Processo de consulta pública
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site, para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários. Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site, e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho, de como são realizadas as navegações no site, para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro. Esses cookies podem ser desabilitados, e, só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página. Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site, sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk. Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização, marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
Sou contrária, pois a privatização não garante qualidade. O necessário é o governo municipal dar o suporte para a autonomia da escola de acordo com cada comunidade. O gestor precisa de apoio assim como a escola toda.
Potencialidades, baseado no que já ocorre com CEIs parceiros, só para os grandes responsáveis pelas OSC. Desafios, todos possíveis quando se terceiriza um serviço público. Sou contrária a essa proposta da SME sobre o novo modelo de gestão das EMEFs
A partir da leitura do documento da Consulta Pública sobre o modelo de gestão de escolas de ensino fundamental por meio de parcerias com Organizações da Sociedade Civil, posiciono-me de forma contrária à implantação do modelo, em defesa da educação pública e democrática. Embora o documento apresente o modelo como complementar e alinhado às diretrizes da SME, é necessário problematizar criticamente suas potencialidades anunciadas e, sobretudo, os desafios estruturais e políticos que ele carrega. O primeiro deles diz respeito à fragilização da gestão democrática. Ainda que o documento afirme a preservação de conselhos, grêmios e instâncias participativas, a presença de uma OSC como responsável pela gestão da unidade introduz uma assimetria de poder que compromete a autonomia real da comunidade escolar. A quem, de fato, respondem as decisões pedagógicas e administrativas: à comunidade, à SME ou à organização gestora? Essa ambiguidade enfraquece os colegiados.
Sou contraria este modelo de Gestão educação e direito do cidadão deve ser dever do governo e não uma mercadoria como a Gestão pretende
A transferência da gestão das escolas públicas municipais para Organizações Não Governamentais representa um grave retrocesso para a educação pública. A educação é um direito social garantido pela Constituição e um dever indelegável do Estado, que deve assegurar acesso universal, equidade, qualidade e controle social. Ao repassar essa responsabilidade a ONGs, corre-se o risco de enfraquecer o papel do poder público e de transformar a educação em um serviço terceirizado, sujeito a interesses privados e à lógica da eficiência administrativa em detrimento do caráter pedagógico e social da escola.
Manifesto-me contrária à adoção do modelo proposto. A mudança do modelo de gestão, por si só, não garante a melhoria da qualidade da educação. A transferência de responsabilidades centrais da escola para organizações parceiras tensiona o princípio do provimento por concurso público, previsto em legislação específica. O fortalecimento da educação municipal deve ocorrer pelo investimento no modelo público existente, com valorização dos profissionais concursados e reafirmação do papel do Estado na gestão da educação pública.
Acredito que privatizar não seja a melhor opção. A educação pública necessita de melhores condições, como menor número de alunos nas turmas e não 30. Mais valorização salarial, para que os professores se dediquem somente em um cargo/uma untidade educacional. Privatizar perderá a essência do que é a escola pública de qualidade.
Delegar a gestão educacional ao setor privado é admitir a falência do Estado em sua função mais nobre. Uma educação de qualidade exige compromisso público, recursos constantes e valorização profissional, elementos que a terceirização, por natureza, tende a sacrificar. Se quisermos um futuro verdadeiramente cidadão, precisamos fortalecer o serviço público, e não entregá-lo a uma gestão que prioriza planilhas em vez de pessoas.
Educação deve ser laica, pública e diversa. O que presenciamos em escolas administradas por entidades indicadas ou privadas é que a ética não perdura, ela está sempre transpassada pelos interesses do capital que exclui o humano e ignora suas potencialidades. Toda escola deveria ser pública para que possamos conviver com as diferenças. Sou contra esse modelo privatista.
As escolas públicas foram construídas e desenvolvidas com dinheiro do contribuinte. Ao privatizae a gestão, o dinheiro do contribuinte vai para o ralo.
Visão geral criada por IA
+2
Países como Finlândia, Coreia do Sul, Cingapura, Japão, Canadá, Estônia, Irlanda, Nova Zelândia, Suíça, Alemanha, Holanda, Noruega, Suécia, Polônia, Reino Unido, China (regiões como Hong Kong/Macau) e França
As escolas de educacão básica com melhor desempenho no mundo são públicas. Privatizar a gestão não irá melhorar, em nada, o ensino público. Já há muito tempo que os governos do município de São Paulo e, com o atual não é diferente, sucateiam o Ensino público para justificar a privatização e assim transferir dinheiro do cidadão para as empresas privadas. Não à privatização da escola pública.