Processo de consulta pública
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Sou contrário ao modelo apresentado. Uma Gestão deve ser feita por profissionais concursados e que já trabalharam em salas de aulas, pois conhecem a escola por dentro, com todas as suas dificuldades e particularidades.
Ao invés de privatizar, invista nos profissionais concursados, formados, grande parte com pós-graduação, mestrado e estudiosos do seu tema. Incentive os formandos a investirem em suas formações para uma progressão na profissão. Este mundo terceirizado está acabando com os valores dos alunos e das famílias. Organizem a infra-estrutura da escola, com espaços confortáveis, laboratórios, bibliotecas, parques e, invistam nas participações de todos os segmentos das escolas para os grêmios estudantís, grupos de pais e especialmente, os educadores, formando assim um coletivo nas escolas. As escolas públicas não são empresas. Os territórios são diferentes e as necessidades também. Os territórios são educativos, alunos e professores e famílias precisam olhar para o local onde vivem e associarem às aprendizagens de seus filhos. Privatizar NÃO!
Me posiciono contrária ao modelo apresentado, por acreditar que escolas públicas precisam de trabalho contínuo para apresentarem resultados satisfatórios. Quando o serviço é efetuado por pessoas que não tem a estabilidade garantida pelo concurso público, o posicionamento pode ter interferências da vertente política em exercício, tendendo colocar a interesses pessoais acima do bem coletivo, o que a longo prazo traz mais malefícios que benefícios à comunidade escolar atendida na cidade.
Eu ja penso ao contrario....quem nao tem a famosa "estabilidade" sabe que a sua manutenção no cargo esta atrelada a qualidade da entrega e do resultado final....e sim, pode ser que eu esteja bem errada pois nao sou funcionaria publica.....
Concordo com a resposta de Angela Damaceno Reis a esta questão da estabilidade do servidor público, tão necessária para manutenção da democrácia. Além disso, os resultados em educação e outras áreas complexas da sociedade, não dependem exclusivamente da ação dos trabalhadores que atuam na ponta do serviço, justamente são áreas complexas porque envolvem diversos setores sociais. O docente pode aplicar sua melhor metodologia em sala de aula, mas se ele estiver trabalhando com educandos num ambiente superlotado, com problemas de acústica, má ventilação, falta de equipamentos (defasados e quebrados), numa comunidade históricamente violenta, vulnerável, com famílias em situação de precarização e que por esta condição não são capazes de acompanhar o processo educacional de seus filhos, com altos índices de gravidez na adolescência e infração juvenil, entre outras (todas situações muito presentes nas periferias da cidade), como esperar que o resultado seja produzido unicamente pelo docente?
Olá, a estabilidade do servidor público é para que ele possa realizar o seu trabalho de acordo com a legislação e não como o "patrão" deseja, o que na educação pode ser um risco, pois não tendo estabilidade, o gestor não pode promover a gestão democrática, não pode denunciar e fica a mercê da politicagem. É no interesse de defender os direitos dos munícipes que a estabilidade existe.
Esse programa é um retrocesso a comunidade. Um modelo antigo democrata para apoiar os golpistas, sem comprometimento com a educação
A interlocução com a sociedade civil pode ser considerada potencialidade somente quando não implique cessão da gestão escolar e quando preserve integralmente o caráter público do serviço educacional.
O principal desafio do modelo é o risco de privatização indireta da educação, com enfraquecimento do serviço público, descontinuidade das políticas educacionais e desvalorização dos servidores públicos da educação, cuja atuação é estruturante para a qualidade do ensino e para a garantia do direito à educação.
A cessão da gestão de escolas públicas a organizações da sociedade civil constitui grave retrocesso, por comprometer o papel do Estado, a gestão democrática e a valorização permanente dos profissionais da educação, que não podem, em hipótese alguma, ser substituídos por arranjos privatizantes ou conveniados.
Enquanto cidadão de São Paulo, manifesto-me contrário ao modelo que se quer adotar. O exemplo do Liceu Coração de Jesus não é referência em termos dados da Provinha São Paulo, já que os dados não são comparáveis a períodos mais longos; os alunos que a fizeram vieram de outras escolas, portanto, já possuíam bagagens pedagógicas e os dados comparáveis de 2023 e 2024 apresentaram resultados ínfimos, que não traduzem qualidade significativa. O grande problema desse modelo é tratar o serviço educacional público como inferior ao serviço educacional privado ou gerido por terceirização. Isso apenas demostra a incompetência da administração pública em resolver os desafios.
Não há potencialidades a serem consideradas. O modelo de gestão proposto representa um retrocesso. A gestão escolar não pode ficar subordinada a interesses políticos ou a projetos de governo. A escola precisa de autonomia para garantir o Direito à Educação, e não para atender interesses particulares.
Trata-se de uma proposta incoerente do ponto de vista educacional, pois prioriza interesses financeiros em vez das necessidades reais das comunidades escolares. Embora o acesso à educação tenha avançado, ainda estamos longe de garantir permanência e aprendizagem para todos. A prioridade deveria ser reduzir o número de alunos por turma e assegurar condições físicas, estruturais e pedagógicas para atender, com qualidade, crianças, adolescentes, jovens e adultos.
Sou completamente contrária ao modelo. Deve-se seguir o previsto na Constituição Brasileira e oferecer educação pública de qualidade.
Me manifesto contrária ao modelo proposto. Desta forma, discutir as potencialidades e desafios do mesmo, se torna redundante.
Este modelo não contempla o desfaio psicossocial que as Unidade Educacionais apresentam. No caso do Liceu Coração de Jesus os resultados apresentados é de um recorde de transição de uma proposta pedagógica confessional que não é a realidade das escolas municipais. Os gestores escolares efetivos e concursados tendo todo o respaldo legal, formação, recursos humanos e materiais necessários conseguem resultados espetaculares. A escola sendo provida principalmente de recursos humanos atinge resultados muito satisfatório. Infelizmente temos muita falta de todos os módulos de profissional dentro da escola ou por falta de contratação, ou por falta de concurso, ou por afastamentos médicos...enfim vários fatores que atrapalham a gestão escolar a desenvolver um trabalho mais qualitativo do que já realizam. Tivemos avanços em repasses de recursos públicos mas falta recursos humanos suficiente para oferecermos uma educação com mais qualidade social.