Processo de consulta pública
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Sou totalmente contra esse modelo pois ele é contrário a escola pública de qualidade que defendemos. É um modelo que não considera a realidade da rede municipal de ensino, nem a história construída ao longo do tempo. A Educação Municipal tem qualidade e deve ser respeitada. A solução não é privatizar a gestão e sim fazer investimentos dos recursos públicos destinados a educação com políticas públicas sérias.
Sou contra ao modelo proposto, pois se a escola é pública, são servidores públicos que devem estar na gestão, coordenação e docência, eles são capacitados e concursados para realização do trabalho dentro da escola. A privatização do serviço público, retrata um retrocesso a gestão democrática. A escola deve ser um local de acolhimento e escuta de toda a comunidade escolar. Essa proposta traz um prejuízo a todos os envolvidos. É preciso valorizar os profissionais da educação, fortalecer as comunidades escolares e continuidade ao trabalho por esses profissionais que conhecem seus estudantes e suas famílias.
Sou contra a mudança na gestão do Ensino Fundamental Municipal de São Paulo. Não vejo potencialidades nesse modelo, ao contrário apresenta fragilidades quanto a transparência do processo de gestão dos recursos financeiros e pessoal visto que os recursos disponibilizados para a Educação Pública não devem ser direcionados para a Gestão Privada, que tem outra características de mercado. O projeto desconsidera o que a própria Constituição Nacional defende que é a Educação pública e de qualidade para todos. Portanto as políticas públicas independente de governo ou partido devem ser voltadas para a garantia dos direitos da população.
Sou a favor do modelo apresentado completamente. Ha tempos que nao temos tido êxito na educação publica. As crianças com acesso a escolas particulares e melhores ensino acessam boas faculdades frente aos demais. As Organizações nao tem cargos vitalícios. A proposta prevê que se a qualidade do ensino nao for atingida o termo se encerre, ou seja, os profissionais seguirão mantendo um padrão de qualidade que no momento nao vem sendo alcançado pelos servidores por diversos motivos (baixa remuneração, alta demanda - uma sala com 55 alunos - saude mental debilitada por diversas situações e etc....Enfim temos o exemplo de uma escola neste modelo em Sao Paulo com números expressivos. Se tentarmos em mais 3 daqui 5 anos pode-se dizer se deu certo ou errado. O que nao pode é continuar do jeito que esta. O projeto prevê participação publica em todas as tomadas de decisão escolar, precisa ler na integra para opinar.... Reclamar sem buscar novos horizontes nao adianta.
Bem, concordo parcialmente com suas colocações, pois sou professora pública há 31 anos, muitos alunos que tive o prazer de lecionar cursaram universidades públicas e até fizeram mestrado no exterior, detalhe, alunos que moravam na periferia do extremo sul de São Paulo. Ter compromisso e ética no trabalho depende de cada um ao exercer sua função, seja servidor público ou trabalhador da rede privada, por isso me orgulho de ser servidora pública e executar meu trabalho com excelência e possibilitar ser o diferencial na vida de muitas crianças e adolescentes. Quanto ao agumento que você expôs e eu concordo, é que realmente há necessidade de valorização dos profissionais da educação, isso não se restringe apenas aos docentes e gestores, mas a todo quadro de apoio, entregar prédios públicos para uma OSC administrar não melhorará as condições de trabalho ou garantirá uma remuneração mais alta, pelo contrário, salário reduzido e carga horária maior, é o que ocorre há anos nos CEIs parceiros.
Difícil chegar até aqui pra postar opiniões. Sou totalmente contrária à tentativa de entrega da escola publica para a inciativa privada, mobilização que já começou com a educação infantil. O ataque ao sistema público de educação tem várias frentes, e usam de sutilezas enganosas no discurso da lei, dos decretos, das justificativas políticas. A qualidade da educação depende de continuidade do investimento público, dos espaços democráticos de gestão e decisão, de honestidade dos gestores dos mais altos escalões. Ainda mais em São Paulo , onde a educação pública tem história, acúmulo, inúmeros casos de sucesso. Sou totalmente contra.
Não vejo potencialidades, se a educação é pública deve ser feita totalmente pelo serviço público. Se a intenção é usar a experiência acumulada , analisem a dos escolas municipais que trazem resultados acima da média, a que trabalho é uma delas, vejam como a gestão, feita por funcionários público trabalha, estejam mais próximos dos gestores. O maior desafio é acreditar que OS farão que os resultados mudem sem levar em conta toda diversidade da rede municipal
A privatização da educação representa um retrocesso, pois desconsidera a necessidade de investimento em profissionais qualificados e concursados. O modelo prioriza resultados quantitativos, o que tende a invisibilizar desigualdades sociais, desrespeitar os diferentes tempos de aprendizagem e limitar a autonomia docente, reduzindo o currículo às avaliações externas. Além disso, enfraquece a gestão democrática ao restringir a participação da comunidade escolar, comprometendo a formação integral dos estudantes e o compromisso da escola pública com a equidade, a diversidade e a justiça social.
Sou contraria a essa proposta pois:
a educação deve permanecer integralmente pública,
a comunidade deve ter poder de acompanhamento e decisão,
a lógica pedagógica deve prevalecer sobre a lógica de mercado,
professores devem ser valorizados,
políticas educacionais devem priorizar equidade e inclusão.
Em vez de privatizar, muitas alternativas públicas podem fortalecer a escola: investimento consistente, formação docente, gestão democrática, modernização de infraestrutura e políticas de apoio às famílias.
Sou contrário ao novo modelo apresentado pois acredito que a gestão escolar (quanto aos demais envolvidos na Educação Pública) sejam realizados por profissionais capacitados e com conhecimento anterior nas questões que permeiam o ensino público. A privatização somente irá adiar a solução dos problemas reais e dividirá as categorias envolvidas no cotidiano escolar não trazendo respostas que melhorem as questões pedagógicas que precisam ser discutidas e aperfeiçoadas.
Sou contrária ao modelo apresentado. Gestão deve ser realizada por profissionais concursados.