Processo de consulta pública
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O modelo de gestão deve considerar o entorno da Comunidade Escolar e as especificidades dos estudantes atendidos. Temos na Rede- sobretudo na periferia do extremo sul da cidade- crianças que vão à escola para comer, pois elas não têm refeições em casa. Como exigir aprendizado a alguém que só luta por sobreviver? A questão não está tecnicamente somente na gestão de uma UE, mas, nos componentes que montam este complexo quebra-cabeça ao redor da escola.
O atual modelo ja é capaz de lidar com a diversidade escolar e só está sucateado para tentar dar entrada ao modelo de organização social, o qual não conseguiu até o presente provar sua eficiência em nenhuma área no qual atua.
O modelo proposto não tem nenhuma potencialidade, visto que a educação deve ser pública em sua totalidade, sem a privatização em nenhuma esfera municipal.
Os resultados positivos citados pela Prefeitura, como o caso do Liceu, não podem ser generalizados, pois essa unidade já atendia estudantes com alto desempenho, que não refletem a realidade das escolas das periferias. Assim, tais resultados não decorrem exclusivamente do modelo de gestão, mas do perfil prévio dos alunos e das condições diferenciadas da escola.
O principal desafio é que o modelo aprofunda desigualdades educacionais e fragiliza a escola pública, além de contrariar princípios constitucionais como a igualdade de acesso e permanência, a gestão democrática e a valorização dos profissionais da educação (art. 206, CF).
O público alvo: o Liceu tem um público específico, assim como todas as escolas. O entorno escolar é sempre a base do PPP. O Liceu tem um público de estudantes comprometidos e familiares empenhados para que estudem. Vão bem em todas as provas porque são de fato estudantes comprometidos. O segredo não está na gestão!! Atenção.
O modelo de Organização Social, que já atinge quase a totalidade das unidades de saúde do município não trouxe, nem de longe, melhoria da assistência à população. Por que seria diferente na educação? Portanto, sou TOTALMENTE CONTRA o modelo apresentado.
A educação pública não precisa de privatização, pois a prefeitura pode, por si só, trazer melhorias a partir do firmamento de compromisso real com os estudantes, professores e gestores. Privatizar não é o caminho adequado!
Os atuais gestores conhecem toda a comunidade e seu entorno, não se faz educação de qualidade sem afetividade. Sou totalmente contra esse modelo de gestão mercadológico.
O modelo atual é eficiente e os gestores são servidores da Educação Municipal, já conhecendo os meandros e dando conta da parte administrativa com um olhar de pedagogo. Por que colocar uma associação que não tem vínculo com a escola e com os educadores para realizar esse tipo de trabalho ao invés de abrir novos concursos para diretor?
Sou contra esse modelo e contra a privatização.
NÃO A PRIVATIZAÇÃO OU TERCEIRIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA.