Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Mikaele Barros Ferreira

    Quem está dentro do ambiente escolar bem sabe que o problema da educação não está na gestão da escola e sim é uma problemática decorrente do governo. Na teoria tudo é lindo e maravilhoso , mas nós sabemos como funciona na prática. Sou totalmente contra .

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    • Joelma Jacob de Oliveira

      O principal desafio reside na possível colisão entre a lógica de mercado (eficiência e lucro/superávit) e a lógica do direito à educação (equidade e participação).
      ​Uma gestão democrática pressupõe que o gestor e o professor conheçam profundamente a comunidade local. No modelo privado, o uso de contratos temporários ou terceirizados pode:
      ​Enfraquecer o vínculo entre professor e aluno.
      ​Desestimular a carreira docente, já que a estabilidade do concurso público é substituída pela precariedade contratual.
      A gestão democrática exige a participação de colegiados, conselhos escolares, pais e alunos. Modelos privados tendem a priorizar metas impostas por uma matriz externa em detrimento da autonomia pedagógica e das necessidades específicas daquela comunidade.
      Sou contra esse modelo de gestão. Escola pública tem que ter uma gestão democrática, feita por todos que estão no chão da escola e conhecem a própria realidade

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      • katherine bernardis

        Esse arranjo também tensiona o princípio constitucional da gestão democrática do ensino público, pois decisões centrais passam a ser condicionadas a planos de trabalho pactuados com entidades externas à administração direta, reduzindo o poder deliberativo efetivo da comunidade escolar. Além disso, a substituição do provimento de profissionais por concurso público por contratações indiretas fragiliza um dos pilares do Estado democrático previsto no artigo 37 da Constituição. O concurso público garante impessoalidade, continuidade das políticas educacionais e autonomia pedagógica, protegendo a escola de descontinuidades administrativas e de vínculos de trabalho instáveis que dificultam o planejamento pedagógico de longo prazo.

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        • katherine bernardis

          Embora as OSCs sejam entidades sem fins lucrativos, os recursos que sustentam essas escolas continuam sendo integralmente públicos. Não há geração de novas fontes de financiamento, mas apenas a transferência da execução do gasto para um ente privado, o que não elimina custos estruturais e ainda exige mecanismos adicionais de controle e fiscalização por parte do poder público. Assim, o modelo não enfrenta o subfinanciamento histórico da educação nem resolve desigualdades territoriais, limitando-se a reorganizar a forma de gestão dos mesmos recursos já escassos.

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          • CRISTIANE DA SILVA BARROS FERREIRA

            Investir na educação pública e gratuita é o único modelo cabível a ser considerado.

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            • Lucia Elena

              Para que o ensino consiga manter um diferencial, é necessário outras coisas além das propostas existentes. Um menor numero de alunos por sala; funcionários para acompanhamento de alunos com deficiência em tempo integral. Etc.

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              • katherine bernardis

                Não há evidências consistentes, no Brasil ou no exterior, de que a simples mudança do modelo de gestão produza melhoria estrutural e sustentável da aprendizagem. Experiências adotadas em outros estados e em países que implementaram modelos semelhantes mostram resultados variados e, em muitos casos, equivalentes aos das redes públicas diretas quando estas contam com financiamento adequado, equipes estáveis e políticas pedagógicas consistentes. Isso indica que o problema central da educação pública não está na natureza jurídica de quem administra a escola, mas nas condições materiais, no financiamento e na valorização dos profissionais.

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                • MOF

                  É possível perceber que as respostas apontam, de forma consistente, a dificuldade de manter a função essencial da escola pública: uma gestão democrática, imparcial e voltada para todos. A proposta apresentada tende a transformar a estrutura em um meio de criação de cargos ligados à gestão atual, sem garantia de continuidade, tornando-se vulnerável a cada mudança de governo. É importante reforçar que a educação é um direito da população e não deve ser tratada como fonte de lucro.

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                  • CRISTIANE DA SILVA BARROS FERREIRA

                    A educação pública sem sombra de dúvidas precisa ser pública, não deve ser privatizada! O problema da educação não está na gestão e sim na falta de estrutura, 30 estudantes pra um professor é um absurdo, fora que além disso tem os estudantes com deficiência que demandam mais atenção. É desumano cobrar dos professores alfabetização até o 2º ano sem dar nenhum suporte.

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                    • VITOR EDUARDO MOREIRA

                      O modelo traz o número de 18 turmas com 30 alunos. Ao meu ver o número de alunos por turma deveria ser reduzido a 20. Acredito que a qualidade do ensino seria maximizada com redução do número de alunos por sala.

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