direto no futuro de nossas crianças — e no próprio futuro do país.
Não há potencialidade para este modelo, uma vez que onera o entendimento público ao ceder equipamentos públicos à iniciativa privada. Além disso, volta-se a uma concepção elitista de educação e não fortalece o trabalho em andamento por profissionais dedicados na SME. Ao invés disso, a gestão Nunes deveria se preocupar em reconhecer mais seus servidores com aumento digno, incorporação de subsídio no salário real, efetivação de mais professores, coordenadores e diretores e passar um pente fino em todas as DREs para dar Eficiência aos processos burocráticos a fim de que se possa focar mais no pedagógico. NÃO A ESTE MODELO.
Esse modelo é ineficaz e inaceitável.
Não existe potencialidade alguma em modelo de privatização para a educação pública.
A privatização da educação apresenta diversos desafios, pois tende a subordinar o direito à educação à lógica do lucro, comprometendo o acesso universal e a equidade. Esse modelo pode ampliar desigualdades sociais, fragilizar a gestão democrática e desconsiderar as especificidades locais e culturais dos estudantes. Além disso, há riscos de precarização do trabalho docente e de redução do papel do Estado na garantia de uma educação pública, gratuita e de qualidade, conforme previsto na Constituição Federal