Processo de consulta pública
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NÃO CONCORDAMOS COM ESSE MODELO DE GESTÃO. NÃO À PRIVATIZAÇÃO.
Nesse modelo de terceirização não existe potencialidades, apenas um desmonte da Educação Pública que vem ocorrendo durante anos. Os serviços essenciais para o desenvolvimento e bem estar da população não deveriam ser privatizados nunca, basta vermos a calamidade dos serviços da ENEL e da SABESP onde empresas estrangeiras lucram onde a população sofre. Mudam a nomenclatura, dizem que será em parceria com a "sociedade civil", mas a intenção velada nada mais é privatizar. Usam termos como ampliação, fortalecimento, qualificar, mas precarizam o serviço para justificar a privatização. A ampliação do ensino integral não passa pela gestão da escola, mas sim pela gestão da cidade, da secretaria de educação que não possui espaços 100% adequados para essa ampliação e culpabilizam a gestão e os profissionais das escolas. Não a privatização.
Sou contra a privatização da gestão da escola pública, com certeza a melhoria da qualidade da escola pública não está na privatização da gestão e sim na melhoria de condições de trabalho dessa gestão concursada e dos professores da rede, valorizando através do salário que não teve nem a reposição da inflação em 2025. A gestão da escola é os professores são os mais preocupados com a aprendizagem do aluno. Quem está na escola sabe dessa realidade.
Defender a gestão pública das escolas é assegurar que a educação permaneça um direito social, orientado pelo interesse coletivo, pela igualdade de oportunidades e não pela lógica do lucro da privatização. Investir nos servidores públicos da educação é valorizar quem sustenta a escola no dia a dia, garantindo melhores condições de trabalho, ensino de qualidade e um futuro mais justo para a sociedade.
Embora se alegue maior flexibilidade administrativa, o modelo apresenta desafios graves. A transferência da gestão pedagógica e administrativa para Organizações da Sociedade Civil enfraquece o papel do Estado e configura risco de privatização indireta da escola pública. O modelo também não garante a centralidade do professor concursado nem vínculos estáveis, podendo ampliar a rotatividade docente. Além disso, a implantação prioritária em territórios periféricos exige cautela, pois essas regiões necessitam de mais investimento público direto, e não de modelos experimentais.
A valorização dos profissionais da educação precisa ser prioridade, pois profissionais valorizados são motivadores ãqueles que buscam lugar social ascendentes.
Educação não é negócio. É política pública.
Sou contra a privatização da gestão das escolas públicas porque a educação é um direito, não um negócio. Quando a gestão é transferida para empresas, o foco deixa de ser o desenvolvimento dos alunos e passa a ser o lucro, o que pode aumentar desigualdades e prejudicar a qualidade do ensino. A escola pública deve ser fortalecida com investimento, valorização dos profissionais e participação da comunidade, garantindo educação de qualidade para todos.
Sou contra a gestão da escola pública por redes privadas - tudo que foi privatizado até hoje não prestou
Devem ser levadas em conta as necessidades de todos os envolvidos, algo que achei muito interessante foi a contratação de mães para auxiliarem nas escolas, isso é algo que se ampliado pode ajudar muito, inclusive a contratação de mães crianças especiais, e com conhecimento prático no cuidado dessas crianças, que poderiam nos ajudar a entender o dia a dia dessas crianças de forma prática. Acho muito importante que as crianças com todos os tipos de deficiências e limitações possam conviver no mesmo espaço educacional, mas para isso é essencial que tenhamos suporte necessário para tal, como pessoas das diversas áreas da saúde que possam ser especificamente disponibilizadas para auxiliar as escolas, como profissionais de fisioterapia, psicologia, enfermagem e psicopedagogia. Assim como temos os supervisores que atendem a um pequeno grupo de escolas, precisamos desses profissionais a nossa disposição. Deve ser considerada ainda as especificidades de cada caso e adequação das equipes.
A privatização não é a melhor saída para melhoria da qualidade da educação, a hipótese que por vezes é relacionada a tal ação indica que a privatização reduziria os custos ao município, não são reais, pois os repasses feitos às PPPs, são milionários, caracteriza mais a intenção de omissão do Estado, para com a educação do que necessidade de redução de despesas.
A carreira do magistério público municipal, conta com milhares de profissionais competentes e comprometidos com a educação municipal paulistana, investir na melhoria das condições de trabalho destes profissionais, poderá refletir em melhores índices nas pesquisas existentes.
Perfeita colocação