Processo de consulta pública
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Sou contra a terceirização das escolas públicas. As escolas devem ter professores e gestores efetivos e concursados. Educação não é bem de consumo.
Esse modelo não deve ser implementado, pois a educação não pode estar submetida à lógica do lucro. Este modelo e enfraquece a participação democrática dos cidadãos e cidadãs paulistanos na construção de uma educação inclusiva e de qualidade. Escola não é empresa.
Na minha opinião, esse modelo não deve ser implementado, pois compromete o caráter público da educação, subordina o ensino à lógica do lucro e enfraquece a participação democrática da sociedade na construção de uma escola justa, inclusiva e de qualidade para todos.
Por que não se constroem mais escolas? Por que entregar a preço de banana o que é público? Que ódio é esse contra a escola pública e democrática? Deixem a escola pública PÚBLICA!!!
Acredito que o modelo em discussão não deve ser implementado e sim buscar outras formas de melhorar a qualidade da educação pública municipal de São Paulo.
A Associação de Educação e Novas Tecnologias Phorte apresenta contribuições à Consulta Pública da SME para aprimorar o modelo de parceria na gestão de escolas de ensino fundamental, visando viabilidade operacional, segurança jurídica e qualidade da política pública. Considerando que a SME mantém as diretrizes pedagógicas e a supervisão institucional, recomenda-se que o edital não restrinja a habilitação à experiência exclusiva na operação pedagógica direta de escolas, admitindo OSCs com experiência em gestão educacional ampla, prevendo a experiência específica apenas como pontuação adicional. Sugere-se delimitação clara das responsabilidades da SME, da OSC e de demais prestadores, elaboração de laudo técnico das unidades, possibilidade de vistoria prévia, definição prévia de modelo padronizado de prestação de contas e adoção de indicadores objetivos de avaliação, incluindo matrículas, frequência, evasão, aprendizagem, conservação das unidades e satisfação da comunidade escolar.
Caro Victor. A utilização deste dispositivo que utilizaste, recurso, funcionalidade "copiar/colar" para responder questionamento e demanda diferente com uma resposta idêntica a vossa resposta anteriormente protocolada, para além de constrangedor, só denota a falta de cuidado e apreço às tão sensíveis nuances implícitas no complexo processo de gestão de uma unidade educacional e suas particularidades. Escola não é laboratório, tampouco estudantes e professores não são reles números ou objetos de estudo de qualquer aventura que possa admitir que o lucro deva existir em detrimento da qualidade.
Cada estudante é único. E essa individualidade jamais poderá estar submetida a tal procedimento que não enxergue diferença onde indiscutivelmente exista tratando questões complexas de maneira simplista, automática ou pré fabricada.
* tampouco estudantes e professores são reles números ou objetos de qualquer aventura...
Diante das diversas inferências e manifestações descritas anteriormente acerca dos problemas explícitos no sugerido modelo, é necessário que sua eventual implementação como proposta de política pública em educação seja totalmente rechaçada.
Pergunta bem capciosa! A prefeitura tenta implantar um modelo de privatização e pretende consultar quais seriam os problemas que deveriam ser observados? O primeiro é a tentativa de entregar recursos públicos para o setor privado num sequestro dos direitos da população que será punida com serviço ruim, da mesma forma que temos vivido com o serviço de energia elétrica e saneamento básico. A entrega da escola pública para organizações sociais e terceirizar a responsabilidade do Estado, é ferir a Constituição Federal, é desrespeitar a gestão democrática das unidades e acabar com o serviço público com oferta de serviço precário e precarização dos trabalhadores. Há o que se melhorar na escola pública que temos hoje? Sim! Mas é com investimento de qualidade da administração pública s não com a entrega do serviço para quem visa lucro e não desenvolvimento pedagógico e social.
A escola pública deve ser gerida por servidor público concursado, com professores efetivos e valorizados para se manter no território. É preciso dar condições para que a aprendizagem ocorra. Atualmente as unidades estão sem profissionais em número suficiente, não há redes de apoio. Não há escuta dos profissionais.
Servidores públicos efetivos, aprovados por concurso, que possuem autonomia legal para o exercício de suas atividades e mantêm compromisso com os fundamentos de uma educação libertadora, crítica e socialmente consciente não podem ser entregues ao modelo de gestão privatista e gerencialista!!
Eu sou contra a terceirização o privatização da escola pública