Processo de consulta pública
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sou contra este modelo pois a privatização já provou que não é o melhor caminho. A educação é um direito do povo e não pode ser privatizada visando o lucro de uma minoria.A privatização do Ensino Fundamental pode até prometer eficiência, mas traz desafios sérios: prioriza o lucro em detrimento da qualidade pedagógica, reduz a participação da comunidade escolar e enfraquece o princípio de uma educação pública, democrática e inclusiva. A educação deve ser direito social, não mercadoria.A LDB (art. 3º, inciso VIII) estabelece a gestão democrática do ensino público como princípio fundamental, o que exige participação efetiva da comunidade escolar, transparência e controle social. Modelos que transferem a gestão a terceiros apresentam como principal desafio o enfraquecimento desse princípio, além de dificultarem a responsabilização do poder público e a fiscalização do uso dos recursos, especialmente do Fundeb.
O modelo não deve ser considerado. A Educação deve ser uma atribuição do governo (no caso, municipal) que deve garantir as melhores condições de aprendizado para os estudantes e de trabalho para o corpo docente/técnico. A privatização não deveria ser ser pauta do prefeito, mas sim a valorização e investimento na Educação.
Não vejo potencialidades ao privatizar a escola pública
Sou contra esse modelo porque ele descaracteriza a função social da escola pública ao tratar a educação como serviço passível de terceirização. Entendo que a gestão privada tende a priorizar metas administrativas e redução de custos, o que pode comprometer a qualidade do ensino, fragilizar vínculos com a comunidade escolar, gerar instabilidade para os profissionais da educação e aumentar desigualdades entre as escolas. Acredito que os desafios da rede municipal devem ser enfrentados com investimento público, valorização dos educadores e fortalecimento da gestão democrática, e não com a transferência dessa responsabilidade para o setor privado.
NÃO A PRIVATIZAÇÃO OU TERCEIRIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA. Desde que o convênio foi anunciado por Nunes, especialistas apontam que a medida pode ser considerada inconstitucional. Isso porque a Constituição diz que os recursos públicos só podem ser destinados a escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas "quando houver falta de vagas e cursos regulares da rede pública"
De forma resumida e em texto corrido: o modelo de gestão privatizada ou concedida das escolas municipais de São Paulo apresenta desafios importantes, pois pode levar à priorização de metas financeiras e redução de custos em detrimento da qualidade pedagógica, enfraquecer a gestão democrática e a participação da comunidade escolar, além de precarizar as condições de trabalho dos profissionais da educação. Também há risco de interromper projetos pedagógicos já consolidados na rede, ampliar desigualdades entre escolas e territórios, fragilizar o papel do Estado na garantia do direito à educação pública e dificultar a fiscalização e o controle sobre o uso dos recursos públicos, comprometendo princípios fundamentais da escola pública.
A privatização da gestão escolar no município apresenta diversos desafios para a educação pública. Um dos principais é a perda do caráter democrático da escola, já que a gestão privada pode reduzir a participação da comunidade nas decisões. Além disso, há o risco de aumento das desigualdades, com dificuldades no atendimento a alunos em situação de vulnerabilidade. A precarização do trabalho docente, com menos direitos e estabilidade, também é um problema recorrente. Outro desafio é a perda de controle do poder público sobre a qualidade do ensino e a transparência da gestão. Dessa forma, privatizar a gestão escolar exige cautela, pois pode comprometer o direito à educação pública, gratuita e de qualidade.
Não vejo vantagem nenhuma para a população na privatização na gestão da educação. Exemplos de que esse modelo de gestão não funciona, vemos em todos os lugares onde foi implementados. Precisamos de política pública que melhore as condições do trabalho excelente que todos os dias é realizado. Não a privatização da educação
Não vejo potencialidades neste modelo.
É um absurdo o governo se quer pensar em privatização da educação, coloca empresa para gerenciar que muitas das vezes nem se quer tem noção da realidade do que se passa no chão das escolas públicas. Já se tem os serviços terceirizados de limpeza, cozinha, como exemplo onde os problemas são diários e muitas das vezes não são solucionados. Ou seja, a privatização não funciona. Deveria era valorizar os profissionais que lutam diariamente para a evolução da educação.
Eu sou 100% NÃO A PRIVATIZAÇÃO!!!