Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Marisa de Oliveira Santos Vadeki

    O modelo de gestão escolar mais viável é o modelo de gestão pública que seja pautado na gestão democrática e participativa, pois valoriza o diálogo, a corresponsabilidade e a construção coletiva das decisões.

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    • Anália A Fernandes

      Manter conforme a CFB a gestão educacional e pedagógica, realizada por pessoas devidamente qualificadas, concursadas, sempre atualizando a sua formação e conhecedora da comunidade em que está inserida, zelando pela continuidade do trabalho realizado a tanto tempo e que precisa do apoio da PMSP para a implementação de políticas públicas e suas ações dentro do meio escolar. Portanto a gestão escolar deve continuar sendo exercida por profissionais da área e gabaritados para o mesmo.

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      • Gerosn Cabral da Silva

        Manter, conforme a Constituição Federal, o atendimento público da educação a obrigatoriedade do Estado, com melhorias para uma gestão pública e democrática

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        • Edson da Silva Portugal

          Manter, conforme a Constituição Federal, o atendimento público da educação a obrigatoriedade do Estado, com melhorias para uma gestão pública e democrática. Portanto, por ser pública, tem que ser concursado .

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          • Edson da Silva Portugal

            Servidores efetivos

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            • Silvia S

              Quando pensamos em como gerir nossas escolas, é importante começar lembrando do que elas representam: são espaços de encontro, de formação de cidadãos, e de construção do futuro comum. O modelo público, feito por servidores concursados, tem um potencial que vai além de números ou metas — ele traz a possibilidade de um compromisso duradouro com as pessoas. São profissionais que criam vínculos com os estudantes e com o território, ano após ano. Essa continuidade gera confiança, acolhimento e uma educação que conhece de perto a realidade de cada comunidade.

              É claro que existem desafios. Todos nós sabemos que as escolas públicas precisam de mais apoio, agilidade nos processos, manutenção adequada e constante atualização. Mas a solução não está em transferir essa responsabilidade para entidades externas. Está em cuidar melhor daquilo que já é nosso. Em vez de buscar atalhos, precisamos valorizar profundamente quem já está fazendo a educação acontecer no dia a dia: os servidores públicos.

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              • Sandra de Carvalho Siqueira

                O modelo de gestão apresentado não assegura plenamente os princípios da gestão democrática, especialmente no que se refere à participação efetiva da comunidade escolar e ao diálogo necessário para decisões coletivas. Estudos indicam que a gestão democrática só se concretiza quando há espaços reais de participação e debate.
                Além disso, o modelo não contempla medidas suficientes de formação e capacitação dos gestores, o que contraria pesquisas que apontam essa lacuna como um dos principais desafios para uma gestão eficaz.
                É notório que esse tipo de gestão há muito tempo vem se tornando ineficaz em todos os sentidos, sobretudo, no que se refere a transparência dos recursos públicos destinados para tal finalidade.

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                • Luiz Gustavo Firmino

                  Este modelo privatizado de atendimento às necessidades diárias da Secretaria MUnicipal de Educação têm se mostrado ineficaz, com constantes descumprimentos das diversas cláusulas, e interferindo diretamente na ineficiência da prestação de serviços aos munícipes e estudantes (bebês, crianças, adolescentes e adultos). O ideal é abertura imediata de concurso público para os diversos cargos e funções da SME, desde o chão das escolas (limpeza, cozinha, segurança, secretaria, docência, gestão) até aos cargos gerenciais de SME (supervisão, serviços técnicos, serviços educacionais) inclusive: assistentes sociais, psicólogos, psicopedagogos, orientadores educacionais, psiquiatras e terapeutas diversos). Outro fator, é a direta restituição dos prédios municipais à gestão direta da SME, assim acabando com a rede indireta e diminuindo gradualmente o número de parcerias de instituições que se mostram continuamente como descumpridoras das diversas cláusulas contratuais, com retorno à rede direta.

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                  • Emilio Celso de Oliveira

                    O modelo apresentado mostra que o atual governo municipal quer se isentar da responsabilidade de dotar as EMEF's, que hoje apresenta uma série de desafios, tais como manutenção predial, verbas para o trabalho pedagógico, mais profissionais de educação investidos por meio de concurso, fortalecimento da gestão democrática, por meio de incentivo ao trabalho da equipe gestora. Ou seja, um valor considerável que podem ir para as OSC's, geridas por empresários visando lucros com verbas públicas, deveriam ser investidos nos equipamentos de ensino fundamental já existentes, para aprimorá-los. Sou totalmente contrário a esse modelo de privatização que retira verbas da escola pública para desviar a empresários.

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                    • SANDRA REGINA CALDEIRA

                      Nao deve acontecer este modelo vai contra todo o trabalho ja realizado

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