A educação pública é de responsabilidade do Estado e cabe a ele a responsabilidade e gestão por sua execução. Modrlos híbridos criam dualidades e tiram a autonomia da comunidade escolar.
Pelo material apresentado, fica evidente que a administração das escolas municipais paulistanas caminha para um processo muito semelhante ao adotado nas charter schools e em outros modelos híbridos já implementados em estados e municípios que seguem políticas educacionais de caráter gerencial e neoliberal. Trata-se de modelos de administração, organização e gestão pedagógica que descaracterizam a unidade da rede municipal de ensino ao fragmentar as escolas em diferentes experiências de gestão — como a administração direta, a administração indireta, os convênios com creches, as concessões e até mesmo modelos próximos aos vouchers, já presentes em experiências anteriores da própria rede.
privatização não é a solução para a melhora da educação. É necessário atualizar normas e regras para tornar o serviço mais eficiente, valorizar o servidor publico presente e comprometido com sua função.
Um modelo que deu errado em diversos países trazendo retrocesso nao pode ser considerado como um projeto que vai transformar a gestão, muito pelo contrário, distanciar os docentes da comunidade escolar é reproduzir o fracasso escolar, o que adianta fazer isso no presente se o futuro garante o fracasso deste projeto.
Não concordo. Transferir a gestão pública educacional para ong ou iniciativa provada só aumenta os custos, torna precária os atendimentos, faz da educação um negócio para dar lucro. Fragiliza e torna sem transparência os recursos públicos, além de não elevar a qualidade da educação.
A educação tem o poder de transformação e quando falamos de gestores temos que levar em consideração que ele é parte muito importante na relação interpessoal e ultra pessoal da comunidade escolar, os gestores querem desenvolver um trabalho que faça o acolhimento da criança, não podemos despejar o fracasso escolar nestes profissionais, existe dezenas de fatores que precisam ser analisados. Colocar numa empresa está responsabilidade é transferir a incompetência do Estado em gerir a Educação gratuita. Por este motivo sou contra este projeto que nada traz de transformação educacional.
A educação pública é de responsabilidade do Estado e cabe a ele a responsabilidade e gestão por sua execução. Modrlos híbridos criam dualidades e tiram a autonomia da comunidade escolar.
Pelo material apresentado, fica evidente que a administração das escolas municipais paulistanas caminha para um processo muito semelhante ao adotado nas charter schools e em outros modelos híbridos já implementados em estados e municípios que seguem políticas educacionais de caráter gerencial e neoliberal. Trata-se de modelos de administração, organização e gestão pedagógica que descaracterizam a unidade da rede municipal de ensino ao fragmentar as escolas em diferentes experiências de gestão — como a administração direta, a administração indireta, os convênios com creches, as concessões e até mesmo modelos próximos aos vouchers, já presentes em experiências anteriores da própria rede.
A potencialidade do modelo é ampliar a desigualdade social no município de São Paulo.
A potencialidade do modelo é ampliar a desigualdade social no município de São
privatização não é a solução para a melhora da educação. É necessário atualizar normas e regras para tornar o serviço mais eficiente, valorizar o servidor publico presente e comprometido com sua função.
Ensino público é obrigação da gestão pública.
Terceirizar é projeto político para sucatear o ensino.
Um modelo que deu errado em diversos países trazendo retrocesso nao pode ser considerado como um projeto que vai transformar a gestão, muito pelo contrário, distanciar os docentes da comunidade escolar é reproduzir o fracasso escolar, o que adianta fazer isso no presente se o futuro garante o fracasso deste projeto.
Não concordo. Ensino público não pode ser terceirizado.
Não concordo. Transferir a gestão pública educacional para ong ou iniciativa provada só aumenta os custos, torna precária os atendimentos, faz da educação um negócio para dar lucro. Fragiliza e torna sem transparência os recursos públicos, além de não elevar a qualidade da educação.
A educação tem o poder de transformação e quando falamos de gestores temos que levar em consideração que ele é parte muito importante na relação interpessoal e ultra pessoal da comunidade escolar, os gestores querem desenvolver um trabalho que faça o acolhimento da criança, não podemos despejar o fracasso escolar nestes profissionais, existe dezenas de fatores que precisam ser analisados. Colocar numa empresa está responsabilidade é transferir a incompetência do Estado em gerir a Educação gratuita. Por este motivo sou contra este projeto que nada traz de transformação educacional.