Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Fernanda Estrela

    O poder público tem capacidade de administrar as escolas municipais, não observo nenhum potencial positivo em mudar a administraçao. Se há dinheiro para investir mais, porque não melhorar as condições de trabalho dos professores e aos demais funcionários da escola pública.

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    • Robson Silva

      Não observo nenhuma potencialidade, já que o modelo, já existente na Rede Municipal, não teve resultados exitosos. A utilização da escola Liceu como exemplo de êxito é falsa. A escola não teve resultados melhores que as escolas adminstradas de forma direta, por serviodres públicos. Mesmo o Liceu tendo um número reduzido de estudantes, seguindo algumas vezes um processo seletivo dos mesmo, o resultado educacional não esteve acima da média. O modelo público, estatutário é o modelo ideal que temos, no qual os profissionais passam por concurso público para ingressas aos cargos, sem que haja nenhum tipo de beneficiamento ou favorecimento para prestar serviço à comunidade. Os governos mudam, mas os servidores permanecem, mantendo sua isonomia, independente do governo que estiver vigente. OSCs, como já comprovado em alguns momentos, fazem parte de esquemas de corrupção, de desvio de verba, de favorecimento de políticos. Muitas destas organizações visam lucro e poder, não o bem do serviço.

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      • Rita de Cassia da Costa Guimarães

        Quando eu analiso essa proposta, o que mais me preocupa é o risco real de uma privatização da gestão disfarçada de parceria. Por mais que o discurso oficial diga que o caráter público é preservado, na prática, estamos entregando a chave da escola, a contratação dos professores e até a manutenção do prédio para uma entidade privada.
        O que eu vejo como um desafio crítico é a precarização do trabalho: o próprio documento já admite que vai precisar criar "mecanismos para minimizar a rotatividade" dos docentes, o que me faz pensar que manter uma equipe estável vai ser uma luta constante nesse modelo. Além disso, essa lógica de repasse de dinheiro "per capita" e atrelado a metas me soa muito mais como uma gestão empresarial do que educacional; se a organização não atingir os índices ou se o número de alunos oscilar, o financiamento da escola pode ficar ameaçado.
        Outro ponto que me deixa com o pé atrás é a autonomia da comunidade. Como é que fica a gestão democrática de verdade?

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        • Agnaldo Menezes Bastos

          Deve-se valorizar mais a Educação como um Bem inegociável e valorizar os profissionais da educação

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          • Agnaldo Menezes Bastos

            O modelo mais antigo nao é ideal, mas é o melhor.

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            • Luan Carvalho

              O modelo pode trazer maior flexibilidade de gestão e melhorar pontualmente o acompanhamento das aprendizagens. Contudo, os resultados da rede municipal indicam que os principais problemas são estruturais, ligados às desigualdades sociais e às condições de trabalho docente. Assim, há risco de responsabilização por resultados, precarização e fragmentação da rede, sem garantia de melhoria educacional sustentável.

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              • JOICE BATISTA NUNES

                Não a privatizacao

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                • Eliane Calaça

                  Não a privatização!

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                  • Eliane Calaça

                    A escola tem que continuar sendo pública!

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                    • Isabel T Asfur

                      Não a privatização,temos exemplos de outras privatizações que pioraram o serviço público,temos que dizer naooooooooooo

                      • anaprof

                        O presente modelo já existente na Rede Municipal e não teve resultados exitosos, visto que o modelo adotado pela Escola Liceu não condiz com a realidade vivenciada. Outro ponto adotado na administração do Liceu é o número reduzido de alunos, seleção para entrada e adequações não baseadas na proposta da SME. O modelo atual, através de concurso público, que inclusive não acontece há tempos, deixando muitas vagas em aberto, sem beneficiamento, com recurso adequado aplicado, numa escola inclusive é o melhor modelo para a educação pública.

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