Processo de consulta pública
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A administração da escola pública precisa continuar com o poder público. O que adianta esta proposta de mudança mantendo 30 alunos em sala? Quais os benefícios aos alunos e professores?
A escola pública precisa ser administrada pelo poder público e não pela iniciativa privada ou organizações.
Os desafios são das escola pública. A prefeitura os está abandonando para aplicar um modelo privatista, que só piora a situação criada por ele próprio. Não há potencialidads nesse modelo, pelo contrário. É destruidor da escola pública.
Valorização dos professores!
Merenda a vontade sem desperdício.
Materiais necessários , o básico .
Gestão democrática!
As supostas potencialidades da privatização da gestão escolar, como maior eficiência administrativa, não se sustentam frente aos riscos envolvidos. O modelo subordina a educação à lógica de mercado, podendo comprometer a qualidade pedagógica, a valorização dos profissionais e a gestão democrática. Entre os principais desafios estão a precarização do trabalho docente, a fragilização do controle social, a redução da transparência e o aprofundamento das desigualdades educacionais. A educação é um direito fundamental e responsabilidade do Estado, devendo ser fortalecida por meio de investimentos, participação da comunidade e políticas públicas, e não transferida à iniciativa privada.
Após analise do documento é muito complexo encontrar potencialidades, pois é nítido que o modelo de escolas privadas tem alguns resultados melhores devido a quantidade de alunos por sala, e nesse modelo as salas continuarem com 30 alunos por sala não vejo mudanças verdadeiras e significativas. Outro desafio é trocar professores de carreira que se tornaram gestores, para entregar a pessoas que desconhecem nossos territórios
Os gestores das unidades escolares, devidamente concursados e integrantes da carreira do magistério, detêm plena capacidade técnica e administrativa para exercer a gestão escolar e assegurar a correta aplicação dos recursos públicos. É inadmissível o direcionamento de recursos públicos a empresas. A categoria possui ampla contribuição a oferecer e condições objetivas de apresentar propostas capazes de promover transformações reais na educação paulistana, que extrapolam a discussão restrita à remuneração. Reiteto, por fim, minhaposição contrária ao modelo privatista, uma vez que a privatização implica a precarização do atendimento educacional.
A privatização pode introduzir eficiência e inovação, mas apresenta riscos significativos à equidade e ao direito universal à educação. Por isso, qualquer proposta nesse sentido deve ser acompanhada de políticas públicas sólidas, regulação rigorosa e foco na justiça social.educação. Assim, a privatização exige forte regulação pública para que não comprometa a equidade e a função social da escola.
Deve-se considerar a degradação que a privatização ou melhor, a parceria sugerida fomentará na educação, como é sabido, da administração pública e do cidadão, que essas parcerias não contribuem para o real desenvolvimento da educação, haja vista a parceria feita nos Ceus e no Estado com a fundação Casa
A degradação paulatina, desvio de verba, e não alcance dos resultados pretendidos
Se a intenção é acabar com a aquisição do conhecimento por parte da população assistida seguir com a proposta é o caminho adequado
Se a intenção é pôr uma real educação de qualidade a prefeitura tem pessoas capacidade dentro da rede municipal (SME) assim como uniu esforços na elaboração do currículo da cidade (que serve de modelo). Estes profissionais certamente contribuirão, mais a vez com a responsabilidade do governo de suprir a educação e não VENDER a um pseudo parceria infrutífera
O modelo de gestão das escolas públicas municipais por ONGs e entidades privadas apresenta mais desafios do que potencialidades. Embora se alegue maior eficiência administrativa, na prática esse modelo costuma priorizar a redução de custos e a lógica do lucro, o que compromete a qualidade do ensino.
Entre os principais desafios estão a precarização do trabalho dos profissionais da educação, a desvalorização salarial, a ausência de estabilidade e o enfraquecimento da gestão democrática. Além disso, essas entidades muitas vezes tratam a escola como mercadoria, não considerando as necessidades dos educandos e da comunidade escolar.