Processo de consulta pública
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Sou contra as mudanças, pois além de transferir recurso púbicos para empresas privadas, isso não garantem a melhoria da educação básica.
Conforme dito por outro munícipe, o modelo de gestão das escolas não pode ser privatizado, pois servidores públicos podem garantir políticas pública, enquanto gestões privadas atendem à políticas do governo que estiver no poder. Para além disso, os funcionários públicos garantem que não haja corrupção, pois são comprometidos com a fiscalização dos gastos públicos.
Esse modelo tende a aprofundar as desigualdades no interior da própria rede, ao criar diferentes condições de funcionamento, acesso a recursos, formas de contratação e práticas pedagógicas entre as unidades, o que fragiliza o princípio da equidade. Além disso, esse arranjo pode comprometer a universalidade do direito à educação pública, enfraquecer a gestão democrática e reduzir a transparência e o controle social sobre as decisões pedagógicas e administrativas. Em contextos marcados por desigualdades socioespaciais, a adoção de múltiplos modelos de gestão tende a beneficiar algumas escolas em detrimento de outras, ampliando assimetrias já existentes, razão pela qual o fortalecimento da educação pública deve ocorrer por meio do investimento direto na rede municipal, com valorização dos profissionais e garantia de condições iguais para todas as unidades.
O modelo proposto pega dinheiro público e passa para empresas privadas, o que já é ruim, visto todas as terceirizações que conhecemos. Gostaria de saber se podemos rever o modelo de gestão da prefeitura, considerando que o prefeito terceiriza a culpa de tudo que acontece de errado na administração dele, visto o caso das enchentes, quedas de árvores, contratos terceirizados que não pagam os trabalhadores e prestam um serviço ruim para população, falta de eletricidade por dia, entre outros problemas de falta de gestão dele.
A educação pública, direito de todos os cidadãos, deve seguir modelo de gestão TOTALMENTE pública, haja vista que serve ao interesse público o que só é garantido por meio de transparência, princípios de imparcialidade, idoneidade, neutralidade e voltada à coletividade. A gestão privada é contrária, em sua própria essência, a tais princípios, o que traz inúmeros riscos de personalismo e interesses financeiros e individuais, como a própria experiência histórica, em diversas áreas, nos mostra.
Sou contra as mudanças. Escola pública deve ser gerida por servidores públicos. Quer melhorar? Pois abra mais concursos.
Não concordo pois esse modelo entrega as escolas públicas na mão de pessoas que não são servidores públicos.
Educação pública e de qualidade deve ser de obrigação das políticas públicas, Educação privada não deve ser para todos e sim só para quem desejar.
Educação pública e de qualidade deve ser de obrigação das políticas públicas, Educação privada não deve ser para todos e sim só para quem desejar.
A educação pública, gratuita e de qualidade deve ser uma obrigação fundamental das políticas públicas. Já a educação privada não precisa ser destinada a todos, mas sim uma opção para aqueles que desejarem ou tiverem condições de escolhê-la.
Educação pública e de qualidade deve ser de obrigação das políticas públicas, Educação privada não deve ser para todos e sim só para quem desejar.
Potencialidades: inovação pedagógica local; ampliação temporária de vagas em áreas carentes; maior agilidade administrativa para manutenção e infraestrutura, se estritamente complementares e submetidas a controle público rigoroso.
Desafios (preponderantes): esvaziamento da obrigação estatal; risco de mercantilização da educação; precarização dos vínculos e perda de direitos dos profissionais; aumento de desigualdades entre unidades; fragilidade do controle social e da gestão democrática; dependência de repasses e contratos que podem reduzir transparência e responsabilização.
Voto: CONTRÁRIO.