Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Vanessa Cristina Silva Cavalcante

    Absurda esta idéia de colocar o Ensino à venda nesta cidade. Educação é coisa séria e deveríamos estar pensando em investimentos na área, melhorar a gestão, abrir concurso com melhores salários, investimento na carreira dos professores, entre outros.

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    • Tatiany Barreto

      Não é possível destacar potencialidades, em um modelo que descaracteriza o ensino público, pois passa a ser gerido, mesmo com supervisão por funcionários que não estão dentro do regime público. Desafios que podem ser considerados: construção de escolas públicas em territórios com alta demanda (dados estes de ciência da SME); retomada dos concursos públicos, incluindo os de acesso, para aumento do número de profissionais efetivos; diminuição de estudantes por turma prevista em legislação para um atendimento digno as pessoas com deficiência, TEA e/ou transtornos; valorização dos profissionais da RME.

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      • Andréa Lima

        Não acredito nesse modelo de privatização, escola pública tem que ser gerida pelo serviço público, com servidores públicos concursados, educação não é mercadoria pra ser vendida.

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        • AlexandraPerrin

          Uma escola pública de qualidade deve ser gerida diretamente pela prefeitura, com funcionários públicos concursados, assegurando uma gestão democrática pautada na transparência e na veracidade das ações. Essa gestão pública precisa valorizar seus profissionais, garantindo plano de carreira, salários dignos e condições adequadas de trabalho.

          Também é fundamental reduzir o número de crianças por sala, contratar estagiários para o cuidado e acompanhamento das crianças com inclusão, além de profissionais módulos para suprir faltas e fortalecer o apoio pedagógico.

          A terceirização da educação pública representa a desvalorização dos trabalhadores, com redução de salários e contratação de profissionais despreparados. Trata-se de um retrocesso que ameaça conquistas históricas e direitos adquiridos ao longo de anos de lutas em defesa da escola pública de qualidade.

        • Ana Paula Luz

          O modelo que defende a educação pública como responsabilidade do Estado apresenta como principal potencial a garantia do direito à educação gratuita, universal e de qualidade para toda a população. A gestão realizada por servidores públicos concursados assegura compromisso com o interesse coletivo, estabilidade institucional e a defesa da escola pública acima de interesses privados ou mercadológicos, fortalecendo uma educação pautada na equidade e na justiça social.

          O desafio desse modelo está em resistir às tentativas de privatização e terceirização da gestão escolar, que podem comprometer o caráter público da educação. Além disso, é necessário que o Estado assegure investimentos adequados, condições de trabalho dignas e uma gestão democrática e participativa, para que a escola pública cumpra plenamente sua função social sem submeter-se à lógica do lucro ou à influência de organizações privadas.
          SOU TOTALMENTE CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA!

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          • Mara Iris

            Escola pública de qualidade deve ser direta pela prefeitura com funcionário público concursado, garantindo uma gestão democrática com transparência e veracidade, e também a gestão pública valorizando os funcionários com plano de carreira, salário digno e qualidade. É importante a redução de crianças por sala, contratação de estagiários para o cuidado com a criança de inclusão e de módulos para suprir as faltas e dar o apoio pedagógico. Terceirizar a educação pública é desvalorizar os funcionários, redução de salários e contração de funcionários despreparados. Terceirizar é fazer um retrocesso de todas as conquistas e direitos adquiridos durantes anos de lutas e conquistas pela escola pública.

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            • Marcelo Costa Sena

              As EMEFs precisam de funcionários e apoio especializado para dar conta das demandas como violência e estudantes com TDHA , TOD e outros transtornos .Na prática a gestão pública municipal jamais ouviu as solicitações da direção da escola que conhece a realidade, pelo contrário promoveu a pior atitude de um gestor que foi afastar diretores com base no resultado de avaliação externa desconsiderando inclusive todos os projetos e ações da escola e reconhecidos pela prefeitura de São Paulo. Então potência já existe nas unidades o desafio é a mudança ds visão da prefeitura diante da sua obrigação ds investir na escola pública ! Isso se faz com apoio financeiro às escolas não reduzindo verbas ou com contratações precárias , contratos de docentes que sequer tem a garantia de continuidade na escola , por isso potência é concurso público!

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              • Marcelo Costa Sena

                Escola Pública deve ser gerida por funcionário público de carreira ,valorizado, assim como deve-se respeitar a lei orgânica do município de São Paulo em aplicar recursos na construção de escolas com estrutura apropriada, criar novos concursos públicos e cargos para atender a demanda que é a garantia de direito da população. O prefeito não promove concurso público e abarrota as unidades educacionais de crianças num período integral sem qualquer alteração estrutural ou ampliação de recursos humanos,crianças em salas superlotadas , crianças deficientes sem apoio especializado, a condição ds vulnerabilidade sem qualquer atenção do município. São Paulo tem previsão no orçamento de 80 bilhões para educação .Onde irá parar esse dinheiro? Na mão do empresário qus vai financiar a próxima eleição de quem o favoreceu ?? Há uma investigação do TCM e do Ministério Público sobre os casos das creches conveniadas ! A população vai concordar com isso?

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                • Marcelo Costa Sena

                  Escola Pública deve ser gerida por funcionário público de carreira ,valorizado, assim como deve-se respeitar a lei orgânica do município de São Paulo em construir escolas ,criar novos concursos públicos e cargos para atender a demanda que é a garantia de difeito da popukação. Não o qie estamos presenciando nas unidades educacionais onde a atual gestão municipal corta verbas , não promove concurso público e abarrota as unidades educacionais de crianças num período integral sem qualquer alteração estrtural ou ampliação de recursos humanos . Portanto, querer adotar sistema de OS é fugir à responsabilidade do estado em aplicar recursos públicos na escola e não em ONGs ou instituições que na prática já são beneficiadas pela prefeitura no convênio das creches , muitas de péssima qualidade e passível ds imvestigação do ministério público diante a forma aue trata sdus funcionários e a qualidade do serviço prestado. Dizeŕ não a esse descalabro é o mínimo que população deve fazer.

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                  • Andréia Ramos

                    Embora a terceirização da gestão das escolas públicas seja apresentada como alternativa para maior agilidade administrativa, seus desafios superam as supostas potencialidades. Esse modelo fragiliza o caráter público da educação, precariza as relações de trabalho ao substituir concursos por contratos instáveis e enfraquece a gestão democrática, princípio garantido pela Constituição e pela LDB.
                    A qualidade da educação pública depende do fortalecimento do Estado, com investimento contínuo, valorização dos profissionais, realização de concursos públicos e políticas educacionais estruturantes. Direitos não se terceirizam; a educação pública deve permanecer sob gestão direta do poder público.

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