Processo de consulta pública
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A gestão tem que ser feita por servidores públicos que tiveram que passar em 2 concursos e não por empresas que só visam o lucro e é claro é mais fácil de controlado pelos interesses de quem está no poder
Sou totalmente contra a esse modelo proposto pela prefeitura. Educação não é mercadoria. A prefeitura deveria estar preocupada em criar políticas públicas de valorização dos profissionais da educação, ampliar os investimentos públicos e melhorar as condições de trabalho destes profissionais. Não a privatização da Educação pública.
A EDUCAÇÃO É PÚBLICA E DEVE SER ADMINISTRADA EM TODOS OS NÍVEIS POR SERVIDORES PÚBLICOS DA ÁREA EDUCACIONAL QUE SÃO OS QUE DE FATO ENTENDEM DOS PROBLEMAS EDUCACIONAIS. SOU TOTALMENTE CONTRÁRIA A PRIVATIZAÇÃO!!! . EMPRESAS PRIVADAS NÃO ENTENDEM NADA DE GESTÃO DE ESCOLA PÚBLICA E SÓ PENSAM EM DINHEIRO!!!
A educação deve ser para todos e só o modelo público pode contemplar esta ideia. Privatizar é transformar a educação em mercadoria e entregar nas mãos de quem pode pagar mais: grupos de poder com interesses que não são os interesses da população. A prefeitura pode e tem recursos para melhorar o ensino público. Privatizar é passar atestado de incompetência.
Deve ser reconhecer que o Ensino tem que ser feito por servidores concursados. O ensino não é mercadoria, é um direito social do cidadão. Não se pode tratar a educação como se fosse um comércio.
O atual sistema público das escolas conhece e atende a comunidade muito bem e com pouca rotatividade, já num sistema de parceria baseado em resultados o resultado final será péssimo para o povo, com rotatividade de funcionários e o foco passa a ser resultados de qualquer forma e não na comunidade em si.
Deve se considerar a fragilização do caráter público da educação, precarização das relações de trabalho pela ausência de concurso público, descontinuidade pedagógica, enfraquecimento da gestão democrática, menor transparência no uso de recursos públicos e desvalorização dos profissionais da educação. A educação deve ser garantida como direito social e política pública, não como serviço terceirizado.
A gestão realizada pelos servidores públicos conhece a comunidade escolar de maneira específica a entender e atender as necessidades das mesmas. Em uma gestão privada, se tratando de uma empresa que possui objetivos baseadas em metas financeiras, tenho dúvidas se haverá essa preocupação. Além disso, o argumento de melhoria na Prova São Paulo é muito limítrofe por aí só. Há inúmeros fatores, inclusive sociais, que levam ao bom ou mau desempenho na prova. Logo, o bom desempenho não pode ser atribuído somente a uma gestão privada.
A gestão precisa se realizada pelos especialistas da Educação que foram aprovados em concurso para exercer a função. A escola, hoje, atende a estudantes bastante diversos. Não há como medir o desempenho dos profissionais só com provas objetivas e redações. Cada escola deve ser avaliada de acordo com seu contexto.
Privatizar para empresas que não conhecem a realidade da escola pública, é uma forma de retroceder e perder em qualidade.
Com isso não garante direitos garantidos por leis de ser um ambiente democrático.
A educação é um direito social, não um negócio. A experiência internacional demonstra que processos de privatização na educação básica aprofundam desigualdades, fragmentam sistemas educacionais e transferem recursos públicos para conglomerados empresariais, sem evidências consistentes de melhoria na qualidade educacional. O caminho para uma educação pública de qualidade passa pelo fortalecimento institucional, financiamento adequado e gestão democrática - nunca pela abdicação do Estado de seu papel constitucional como garantidor desse direito fundamental.