Processo de consulta pública
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Não se admitir a terceirização da rede direta de ensino da Rede municipal de ensino.
Ao privatizar um sistema público, corremos o risco da "padronização" de objetivos, ou seja, dificilmente as necessidades e particularidades de um território serão levadas em conta - precisamos de incrementos no serviço público para que o mesmo tenha condições de atender, com mais proximidade as demandas de cada escola.
A exemplo do acontece com a parceria que a PMSP tem com a educação infantil nos CEIs conveniados, a saber: gestores e professores indicados/contratados sem experiência e formação adequada, alta rotatividade desses trabalhadores que são demitidos a todo tempo atrapalhando a rotina do ano letivo, vinculo com igrejas diversas colocando em risco a laicidade e implementação de diversos currículos, falta de transparência na execução dos recursos públicos, devido a falta das APMs, e outros... sendo assim entendo que a implementação desse modelo deve ser recusado nas EMEFs.
O desvio de recursos públicos (superfaturamento por exemplo), a priorização do lucra das OSCs em detrimento da entrega de aprendizagens efetivas, a manipulação de dados pelas OSCs para garantir apoio da sociedade ao projeto, formas de neo-coronelismo (OSCs ligadas a políticos) entre outros.
Não admitir, empresas correlatas prestadoras de serviços de parentes e pessoas ligadas a servidores da unidade.
Não mexer com a autonomia dos servidores, suas formas de participações, manifestações, opiniões e sugestões as estâncias superiores, quando as mesmas apresentarem normas e alterações.
O principal cuidado é com uma educação para toda a população e de qualidade, laica e gratuita. OSCs carregam em si concepções e ideais que talvez interfiram na laicidade e na diversidade de concepções e pensamento. A educação antirracista permanecerá? O respeito a todas as religiões de crenças será mantida? A mão de obra a ser contratada (docentes, funcionários e gestores escolares) dará conta e terão formação em serviço à luz do Currículo da Cidade?
O rico de segregação existe enquanto se propõe a um modelo privatista considerando apenas uma realidade (como o Liceu) numa ampla variedade de territórios na cidade com sua história. Uma proposta que inspire segregação - atrelada à classificação, premiação e punição (já que não fo premiado por não atingir um certo índice...) não é o caminho.
Por isso temos que defender uma escola pública, com gestão pública, com profissionais concursados e de carreira!
É preciso investir no que já existe , aplicar mais verbas na valorização de salários e formações dos profissionais , em materiais e mobiliário de qualidade, em recursos humanos em números suficientes para as demandas , em rede de apoio de qualidade .Educação não é brincadeira, é assunto sério, é base de tudo. O que fizeram em 2025 de tirar diretores de seus postos foi um absurdo!!!
Deve-se sempre ter a preocupação com a proposta de que educação é direito de todos, educação não pode ser vista como passível de lucro imediato, o "lucro" da educação é a consequente sociedade justa, com redução das desigualdades sociais, combatente de preconceitos e racismo, com cidadãos ativos e preparados para o trabalho e para a vida em sociedade, não o lucro que as instituições privadas objetivam, nem sempre os resultados da educação são vistos de forma imediata, eles ocorrem com o tempo, a médio e até a longo prazos, portanto estão distantes do setor privado e dever ser responsabilidade do Estado.
Os cuidados que são negligenciados nas CEIs parceiras. Muitas CEI parceiras com diversas matrículas fantasmas, principalmente as que funcionam em prédios particulares.