Processo de consulta pública
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site, para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários. Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site, e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho, de como são realizadas as navegações no site, para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro. Esses cookies podem ser desabilitados, e, só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página. Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site, sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk. Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização, marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
NÃO CONCORDO COM ESTE MODELO DE GESTÃO. A educação não deve ser terceirizada, subjugada a interesses particulares. A educação é um direito que deve ser garantido e assegurado pelo poder público.
Me manifesto em contrário. Primeiro pq o dinheiro dos cortes públicos devem ser investidos para o povo, os políticos devem gerir as cidades com foco nomeações, em benefícios e melhorias que alcancem o povo, e não os empresários.
O prefeito precisa usar o cargo e o tempo de trabalho, pago pelo povo, para buscar melhorias e valorização da educação pública.
E este debate sequer chega a totalidade da população que esta dentro do sistema de educação que o prefeito quer desmontar para beneficiar empresários e aprisionar a população em subempregos.
Esse modelo de instituição e de ensino, sobrecarrega funcionários e também os alunos, além de nao garantir uma maior eficiência dos profissionais da educação, que por nao se tratar de funcionários concursados, nao tem a mesmo comprometimento e conhecimento de um profissional CLT.
Minha manifestação é CONTRÁRIA à proposta, por não conceber Gestão da escola pública desvinculada, terceirizada, alheia ao espaço e às concepções das unidades escolares, do território onde estão inseridas, da comunidade e sua cultura. A Gestão de uma escola é Pedagógica, não tem caráter "administrativo", tecnicista, desvinculado da vida e dos ritmos da escola.
Na minha opinião, o modelo não deve nem ser considerado. Se queremos um país melhor, a Educação não pode ser terceirizada, seja para quem for, empresas ou instituições sem fins lucrativos. É papel do Estado garantir esse direito a todo cidadão.
Não reconheço potencialidades em um modelo que transfere a gestão de escolas públicas a organizações privadas, ainda que sem fins lucrativos. A Constituição Federal, em seu art. 205, define a educação como dever indelegável do Estado, e o art. 206 estabelece princípios como a gestão democrática, a valorização dos profissionais da educação e a igualdade de acesso e permanência, todos incompatíveis com a terceirização da gestão escolar.
O principal desafio do modelo é evitar a descaracterização da escola pública, a fragmentação da política educacional e o enfraquecimento do controle social. A ampliação do ensino integral e a melhoria da qualidade devem ocorrer por meio do fortalecimento da rede pública direta, com investimento estatal, concursos públicos e políticas educacionais contínuas, e não pela transferência de responsabilidades constitucionais a terceiros.
SOU CONTRA ! A escola como instituição social pública provida pelo poder público, via concurso, permite o estabelecimento de vínculos fortes de seus servidores e a comunidade. Temos visto um grande desmonte nas instituições que tem sido privatizadas, Enel com apagões históricos, telefonia de unidades escolares e de estabelecimentos comerciais sem funcionar, Sabesp com racionamento de água por dias consecutivos! Nas escolas, mesmo com as empresas terceirizadas e seus colaboradores buscando atender aos estudantes, a rotatividade de colaboradores é alta e o acesso a informações funcionais e administrativas não são do domínio da gestão das unidades que fica por avaliar superficialmente, sem ações efetivas.
Manifesto de forma contrária a esse projeto. O modelo de gestão da escola pública para a iniciativa privada desconsidera que a educação é um direito social e não um serviço mercadológico, sendo a escola pública de qualidade essencial para garantir equidade, formação integral e a redução das desigualdades sociais.
Sou contra acredito que temos que investir numa escola pública gerida por servidores concursado com. Onselho participativo para atender as necessidades de cada território e não em gestão privada que tende a atender interesses individuais e não coletivos
Manifesto-me CONTRA essa proposta.
A gestão da escola pública deve se dar pelo poder público: este se materializa cotidianamente pelos servidores públicos, que passaram pelo concurso de acesso, apoiados pela gestão democrática constituída pelos Conselhos de Escola (formados pela comunidade escolar - diretores, coordenadores, professores, estudantes e famílias).