Processo de consulta pública
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Educação é um direito, não um produto
A Constituição brasileira garante a educação como direito de todos e dever do Estado. Quando privatizada, ela deixa de ser um direito universal e passa a funcionar sob a lógica do lucro, excluindo quem não pode pagar.
A privatização tende a beneficiar quem já tem melhores condições financeiras, enquanto estudantes de contextos mais vulneráveis ficam com acesso limitado ou educação de menor qualidade, aprofundando desigualdades históricas.
Prioriza lucro, não aprendizagem
Instituições privadas precisam reduzir custos e gerar lucro. Isso pode significar menos investimentos em formação de professores, infraestrutura precária e currículos voltados mais para resultados numéricos do que para a formação integral do estudante.
Com a privatização, é comum ocorrerem salários menores, perda de direitos trabalhistas e alta rotatividade de professores, que afeta diretamente a continuidade pedagógica e qualidade do ensino.
Não concordo com o modelo proposto. A educação deve ser dirigida por servidores públicos em conjunto com a comunidade escolar, de forma democrática.
O documento afirma que a intenção é utilizar a "experiência acumulada" de organizações que atuam no ensino fundamental há apenas 3 anos.
No universo da educação pública, 3 anos mal cobrem um ciclo completo de alfabetização ou a transição de um ciclo escolar. Chamar isso de "experiência acumulada" para gerir unidades inteiras de uma rede complexa como a de São Paulo é suspeito.
Ao exigir apenas 3 anos de atuação, a Prefeitura abre as portas para entidades que ainda estão em fase de estruturação e que não possuem um histórico pedagógico consolidado. Isso sugere que a rede municipal servirá de "laboratório" para que essas “parceiras”aprendam a gerir escolas usando dinheiro público e os estudantes da periferia como cobaias.
Como uma organização com apenas 36 meses de existência pode provar que seus métodos geram "excelência" a longo prazo? Projetos educacionais sérios levam quase uma década para mostrar impactos reais em indicadores de aprendizagem.
O modelo só gera prejuízos à qualidade do ensino, acarretando maior precarização das já precárias condições de trabalho de professores e outros funcionários das escolas, priorização de resultados em testes padronizados ao invés do aprendizado multidisciplinar, pensamento crítico e desenvolvimento dos alunos como cidadãos. Ainda possibilita que se espalhe na educação o tipo de corrupção já observada outros serviços públicos concessionados, como concessões feitas à empresas de aliados ou parentes de políticos, superfaturamento em contratos público-privados, falta de fiscalização, etc.
O modelo só gera prejuízos à qualidade do ensino, acarretando maior precarização das já precárias condições de trabalho de professores e outros funcionários das escolas, priorização de resultados em testes padronizados ao invés do aprendizado multidisciplinar, pensamento crítico e desenvolvimento dos alunos como cidadãos. Ainda possibilita que se espalhe na educação o tipo de corrupção já observada outros serviços públicos concessionados, como concessões feitas à empresas de aliados ou parentes de políticos, superfaturamento em contratos público-privados, falta de fiscalização, etc.
Precarização do serviço, redução dos salarios dos profissionais. Redução da qualidade e segurança e parcialidade no processo seletivo. Falta de comprovação e qualidade na formação dos profissionais.
Educação não é mercadoria. Sou totalmente contra a esse modelo (empresa só visam lucros e exploração dos funcionários e quando se trata do setor público eles oferecem sempre o pior). A prefeitura deveria estar preocupada em criar políticas públicas de valorização dos profissionais da educação, ampliar os investimentos públicos e valorizar os profissionais envolvidos na formação de bebes, crianças, adolescentes e adultos. Não a privatização da Educação pública.
Não concordo com o modelo proposto. A educação deve ser dirigida por servidores públicos em conjunto com a comunidade escolar, de forma democrática. O modelo proposto visa extinguir concursos públicos, colocando na rede pessoas contratadas sem valorização salarial e sem formação continuada, unidades sem recursos pedagógicos e precárias, pois em todas as privatizações, no início se promete maravilhas, para convencer a população a aceitar. Porém, depois vemos a falta de transparência, com uma gestão antidemocrática. Cogitar privatização é um desrespeito com a população, é uma irresponsabilidade cogitar isso , que impactará a vida de nossas crianças e famílias. O que precisamos é valorizar os serviços e instrumentos públicos.
NAO A PRIVATIZACAO
A privatização de escolas públicas é um ataque à educação como direito fundamental. Desigualdade, subfinanciamento e segregação são alguns dos impactos negativos. Escolas privadas priorizam lucro, não os alunos, e recursos públicos são desviados para o setor privado, deixando as escolas públicas sem condições. Alunos de baixa renda são os mais afetados, sendo excluídos de uma educação de qualidade. É hora de defender a educação pública, gratuita e de qualidade para todos! 💡🎓
O principal desafio do modelo é a transparência e a visão de empresa que a proposta traz para as escolas. Não tem potencialidades positivas. O modelo subjugará os profissionais da educação a uma organização privada de interesse privado, ou seja, menos liberdade educacional nas escolas.