Processo de consulta pública
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A Educação Pública deve ser mantida integralmente sob a responsabilidade da gestão pública. Os cargos de gestão escolar, como o de diretor de escola, devem ser ocupados exclusivamentes por servidores públicos, de carreira e concurso público , assegurando a autonomia, imparcialidade e compromisso com interesse coletivo e público. Essa forma de provimento garante uma gestão educacional esteja livre de interferências políticas - partidárias, ideológicas ou de interesses particulares fortalecendo a transparência , a continuidade das políticas educacionais e a qualidade do ensino oferecido à comunidade.
A Educação Pública deve ser mantida integralmente sob a responsabilidade da gestão pública. Os cargos de gestão escolar, como o de diretor de escola, devem ser ocupados exclusivamentes por servidores públicos, de carreira e concurso público , assegurando a autonomia, imparcialidade e compromisso com interesse coletivo e público. Essa forma de provimento garante uma gestão educacional esteja livre de interferências políticas - partidárias, ideológicas ou de interesses particulares fortalecendo a transparência , a continuidade das políticas educacionais e a qualidade do ensino oferecido à comunidade. A educação da maior cidade das Américas não pode ser produto, e não está a venda.
Fazer modelo de parceria privada gera Risco de Mercantilização e Desvio de Finalidade, mais Precarização das Relações de Trabalho, Enfraquecimento da Gestão Direta e Democrática e Transparência e Controle Social. Isso é um atraso para a educação pública com o objetivo de sucateamento e entrega de lucros para parcerias privadas. Mais um absurdo de um governo omisso e sem nenhum respeito com o dinheiro público.
O modelo de gestão das escolas não pode ser privado, pois servidores públicos podem garantir política pública, enquanto gestões privadas atendem à políticas de governo que podem não estar em consonância com deveres constitucionais da educação como laicidade - entre outros direitos humanos.
Alguns defendem esse modelo dizendo que ele pode trazer mais agilidade na gestão e melhorar a infraestrutura das escolas. Também falam em metas e resultados mais rápidos. Mas os desafios são muito maiores. A privatização pode aumentar a desigualdade, transformar a educação em negócio e deixar o lucro acima da aprendizagem. Além disso, enfraquece o papel do Estado, precariza o trabalho dos professores e retira espaço dos servidores públicos efetivos e concursados, que são fundamentais para uma gestão escolar democrática e de qualidade.
A educação é um dever do Estado, não uma mercadoria. O melhor caminho é investir na escola pública, com profissionais valorizados e compromisso com todos os alunos.
SOU TOTALMENTE CONTRA A PROPOTA DE PRIVATIZAÇÃO!!
Manifesto-me contrariamente à proposta de privatização da gestão do Ensino Fundamental, por entender que tal medida representa riscos significativos à garantia de direito à educação pública, gratuita, laica, inclusiva e de qualidade socialmente referenciada. Pois, a Educação é dever constitucional do Estado (art. 205da Constituição). A transferência da Gestão para entes privados fragiliza a gestão democrática, compromete a continuidade pedagógica e pode ampliar desigualdades, ao submeter a educação a lógicas administrativas e financeiras. Os recursos públicos devem fortalecer a escola pública, com valorização dos profissionais da educação, bem como devemos defender o concurso público de acesso ao cargo de gestor. Defendo a manutenção e o fortalecimento da educação pública como direito fundamental e de responsabilidade do poder público.
Totalmente contrário
O modelo público-privado em escolas públicas de São Paulo é criticado por comprometer o direito à educação como bem público, sem ganhos comprovados em qualidade, além de agravar desigualdades, fragilizar a gestão democrática e onerar o orçamento municipal.
## Principais argumentos contrários
-Desvio de recursos públicos: Desloca verbas para empresas privadas, limitando autonomia democrática.
- Sem melhoria na aprendizagem: Estudos mostram impacto nulo ou baixo em avaliações.
- Aumento de desigualdades: Cria escolas de "primeira" e "segunda" categoria, segregando alunos.
- Perda de autonomia escolar: Prioriza metas empresariais sobre necessidades locais.
- Riscos financeiros: Contratos longos engessam orçamento e elevam custos.
Não há potencialidades a serem consideradas. Há apenas uma clara inversão do sentido de escola pública. Diga não a privatização e terceirização. A escola pública precisa ser defendida. Modelos pobres, com conceitos pobres e vagos. Querem transformam mais uma parte da prefeitura em negócio. Diga não!!! A escola como está já tem bastante potencialidades e desafios. Vamos trabalhar.
A Educação Pública deve ser mantida integralmente sob a responsabilidade da gestão pública. Os cargos de gestão escolar, como o de diretor de escola, devem ser ocupados exclusivamentes por servidores públicos, de carreira e concurso público , assegurando a autonomia, imparcialidade e compromisso com interesse coletivo e público. Essa forma de provimento garante uma gestão educacional esteja livre de interferências políticas - partidárias, ideológicas ou de interesses particulares fortalecendo a transparência , a continuidade das políticas educacionais e a qualidade do ensino oferecido à comunidade.
Sem dúvida, a execução de formação continuada aos profissionais, na própria unidade
e nas oportunidades organizadas pelas Diretorias Regionais de Educação, com uso
das diretrizes pedagógicas da SME, será de grande valia para práticas docentes engajadas, atualizadas e aprimoramento para o desenvolvimento integral dos estudantes!
Não identifico potencialidades, uma vez que o funcionalismo público está a cada dia perdendo sua capacidade de assegurar a acessibilidade dos estudantes, entregar nossas escolas a este tipo de parceria e acabar de vez com o direito à educação de nossa sociedade, é acabar com o funcionalismo público, que precisa criar estratégias e políticas públicas para garantir a qualidade de seus serviços.