Processo de consulta pública
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A privatização das escolas públicas representa uma ameaça ao direito universal à educação de qualidade. Ao transferir a gestão educacional para interesses privados, corre-se o risco de transformar a educação em mercadoria, priorizando o lucro em detrimento da formação integral dos estudantes. A escola pública deve garantir igualdade de acesso, inclusão, valorização dos profissionais da educação e compromisso com o desenvolvimento social. Defender a educação pública é defender a democracia, a justiça social e o futuro do país.
Os resultados apresentados pela EMEF Liceu na Provinha São Paulo não são tão maiores do que a média dos resultados da Rede Municipal de Ensino. E observando friamente os dados apresentados, é possível deduzir que algumas escolas obtiveram excelente desempenho, com o atual modelo de gestão e outras não, sendo necessário levar em conta todas as variantes que impactam os resultados obtidos. Assim, não é apenas a mudança no modelo de gestão que irá alavancar os resultados em provas externas e institucionais. Além dos resultados almejados, é necessário considerar as realidades vividas, os sonhos almejados pelas crianças e suas famílias, o desenvolvimento integral dos indivíduos para o pleno exercício da cidadania. É necessário tratar a Educação com humanidade, com o conhecimento sobre desenvolvimento infantil e sobre as diferentes realidades encontradas nesta cidade. Isso se faz valorizando os profissionais da educação e fornecendo subsídios eficazes para o desenvolvimento educacional.
Não sou a favor da privatização. Queremos concurso público. Quem usa o posto de saúde com o serviço terceirizado e já foi num CEI conveniado, sabe a dura realidade que estes equipamentos enfrentam. Basta pesquisar sobre a "máfia das creches".
Esse tipo de estratégia não funciona, já lembrando o péssimo serviço da terceirização da saúde pública, que tornou o atendimento ruim e totalmente desrespeitoso aos cidadãos de SP. É o inicio do fim da educação pública.
A terceirização da gestão já existe nas CEIs conveniadas, e com ela vem o desvio de verbas, notas super faturadas e o mínimo do mínimo para os educandos. As "parceiras" neste modelo de gestão levam em conta apenas o lucro, contratam pessoas não qualificadas, demitem sempre que há discordância por parte dos colaboradores e não levam em consideração o bem estar e a qualidade no atendimento.
A gestão atual mina a própria legitimidade ao desmantelar os fundamentos da administração pública, substituindo o rigor técnico e a valorização do mérito por uma lógica de conveniência política e precarização do trabalho docente. Ao fragilizar a estabilidade e reduzir a transparência, o modelo abre caminho para o clientelismo e para a desarticulação de carreiras, evidenciando que o fortalecimento da educação não é o propósito central dessa agenda. Em vez de investir em políticas públicas sólidas e comprometidas com o aprendizado, o que se observa é uma estratégia que prioriza o controle imediato e a economia de recursos sobre a qualidade pedagógica, comprometendo o futuro das instituições de ensino em favor de interesses puramente conjunturais.
Não a Privatização
NAO A PRIVATIZACAO.
EDUCACAO E UM DIREITO SOCIAL, NAO UM NEGOCIO.
A escola pública deve ser administrada diretamente pelo poder público.
A privatização prejudica a qualidade da educação.
O modelo precariza o trabalho docente.
A medida ameaça direitos dos trabalhadores da educação.
NÃO A PRIVATIZAÇÃO
NÃO A PRIVATIZAÇÃO