Vejo que esta é uma oportunidade interessante para garantir às famílias, especialmente as de baixa renda, o direito de escolher um tipo de educação que considerem mais adequado para seus filhos, promovendo maior participação dos pais na vida escolar. A iniciativa também permite avaliar os resultados que a gestão privada pode trazer, positivos ou negativos, desde que acompanhados por estudos científicos e comparados com evidências consolidadas sobre educação. É essencial garantir isonomia na análise, considerando o interesse econômico das empresas, e observar a qualidade dos espaços e das condições de trabalho, já que lidam com vidas humanas e com o futuro dos estudantes. Aspectos bem-sucedidos deste modelo podem ser incorporados à escola pública e vice-versa, pois o foco deve ser sempre o desenvolvimento da aprendizagem e a oferta de conhecimentos que permitam ao aluno construir uma vida positiva. Acredito que esses pontos contribuem de forma relevante para a discussão.
Eu sou contra esse modelo de gestão proposto, a saber, deve continuar uma escola pública, laica etc. Percebo que a intenção não é a melhoria da educação e sim a privatização do que é publico a todo custo, se quisesse fazer alguma melhoria de verdade: Ouviria os profissionais de educação que estão na base e conhecem realmente os problemas enfrentados, porém isso não ocorre. Infelizmente, a estratégia de não fazer o que realmente precisa de fato para poder ter justificativa para a privatização já é mais do que conhecida.
Acredito que a privatização não irá garantir melhoria que a justifique, que a Educação não é mercadoria a ser negociada e que a escola deve se manter pública. Não queremos um modelo de gestão empresarial.
Gestores devem ser profissionais qualificados, concursados e estritamente ligados à área da Educação e não indicações políticas, como se fossem apenas cargos de confiança.
Serviços públicos são feitos com excelência por servidores públicos, o currículo da Cidade é maravilhoso, sou contra a mudança e a favor de melhorar a escola pública, a Prefeitura tem condições de mostrar que é capaz é que tem servidores aptos. Não a precarização
Os atuais gestores conhecem toda a comunidade e seu entorno, não se faz educação de qualidade sem afetividade. Sou totalmente contra esse modelo de gestão mercadológico.
O modelo proposto apresenta desafios estruturais ao transferir a gestão pedagógica, administrativa e de pessoal das unidades escolares para organizações da sociedade civil, fragilizando o papel do Estado como responsável direto pela educação básica. A ausência de garantias de vínculos públicos, carreira e estabilidade tende a precarizar o trabalho docente, ampliar a rotatividade das equipes e comprometer a continuidade pedagógica e a gestão democrática, além de aprofundar desigualdades ao priorizar territórios vulnerabilizados para um modelo experimental. Soma-se a isso a falta de estudos técnicos que comprovem eficiência pedagógica e econômica, a maior complexidade de controle e responsabilização e a vigência prolongada das parcerias, que dificulta correções de rumo e desvia o foco do fortalecimento da Rede Municipal por meio de concursos, valorização profissional e melhoria das condições de trabalho.
A potencialidade é precarização ainda mais a educação pública porque não há respeito com a constituição. Porque não pensar na qualidade de ensino e nos prédios das escolas com arquitetura ineficácia. Fazer concurso para professor de atendimento educacional e "estagiários "dos programas Aprender mais e Parceiros da Alfabet.ização sejam concursados
Para uma escola pública municipal localizada na periferia, extremo sul da cidade o modelo de Gestão da EMEF. Liceu não combina, cercados por vulnerabilidades sociais que extrapolam a capacidade imediata do poder público, o modelo de gestão mais adequado é o atual, democrático, participativo com a comunidade, são situações sensíveis ao território e centrado nas familias e seus estudantes.
Vejo que esta é uma oportunidade interessante para garantir às famílias, especialmente as de baixa renda, o direito de escolher um tipo de educação que considerem mais adequado para seus filhos, promovendo maior participação dos pais na vida escolar. A iniciativa também permite avaliar os resultados que a gestão privada pode trazer, positivos ou negativos, desde que acompanhados por estudos científicos e comparados com evidências consolidadas sobre educação. É essencial garantir isonomia na análise, considerando o interesse econômico das empresas, e observar a qualidade dos espaços e das condições de trabalho, já que lidam com vidas humanas e com o futuro dos estudantes. Aspectos bem-sucedidos deste modelo podem ser incorporados à escola pública e vice-versa, pois o foco deve ser sempre o desenvolvimento da aprendizagem e a oferta de conhecimentos que permitam ao aluno construir uma vida positiva. Acredito que esses pontos contribuem de forma relevante para a discussão.
Eu sou contra esse modelo de gestão proposto, a saber, deve continuar uma escola pública, laica etc. Percebo que a intenção não é a melhoria da educação e sim a privatização do que é publico a todo custo, se quisesse fazer alguma melhoria de verdade: Ouviria os profissionais de educação que estão na base e conhecem realmente os problemas enfrentados, porém isso não ocorre. Infelizmente, a estratégia de não fazer o que realmente precisa de fato para poder ter justificativa para a privatização já é mais do que conhecida.
Acredito que a privatização não irá garantir melhoria que a justifique, que a Educação não é mercadoria a ser negociada e que a escola deve se manter pública. Não queremos um modelo de gestão empresarial.
Gestores devem ser profissionais qualificados, concursados e estritamente ligados à área da Educação e não indicações políticas, como se fossem apenas cargos de confiança.
Serviços públicos são feitos com excelência por servidores públicos, o currículo da Cidade é maravilhoso, sou contra a mudança e a favor de melhorar a escola pública, a Prefeitura tem condições de mostrar que é capaz é que tem servidores aptos. Não a precarização
Os atuais gestores conhecem toda a comunidade e seu entorno, não se faz educação de qualidade sem afetividade. Sou totalmente contra esse modelo de gestão mercadológico.
O modelo proposto apresenta desafios estruturais ao transferir a gestão pedagógica, administrativa e de pessoal das unidades escolares para organizações da sociedade civil, fragilizando o papel do Estado como responsável direto pela educação básica. A ausência de garantias de vínculos públicos, carreira e estabilidade tende a precarizar o trabalho docente, ampliar a rotatividade das equipes e comprometer a continuidade pedagógica e a gestão democrática, além de aprofundar desigualdades ao priorizar territórios vulnerabilizados para um modelo experimental. Soma-se a isso a falta de estudos técnicos que comprovem eficiência pedagógica e econômica, a maior complexidade de controle e responsabilização e a vigência prolongada das parcerias, que dificulta correções de rumo e desvia o foco do fortalecimento da Rede Municipal por meio de concursos, valorização profissional e melhoria das condições de trabalho.
A potencialidade é precarização ainda mais a educação pública porque não há respeito com a constituição. Porque não pensar na qualidade de ensino e nos prédios das escolas com arquitetura ineficácia. Fazer concurso para professor de atendimento educacional e "estagiários "dos programas Aprender mais e Parceiros da Alfabet.ização sejam concursados
O melhor modelo deve ser o atual. Não concordo com o modelo proposto.
Não concordo com o modelo. Escola pública laica e de qualidade é possível, só falta vontade política.
Para uma escola pública municipal localizada na periferia, extremo sul da cidade o modelo de Gestão da EMEF. Liceu não combina, cercados por vulnerabilidades sociais que extrapolam a capacidade imediata do poder público, o modelo de gestão mais adequado é o atual, democrático, participativo com a comunidade, são situações sensíveis ao território e centrado nas familias e seus estudantes.
Não concordo com o modelo proposto. A educação Não deve ser privatizada.