Processo de consulta pública
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Não há potencialidade! Não deve ser adotado esse modelo!
Não há potencialidades em políticas que tratam a educação como negócio, visando atender interesses privados. A educação pública não é só gratuita. É oferecida, gerida e aocmpanhada pelo Estado, pelo servidor púiblico.
Não há nenhuma potencialidade nesse modelo porque o ensino público é o direito a
Educação conquistado e garante a inserção de interesses econômicos e de empresas que não priorizam a qualidade do ensino e sim o lucro. A sociedade , as famílias , os alunos e os professores vão perder muita qualidade do ensino com esse modelo. Precisamos garantir qualidade de trabalho aos professores , com carga horária fora da sala de aula pra preparação de aula , pesquisa e atendimento ao aluno. Melhorar a qualidade do ensino e incentivar a docência , a pesquisa e a extensão como os Institutos federais fazem .
Errata : a educação pública garante a isenção dos interesses econômicos
O modelo de privatização da gestão apresenta como suposta potencialidade a promessa de maior eficiência administrativa. No entanto, seus desafios são centrais e estruturais: enfraquecimento da gestão democrática, redução do controle social, subordinação do projeto pedagógico a interesses privados, precarização do trabalho docente, risco de descontinuidade das políticas educacionais e ampliação das desigualdades. Tais desafios superam quaisquer potenciais benefícios e colocam em risco o caráter público, universal e inclusivo do Ensino Fundamental.
Não à privatização!!!
Sou totalmente contra essa gestão. Acredito que o verdadeiro compromisso com a educação passa pela valorização dos professores e pela garantia de formação continuada, com carga horária de trabalho de 6 horas e estudos realizados após esse período.
A terceirização representa, na prática, a desvalorização da categoria e o enfraquecimento da educação pública.
A privatização dos serviços públicos tende a dificultar a comunicação e a precarizar o atendimento porque prioriza a redução de custos e o lucro, em vez das necessidades da população.
Não queremos que a gestão da educação pública seja terceirizada! Há diretores concursados para isso. Esccola pública não é empresa!
Não à privatização.
A educação não é mercadoria.
Antes de mais nada seria interessante que os dados da escola a qual está sendo utilizada como referência fossem disponibilizados, para que a partir da análise dos mesmos, pudessem ser tecidos parâmetros justos com relação às potencialidades e desafios. Assim, já temos um desafio exposto: a falta de transparência dos dados e informações.