Processo de consulta pública
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O Modelo de gestão deve se manter com servidores técnicos concursados, uma vez que agentes públicos trabalham única e exclusivamente focados no interesse do melhor atendimento à população, diferente do modelo de gestão privado que põe a gestão financeira e o lucro em primeiro lugar.
Sou totalmente contra a privatização dos órgãos e unidades públicos. Não há sentido nesse empenho que precariza os serviços e o trabalho das pessoas.
Sou contra a privatização da gestão das escolas municipais porque a educação pública é um direito social e uma responsabilidade do Estado, não um serviço a ser orientado por interesses privados. A gestão privada pode priorizar redução de custos e metas financeiras, o que compromete a qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação, a gestão democrática e a equidade no acesso. Além disso, a privatização enfraquece o controle social e pode aprofundar desigualdades, afastando a escola de sua função pública, social e formadora de cidadãos.
Não concordo com o modelo de gestão surgerido , a escola pública deve ter Gestores concursados, garantindo o direito a uma gestão democrática, guiada pelos princípios e diretrizes da prefeitura de forma transparente, funcional e eficiente.
Não concordo com tal modelo de gestão. Os concursos públicos são formas claras e democratica de garantir um gerenciamento guiado pelas diretrizes da prefeitura de forma transparente e eficiente.
NÃO CONCORDO COM O MODELO APRESENTADO, a escola deve ser DEMOCRATICA e não deve se associar a empresas privadas, pois tira a autonomia dos Colegiados compostos pela comunidade escolar. É UM RETROCESSO NA EDUCAÇÃO.
NÃO CONCORDO COM O MODELO APRESENTADO, a escola deve ser DEMOCRATICA e não deve se associar a empresas privadas, pois tira a autonomia dos Colegiados compostos pela comunidade escolar. É UM RETROCESSO NA EDUCAÇÃO
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Manifesto-me contrariamente ao modelo sugerido. Como cidadã e contribuinte paulistana que tem uma filha matriculada na rede municipal e preza pela educação pública, repudio veementemente as tentativas de privatização de nossas escolas. Não há justificativa plausível para essa implementação, uma vez que há pleno atendimento da demanda por parte das instituições públicas. Considero equivocada essa premissa que carece em muito de evidências de que a gestão privada representa, quase que automaticamente, melhoria da qualidade de ensino. A escola pública precisa de investimento e de fortalecimento dos vínculos com o território e de sua autonomia.
Registro minha manifestação contrária à essa proposta de modelo de gestão de escolas. A escola pública deve ser gerida pelo poder público, dado o seu interesse e importância, sob o risco de tornar-se mera mercadoria em um cenário de lucratividade e objetivos alheios à qualidade da educação e compromisso com a aprendizagem dos bebês, crianças e jovens/adultos. Ainda que o documento mencione escolas regidas sob as orientações da Secretaria Municipal de Educação, há a necessidade de um olhar crítico e rigoroso sobre o que isso pode gerar em instituições públicas, que trabalham com práticas e colegiados sob o viés democrático. A mudança deve passar por um olhar mais profundo, considerando todos os desafios sociais enfrentados pela escolas, nos mais diversos territórios, com os mais desafiadores contextos sociais.
Manifesto-me contrariamente à proposta de parceria com organizações sociais para a gestão da educação pública, pois a educação é um direito social fundamental e uma responsabilidade indelegável do Estado, que não pode ser transferida a entes privados sem comprometer seu caráter público, democrático e inclusivo; a gestão totalmente pública assegura controle social, participação da comunidade escolar, valorização dos profissionais da educação e compromisso com a equidade e a formação integral dos estudantes, enquanto modelos de terceirização introduzem lógicas de mercado, fragilizam vínculos, reduzem a transparência e colocam em risco o projeto de educação pública como política de Estado voltada ao interesse coletivo, à justiça social e à democracia.
NÃO CONCORDO COM O MODELO APRESENTADO, a escola deve ser DEMOCRATICA e não deve se associar a empresas privadas, pois tira a autonomia dos Colegiados compostos pela comunidade escolar. É UM RETROCESSO NA EDUCAÇÃO.