Processo de consulta pública
O site do Participe Mais utiliza cookies para criar uma navegação otimizada no site, para melhor experiência do usuário. Ele utiliza dois tipos de cookies: Necessários e Não Necessários. Os cookies necessários são imprescidíveis para o correto funcionamento do site, e não armazenam nenhuma informação pessoal. Os cookies não-necessários realizam ações de desempenho, de como são realizadas as navegações no site, para mostrar indices de utilização para que a ferramenta possa ser melhorada no futuro. Esses cookies podem ser desabilitados, e, só armazenarão essas informações caso seja informado o consentimento do usuário.
Os cookies necessários são os cookies utilizados essenciais para o funcionamento correto da página. Sem eles, a pagina poderá apresentar erros de exibição.
Os cookies não-necessários são utilizados para análises de performance e utilização do site, sendo que os cookies do HandTalk então incluídos nesse conjuto. A desativação destes cookies desativará o HandTalk. Esses cookies só serão utilizados caso o usuário concorde com sua utilização, marcando ativado e salvar as configurações no botão de Salvar.
O modelo de gestão escolar mais viável é o modelo de gestão pública que seja pautado na gestão democrática e participativa, pois valoriza o diálogo, a corresponsabilidade e a construção coletiva das decisões.
Manter conforme a CFB a gestão educacional e pedagógica, realizada por pessoas devidamente qualificadas, concursadas, sempre atualizando a sua formação e conhecedora da comunidade em que está inserida, zelando pela continuidade do trabalho realizado a tanto tempo e que precisa do apoio da PMSP para a implementação de políticas públicas e suas ações dentro do meio escolar. Portanto a gestão escolar deve continuar sendo exercida por profissionais da área e gabaritados para o mesmo.
Manter, conforme a Constituição Federal, o atendimento público da educação a obrigatoriedade do Estado, com melhorias para uma gestão pública e democrática
Manter, conforme a Constituição Federal, o atendimento público da educação a obrigatoriedade do Estado, com melhorias para uma gestão pública e democrática. Portanto, por ser pública, tem que ser concursado .
Servidores efetivos
Quando pensamos em como gerir nossas escolas, é importante começar lembrando do que elas representam: são espaços de encontro, de formação de cidadãos, e de construção do futuro comum. O modelo público, feito por servidores concursados, tem um potencial que vai além de números ou metas — ele traz a possibilidade de um compromisso duradouro com as pessoas. São profissionais que criam vínculos com os estudantes e com o território, ano após ano. Essa continuidade gera confiança, acolhimento e uma educação que conhece de perto a realidade de cada comunidade.
É claro que existem desafios. Todos nós sabemos que as escolas públicas precisam de mais apoio, agilidade nos processos, manutenção adequada e constante atualização. Mas a solução não está em transferir essa responsabilidade para entidades externas. Está em cuidar melhor daquilo que já é nosso. Em vez de buscar atalhos, precisamos valorizar profundamente quem já está fazendo a educação acontecer no dia a dia: os servidores públicos.
O modelo de gestão apresentado não assegura plenamente os princípios da gestão democrática, especialmente no que se refere à participação efetiva da comunidade escolar e ao diálogo necessário para decisões coletivas. Estudos indicam que a gestão democrática só se concretiza quando há espaços reais de participação e debate.
Além disso, o modelo não contempla medidas suficientes de formação e capacitação dos gestores, o que contraria pesquisas que apontam essa lacuna como um dos principais desafios para uma gestão eficaz.
É notório que esse tipo de gestão há muito tempo vem se tornando ineficaz em todos os sentidos, sobretudo, no que se refere a transparência dos recursos públicos destinados para tal finalidade.
Este modelo privatizado de atendimento às necessidades diárias da Secretaria MUnicipal de Educação têm se mostrado ineficaz, com constantes descumprimentos das diversas cláusulas, e interferindo diretamente na ineficiência da prestação de serviços aos munícipes e estudantes (bebês, crianças, adolescentes e adultos). O ideal é abertura imediata de concurso público para os diversos cargos e funções da SME, desde o chão das escolas (limpeza, cozinha, segurança, secretaria, docência, gestão) até aos cargos gerenciais de SME (supervisão, serviços técnicos, serviços educacionais) inclusive: assistentes sociais, psicólogos, psicopedagogos, orientadores educacionais, psiquiatras e terapeutas diversos). Outro fator, é a direta restituição dos prédios municipais à gestão direta da SME, assim acabando com a rede indireta e diminuindo gradualmente o número de parcerias de instituições que se mostram continuamente como descumpridoras das diversas cláusulas contratuais, com retorno à rede direta.
O modelo apresentado mostra que o atual governo municipal quer se isentar da responsabilidade de dotar as EMEF's, que hoje apresenta uma série de desafios, tais como manutenção predial, verbas para o trabalho pedagógico, mais profissionais de educação investidos por meio de concurso, fortalecimento da gestão democrática, por meio de incentivo ao trabalho da equipe gestora. Ou seja, um valor considerável que podem ir para as OSC's, geridas por empresários visando lucros com verbas públicas, deveriam ser investidos nos equipamentos de ensino fundamental já existentes, para aprimorá-los. Sou totalmente contrário a esse modelo de privatização que retira verbas da escola pública para desviar a empresários.
Nao deve acontecer este modelo vai contra todo o trabalho ja realizado