Processo de consulta pública
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EDUCAÇÃO NÃO É NEGÓCIO. A gestão privada não garante melhorias, além de que essas empresas não conhecem a realidade da comunidade, seus estudantes e sua história. Portanto a gestão das escolas para iniciativa privada, existe para dar lucro e não garantir qualidade na educação possibilitando mais corrupção. Ainda com possibilidade de aumento da exclusão social de estudantes com alta vulnerábilidade.
Existe um triângulo necessário que faz o progresso na educação avançar sempre família, escola e sociedade...
Escola pública deve ser gerida/gerenciada por servidores públicos que atuam e conhecem a rotina escolar, que entende das demandas, que tem elo com a comunidade que atende, enfim, que consegue enxergar a humanidade que está envolvida no ato de educar/ensinar. O gestor ele está além de alguém que só visa números, dados, metas. Ele está intimamente envolvido no processo e na cultura escolar. CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA GESTÃO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS.
EDUCAÇÃO NÃO É NEGÓCIO. A gestão privada não garante melhorias, além de que essas empresas não conhecem a realidade da comunidade, seus estudantes e sua história. Portanto a gestão das escolas para iniciativa privada, existe para dar lucro e não garantir qualidade na educação possibilitando mais corrupção.
Qualquer órgão público dever ser administrado por servidores públicos, que tiveram acesso por meio de concursos públicos.
Entregar a gestão pública para órgãos privados e uma maneira de desviar verbas públicas sem fiscalização.
A gestão das escolas públicas deve ser exercida por profissionais concursados
concordo plenamente... Chega de entregar a máquina pública para a iniciativa privada. O que precisa é valorizar o serviço público.
Sou contra a privatização da gestão das escolas públicas, porque ela contraria princípios legais da educação brasileira e tende a agravar problemas de qualidade e equidade. Pela Constituição Federal (art. 205 e 206), a educação é direito de todos e dever do Estado, devendo ser garantida com igualdade de condições, gestão democrática e qualidade social. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) reforça que o poder público é responsável por planejar, normatizar, avaliar e garantir a educação básica, com foco no interesse público. A privatização da gestão desloca esse foco para lógicas de mercado, priorizando redução de custos e metas numéricas, o que pode:
Precarizar o trabalho docente, com vínculos instáveis e menos formação continuada;
Enfraquecer a gestão democrática, reduzindo a participação da comunidade escolar;
Aumentar desigualdades, pois escolas em contextos mais vulneráveis tendem a ser as mais afetadas;
Empobrecer o currículo e etc.
A escola pública deve ter a gestão educacional composta por servidores públicos, de acordo com a Constituição Brasileira, bases democratas para alcançar a qualidade do atendimento educacional. Esta Gestão alinhada a LDB garantindo princípios fundamentais para um boa atuação com participação da comunidade, transparência, formação continuada, recursos e infraestrutura. A discussão aberta deveriam querer ouvir a comunidade paulistana para saber como melhorar e não tentar privatizar o serviço público.
O modelo proposto é ruim, porque enfraquece o papel do Estado na garantia da educação como direito social, compromete a gestão democrática e pode submeter a escola à lógica do mercado. Além disso, tende a precarizar o trabalho dos profissionais da educação e aprofundar desigualdades, prejudicando a qualidade e a função social da escola pública.
O modelo proposto ao colocar as OSCs como responsáveis pela educação pública terceiriza a função do estado, implicando em cada Unidade Escolar olhares e valores particulares de cada OSC responsável, comprometendo a garantia da isonomia. Entendo que o modelo apresenta mais desafios do que potencialidades, desafios em parte observados nas parcerias que já ocorrem na educação infantil e entre eles é possível destacar: relações de trabalho marcadas pela pessoalidade; contratação de profissionais - ainda que habilitados - sem um processo seletivo que considere os conhecimentos que atendam as necessidades da comunidade escolar; descontinuidade de contratos de trabalho com regularidade; RH insuficiente para condução de um trabalho de qualidade; ausência da garantia dos processos formativos em detrimento da ausência regular de funcionários; tempo de formação/planejamento incompatível com as funções docentes; prejuízo na condução da gestão democrática, entre outros.