Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Paula Miranda

    A educação pública deve ser estatal, administrada pelo ente público somente. Esse quesito é fundamental para a garantia de direitos e acesso à política pública, evitando que a educação pública seja legislada, pensada e vivida a partir de interesses de outros setores, como o econômico, financeiro e partidário.

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    • Emerson C Santos

      As potencialidades ao meu ver estão no trabalho dos profissionais de educação que potencializam as experiências pedagógicas e o aprendizado do aluno. Os desafios vem de contar com uma melhor estrutura de trabalho na escola pública. Recursos multimidia, efetivamente funcionais, aliado a oferta de materiais pedagógicos que contribuam para o trabalho do profissional de educação. Soma-se a esses dois fatores, a devida remuneração a esse profissional. A solução está na valorização da escola pública e em quem nela trabalha. Não é pelo caminho da privatização e da mensuração do tempo pedagógico em gráficos de desempenho empresariais que essa valorização será alcançada. A educação não é o mercado empresarial. O que nela se faz precisa de tempo e condução totalmente diferente do que se tem na iniciativa privada.

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      • Fernanda_96

        No que se refere às metas previstas no termo de colaboração, a oferta de formação continuada de forma individualizada descaracteriza o princípio de Rede, que pressupõe a garantia de acesso equitativo às formações para todas as unidades educacionais. Tal estratégia gera discrepâncias entre as unidades e compromete os princípios de justiça e igualdade formativa. Investir na qualificação das formações já realizadas pelas DRE, assegurando recursos humanos adequados para garantir a participação das equipes escolares, configura-se como um direito que deveria estar garantido no atual modelo de gestão. A não participação de muitos professores nos percursos formativos não decorre da deslegitimação do processo formativo, mas, sobretudo, da existência de impedimentos institucionais que dificultam seu afastamento da unidade escolar, uma vez que o atendimento ao estudante é prioridade não há professores em módulo em quantidade suficiente.

        • Fernanda_96

          Ainda no que se refere às metas previstas, destacamos que, no atual modelo de gestão, já estão institucionalizados os espaços de diálogo e participação das famílias e dos estudantes, com os Conselhos de Escola, Grêmio Estudantil, Conselhos Mirins, Comissão de Mediação de Conflitos, entre outros. Não se justifica, portanto, a proposição de um novo modelo de gestão com essa finalidade.
          Quanto à pesquisa de satisfação, esta não é realizada, uma vez que a gestão das escolas públicas se pauta pelo princípio da gestão democrática, na qual as famílias não são tratadas como clientes, mas como participantes ativos do processo de construção do Projeto Político Pedagógico. Anualmente são realizadas as avaliações institucionais.

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        • Marcel Santos de Queirós

          A educação pública de qualidade é responsabilidade do Estado, cuja administração deve ser conduzida por servidores de carreira, garantindo imparcialidade, continuidade e atendimento às necessidades da população, independentemente de conjunturas políticas.

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          • Gleydison Hupp Bastos

            A educação pública tem grande potencial quando é fortalecida pelo poder público, com investimentos em pessoas, estrutura e participação da comunidade. Escolas bem geridas conhecem seus estudantes, dialogam com as famílias e respeitam a realidade de cada território. Isso só é possível quando a gestão permanece pública, comprometida com o direito à educação e não com interesses privados. O principal desafio da terceirização é o risco de afastar a escola de sua função social. Quando a gestão é transferida para empresas ou organizações privadas, há perda de controle público, enfraquecimento da gestão democrática e insegurança para os profissionais da educação. Além disso, a lógica de metas pode desconsiderar o cuidado, o acolhimento e o desenvolvimento integral dos estudantes. Por isso, o caminho mais justo é enfrentar os desafios com mais investimento, valorização dos educadores e escuta da comunidade escolar, e não com a terceirização das escolas públicas.

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            • Karina Lopes Souza

              A gestão de uma escola pública deve ser feita por servidores públicos concursados que defendam a escola pública de qualidade acima de interesses de outras organizações. O direito a educação deve ser priorizado para todos os cidadãos. Se faz necessário, a manutenção dos recursos públicos para que os mesmos possam ser utilizados de maneira transparente e justa nas necessidades da escola para aquisição de materiais e reformas por exemplo.

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              • Debora Santos de Araujo

                Início declarando que Escola pública assim como qualquer outro órgão público. Devem ser geridas e os cargos devem ser acessados por meio de concursos publicos, do modo como esta definido e juramentado na nossa constituição.
                Nao conheço uma única autarquia que tenha passado pelo processo de privatização que podemos apontar como modelo de eficiência e competência.
                Querer passar a gestão das escolas para o serviço privado, ao meu ver e uma declaração muito clara que o governo e seus assessores nao se sentem competentes para cuidar da cousa pública.
                Outra verdade que pode ate doer mas precisa ser dita: 1 a escola pública realiza milagres com o pouco recurso e investimento que lhe é destinado
                2- melhorar a escola, nao e apontar o dedo apenas para o professor. A CF/88 cita que a educação tem sua base e é de responsabilidade da Familia, Estados e Sociedade.
                Alterar o modelo apenas para atender um lado da história é violar a carta magna

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                • Felipe Maciel

                  Penso que o caminho não é alterar o modelo de gestão para Organizações da Sociedade Civil (OSCs), mas fortalecer o atual, com suporte às equipes e aumento de módulo nas unidades. O problema não é o modelo, mas a carência estrutural e a baixa periodicidade no repasse de verbas, que não acompanham as necessidades diárias.

                  Migrar para OSCs não resolve o módulo incompleto e desvaloriza os funcionários que garantem a qualidade do ensino, apesar dos recursos não chegarem na frequência necessária. A solução é o investimento direto e suporte às equipes, valorizando os profissionais que já compõem a rede e conhecem sua realidade.

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                  • Juliana Vieira dos Santos

                    A gestão ideal é a gestão pública e democrática. Essa gestão deve ser composta por servidores públicos concursados.

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                    • Andreia S Oliveira

                      Educação pública de qualidade é dever do Estado e o servidor público existe justamente para atender os interesses e necessidades da população, independente de qual partido político esteja governando. Não há modelo melhor para a sociedade do que a gestão por funcionários concursados.

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