Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Claudiana Alves de Lima

    Sou totalmente contra esse modelo pois ele é contrário a escola pública de qualidade que defendemos. É um modelo que não considera a realidade da rede municipal de ensino, nem a história construída ao longo do tempo. A Educação Municipal tem qualidade e deve ser respeitada. A solução não é privatizar a gestão e sim fazer investimentos dos recursos públicos destinados a educação com políticas públicas sérias.

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    • Edenise G F Duarte

      Sou contra ao modelo proposto, pois se a escola é pública, são servidores públicos que devem estar na gestão, coordenação e docência, eles são capacitados e concursados para realização do trabalho dentro da escola. A privatização do serviço público, retrata um retrocesso a gestão democrática. A escola deve ser um local de acolhimento e escuta de toda a comunidade escolar. Essa proposta traz um prejuízo a todos os envolvidos. É preciso valorizar os profissionais da educação, fortalecer as comunidades escolares e continuidade ao trabalho por esses profissionais que conhecem seus estudantes e suas famílias.

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      • Andréia Zanini

        Sou contra a mudança na gestão do Ensino Fundamental Municipal de São Paulo. Não vejo potencialidades nesse modelo, ao contrário apresenta fragilidades quanto a transparência do processo de gestão dos recursos financeiros e pessoal visto que os recursos disponibilizados para a Educação Pública não devem ser direcionados para a Gestão Privada, que tem outra características de mercado. O projeto desconsidera o que a própria Constituição Nacional defende que é a Educação pública e de qualidade para todos. Portanto as políticas públicas independente de governo ou partido devem ser voltadas para a garantia dos direitos da população.

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        • TFM.123

          Sou a favor do modelo apresentado completamente. Ha tempos que nao temos tido êxito na educação publica. As crianças com acesso a escolas particulares e melhores ensino acessam boas faculdades frente aos demais. As Organizações nao tem cargos vitalícios. A proposta prevê que se a qualidade do ensino nao for atingida o termo se encerre, ou seja, os profissionais seguirão mantendo um padrão de qualidade que no momento nao vem sendo alcançado pelos servidores por diversos motivos (baixa remuneração, alta demanda - uma sala com 55 alunos - saude mental debilitada por diversas situações e etc....Enfim temos o exemplo de uma escola neste modelo em Sao Paulo com números expressivos. Se tentarmos em mais 3 daqui 5 anos pode-se dizer se deu certo ou errado. O que nao pode é continuar do jeito que esta. O projeto prevê participação publica em todas as tomadas de decisão escolar, precisa ler na integra para opinar.... Reclamar sem buscar novos horizontes nao adianta.

          • Andréa Mendes Silva

            Bem, concordo parcialmente com suas colocações, pois sou professora pública há 31 anos, muitos alunos que tive o prazer de lecionar cursaram universidades públicas e até fizeram mestrado no exterior, detalhe, alunos que moravam na periferia do extremo sul de São Paulo. Ter compromisso e ética no trabalho depende de cada um ao exercer sua função, seja servidor público ou trabalhador da rede privada, por isso me orgulho de ser servidora pública e executar meu trabalho com excelência e possibilitar ser o diferencial na vida de muitas crianças e adolescentes. Quanto ao agumento que você expôs e eu concordo, é que realmente há necessidade de valorização dos profissionais da educação, isso não se restringe apenas aos docentes e gestores, mas a todo quadro de apoio, entregar prédios públicos para uma OSC administrar não melhorará as condições de trabalho ou garantirá uma remuneração mais alta, pelo contrário, salário reduzido e carga horária maior, é o que ocorre há anos nos CEIs parceiros.

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          • Flora Dias Cabalzar

            Difícil chegar até aqui pra postar opiniões. Sou totalmente contrária à tentativa de entrega da escola publica para a inciativa privada, mobilização que já começou com a educação infantil. O ataque ao sistema público de educação tem várias frentes, e usam de sutilezas enganosas no discurso da lei, dos decretos, das justificativas políticas. A qualidade da educação depende de continuidade do investimento público, dos espaços democráticos de gestão e decisão, de honestidade dos gestores dos mais altos escalões. Ainda mais em São Paulo , onde a educação pública tem história, acúmulo, inúmeros casos de sucesso. Sou totalmente contra.

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            • Aline Bernardino

              Não vejo potencialidades, se a educação é pública deve ser feita totalmente pelo serviço público. Se a intenção é usar a experiência acumulada , analisem a dos escolas municipais que trazem resultados acima da média, a que trabalho é uma delas, vejam como a gestão, feita por funcionários público trabalha, estejam mais próximos dos gestores. O maior desafio é acreditar que OS farão que os resultados mudem sem levar em conta toda diversidade da rede municipal

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              • Doris Della Ricca

                A privatização da educação representa um retrocesso, pois desconsidera a necessidade de investimento em profissionais qualificados e concursados. O modelo prioriza resultados quantitativos, o que tende a invisibilizar desigualdades sociais, desrespeitar os diferentes tempos de aprendizagem e limitar a autonomia docente, reduzindo o currículo às avaliações externas. Além disso, enfraquece a gestão democrática ao restringir a participação da comunidade escolar, comprometendo a formação integral dos estudantes e o compromisso da escola pública com a equidade, a diversidade e a justiça social.

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                • Yara Lacerda

                  Sou contraria a essa proposta pois:
                  a educação deve permanecer integralmente pública,
                  a comunidade deve ter poder de acompanhamento e decisão,
                  a lógica pedagógica deve prevalecer sobre a lógica de mercado,
                  professores devem ser valorizados,
                  políticas educacionais devem priorizar equidade e inclusão.

                  Em vez de privatizar, muitas alternativas públicas podem fortalecer a escola: investimento consistente, formação docente, gestão democrática, modernização de infraestrutura e políticas de apoio às famílias.

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                  • Marcelo de Moura Jorge

                    Sou contrário ao novo modelo apresentado pois acredito que a gestão escolar (quanto aos demais envolvidos na Educação Pública) sejam realizados por profissionais capacitados e com conhecimento anterior nas questões que permeiam o ensino público. A privatização somente irá adiar a solução dos problemas reais e dividirá as categorias envolvidas no cotidiano escolar não trazendo respostas que melhorem as questões pedagógicas que precisam ser discutidas e aperfeiçoadas.

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                    • Alcina Carvalho

                      Sou contrária ao modelo apresentado. Gestão deve ser realizada por profissionais concursados.

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