Processo de consulta pública
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Não concordo com a medida proposta de privatização da gestão escolar. Relembro as da servidora Maria Isabel Bruto de Souza: Manifesto-me contrariamente à proposta de privatização da gestão do Ensino Fundamental, por entender que tal medida representa riscos significativos à garantia de direito à educação pública, gratuita, laica, inclusiva e de qualidade socialmente referenciada. Pois, a Educação é dever constitucional do Estado (art. 205da Constituição). A transferência da Gestão para entes privados fragiliza a gestão democrática, compromete a continuidade pedagógica e pode ampliar desigualdades, ao submeter a educação a lógicas administrativas e financeiras. Os recursos públicos devem fortalecer a escola pública, com valorização dos profissionais da educação, bem como devemos defender o concurso público de acesso ao cargo de gestor. Defendo a manutenção e o fortalecimento da educação pública como direito fundamental e de responsabilidade do poder público.
Nenhuma, pois privatizar a gestão ou a escola é colocar dinheiro público para lucro de entidades, além de atestar a própria incompetência em gerir a educação da cidade. Precisamos de vontade política na organização e valorização dos profissionais da rede direta, são profissionais altamente qualificados para gerir o sucesso dos estudantes!
Nenhum, o modelo de privatização, não deve ser aplicado a escola pública municipal e nem estadual, privatização não beneficia o povo em nada. Temos como exemplo o fracasso das OSS.
Os gestores das unidades escolares, devidamente concursados e professores de carreira, possuem plena competência para realizar a gestão escolar e a correta aplicação dos recursos públicos, desde que o PTRF seja repassado de forma regular e em valores suficientes.É inaceitável o direcionamento de recursos públicos a empresas privadas que não compreendem a realidade e as especificidades da escola pública. Caso a Prefeitura tenha como objetivo alcançar resultados efetivos — como a melhoria dos índices de alfabetização, da frequência e permanência dos estudantes, bem como o avanço real das aprendizagens —, é fundamental que dialogue com os sindicatos e representantes da categoria docente.Temos muito a contribuir e condições concretas de apresentar propostas capazes de promover mudanças reais na educação paulistana, que vão muito além da discussão exclusiva sobre remuneração. Reafirmamos nossa posição contrária ao modelo privatista, pois a privatização precariza o atendimento.
Não a privatização!foi privatizada a merenda , os alunos são privados de repetir a merenda, a limpeza, os empresários da calote em seus salários e os funcionários não vão limpar a escola. Tudo muito precário , querem lucrar na escola tirando os direitos
Essa proposta apresenta riscos significativos à consolidação da educação pública.
O modelo pode fragilizar a responsabilidade direta do Estado, comprometer a gestão democrática e gerar fragmentação pedagógica. o fortalecimento da RME deve priorizar a gestão pública direta, com investimentos estruturantes, valorização dos profissionais da educação e fortalecimento da capacidade institucional do poder público, em detrimento da ampliação de parcerias para a gestão escolar.
A potencialidade do modelo estaria na contratação de organizações da sociedade civil com reconhecida capacidade educacional e proximidade com as comunidades atendidas. O desafio é realizar o processo no âmbito do interesse público, garantindo-se a gestão democrática, sem qualquer risco de privatização.
Acredito que a gestão escolar deva merecer apoio. A falta de recursos humanos nas escolas fazem com que os gestores estejam sobrecarregados em situações de resolução de conflitos constantemente. Alias, toda a escola e todos os profissionais inseridos estão sofrendo sobrecarga psicologica ao passar uma boa parte do tempo em resolução de conflito ao invés de ter o tempo para repensar a estrutura física das escolas e estrategias de facilitação ao aprendizado. É urgente repensar o modelo de gestão, no sentido de falta de apoio. Precisamos de orientadores pedagógicos e psicologos em todas as escolas para absorver a demanda que adoece a equipe escolar. Se tiver que tercerizar alguma coisa, que tercerize uma empresa de psicologia escolar. Educação é DEVER do estado e não de empresa.
Os gestores das escolas, devidamente concursados, professores de carreira, têm competência para gerir, com o devido uso dos recursos públicos, desde que o PTRF venha regularmente e em valores suficientes. É absurdo o derrame de dinheiro público para empresas privadas que não entendem nada de escola pública. Se a Prefeitura quer resultados, melhorar índices de alfabetização, frequência e permanência, avanço real das aprendizagens, sugiro que receba os Sindicatos, representantes da categoria docente. Temos muito a contribuir e temos condições de sugerir ações concretas que realmente podem mudar a educação paulistana, e não estamos falando somente de remuneração dos funcionários. Somos contra o modelo privatista. Privatizar precariza o atendimento.
A privatização das escolas representa um grave ataque à educação pública. Ao transferir a gestão para a iniciativa privada, a Prefeitura enfraquece o papel do Estado, precariza o trabalho dos profissionais da educação e transforma um direito constitucional em mercadoria. Esses modelos não melhoram a qualidade do ensino e ainda aprofundam desigualdades. Educação pública deve ser fortalecida com investimento, gestão democrática e compromisso social, não entregue à lógica do lucro.
A educação pública não é mercadoria. A proposta de privatização da educação na Prefeitura de São Paulo ameaça o direito constitucional a um ensino gratuito, inclusivo e de qualidade. Entregar a gestão educacional à iniciativa privada significa priorizar o lucro em detrimento do aprendizado, precarizar o trabalho dos profissionais da educação e ampliar as desigualdades sociais. A escola pública deve ser fortalecida com investimentos, valorização dos educadores e participação da comunidade, não desmontada. Defender a educação pública é defender o futuro da cidade e a dignidade de nossas crianças e jovens