Javascript não suportado Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?
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Quais potencialidades e desafios do modelo devem ser considerados?

Respostas abertas (999)


Fora do período de participação
  • Rodrigo de Souza Pinto

    A manutenção da gestão educacional sob a esfera municipal é fundamental por garantir uma administração de proximidade, permitindo que as políticas pedagógicas e a aplicação de recursos sejam ajustadas às especificidades socioeconômicas e culturais da nossa comunidade. Diferente de modelos centralizados ou terceirizados, a gestão direta pela prefeitura assegura um controle social mais rigoroso através dos conselhos locais, facilita a integração estratégica com as redes municipais de saúde e assistência social para o combate à evasão, e preserva a autonomia democrática da cidade sobre o futuro de suas crianças. Além disso, o vínculo direto com o município fortalece a valorização dos profissionais da educação e garante que as decisões administrativas sejam tomadas por quem vivencia o cotidiano local, assegurando agilidade na infraestrutura e um ensino que verdadeiramente dialogue com a realidade dos alunos.

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    • Shirlei Aparecida do Carmo

      A educação pública e gratuita é um avanço da nossa constituição, e apesar dos desafios, o estado deve garantir esse direito básico, ser responsável pela gestão e constante aprimoração. Investir na formação de educadores concursados, acompanhar de perto as demandas territoriais, integrar secretarias para uma atuação inovadora. São Paulo tem uma bonita história de qualidade na educação, com projetos reconhecidos mundialmente. Acreditar na capacidade de atuação e investir na formação contínua é o melhor caminho. Educação não é mercadoria, é direito básico.

    • Eliane da Silva

      Sou contra a privatização da Gestão de Escolas do Ensino Fundamental, as empresas privadas visam somente lucros próprios.
      Sendo assim, haverá precarização dos serviços públicos, permitindo que bebês, crianças, adolescentes e jovens que utilizam estes serviços aumentem ainda mais as desigualdades sociais.

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      • Rosane Nunes Rodrigues

        A prática tem mostrado que as OSC não partilham os mesmos princípios pelos quais tanto se lutou na construção da educação pública democrática. Não há potencialidades, a não ser de serem seletivos e excludentes. Levar, especialmente para as periferias, empresas gestoras de educação é promover uma prática escolar e pedagógica tarefeira, cumpridora de metas que não ampliarão os horizontes de crianças e adolescentes.

        • Valeria Rueda

          Perfeita colocação. As OSs ganham uma fortuna e não é repassado com a devida responsabilidade. A educação é um direito de todo cidadão, foram anos de aperfeiçoamento, profissionais qualificados e ciente de sua responsabilidade social.

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        • Cláudia Farto de Camargo Fernandes

          O olhar do gestor da escola pública é diferenciado. Trabalha-se com um olhar humanitário e buscando no aluno, principalmente periférico, o prazer em estudar e o olhar para um futuro promissor através da educação.

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          • Eliane xavier bitencourt de oliveira

            Na minha opinião deveríamos pensar na valorização dos profissionais da educação que pouco são valorizados em todos os sentidos. Privatizar não acredito que seja a solução, acredito sim que deve haver um investimento na carreira dos profissionais da educação para que haja um melhor ensino para os educandos e não a privatização, um melhor preparo dos profissionais para exercer as funções de professores. Não sou a favor da privatização mas sim na melhora da educação que temos hoje. Nao vejo potencialidades desse modelo mas sim melhoras no que já temos

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            • Cristiano João Rosa Bezerra

              Uma escola de qualidade deve ser gerida pela Própria Prefeitura através de uma valorização dos servidores públicos por meio de concursos públicos e um plano de carreira que valoriza os professores e as gestões das Unidades Escolares. Isso feito com impessoalidade, moralidade, transparência, legalidade, eficiência.

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              • MBel

                Não existe potencialidade em OSCs gerirem o modelo educacional das EMEFs da Cidade de São Paulo pois a rede municipal de ensino necessita de servidores públicos concursados experientes e conhecedores das especificidades e particularidades da maior rede municipal da América Latina. São muitos territórios e muitas as diversidades e desafios enfrentados que apenas os profissionais da Educação Do Município são capazes de identificar e propor ações. Faz-se urgente a SME e prefeitura do município ouvirem esses profissionais e ofertarem os recursos necessários para uma gestão democrática, inclusiva e equitativa prevista em todos os documentos da Rede Municipal que é uma rede potente e dedicada. Nenhuma OSC tem condições e knowhow para tamanha empreitada. Resultados de provas não avaliam o desempenho pois desconsideram fatores sociais e econômicos das realidades dos estudantes.

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                • Patrícia Mendonça Santos

                  Educação não é mercadoria. O servidores públicos merecem é de valorização para continuarem exercendo sua função com qualidade. Somente com a escola pública sem privatizações e terceirizações é que os estudantes são respeitados e não vistos apenas como números. Somente uma gestão e direção pública conseguem ser exímias e trabalhar com integridade e lisura sem temer "rabo preso" com nenhum político!!!!

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                  • Luciana da Mota Rocumback

                    É preciso pensar em valorizar os funcionários públicos que são os capazes em gerir a escola pública e não mudar o modelo e entregar a gestão para o sistema privado.

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