Javascript não suportado Quais cuidados devem ser observados na eventual implantação do modelo?
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Quais cuidados devem ser observados na eventual implantação do modelo?

Respostas abertas (768)


Fora do período de participação
  • Gleydison Hupp Bastos

    Sou contra a terceirização da gestão das escolas públicas. Acredito que essa medida enfraquece o papel do Estado, compromete a gestão democrática e afasta a escola de sua função social. A educação deve ser tratada como um direito fundamental, não como um serviço a ser transferido à iniciativa privada.
    Os desafios da educação pública precisam ser enfrentados com mais investimento, valorização dos profissionais da educação e fortalecimento da gestão pública direta, garantindo a participação da comunidade escolar. Por isso, me posiciono de forma contrária a qualquer iniciativa de privatização ou terceirização das escolas públicas.

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    • Felipe Maciel

      Não acredito que seja viável a implantação, penso que primeiro deveríamos discutir como fortalecer o atual modelo existente.

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      • Silvia S

        Somos contra qualquer mudança nesse sentido. Acredito que as escolas devem continuar sendo geridas pelos servidores públicos, que dedicam suas vidas a essa missão e criam vínculos profundos com a comunidade.
        É neles que devemos investir: dar mais apoio, mais valorização e mais voz.
        A educação é um direito de todos e um dever do Estado — não pode ser tratada como um projeto terceirizado.
        Nosso foco deve ser fortalecer o que já é nosso, proteger quem já faz e garantir que a escola pública siga sendo um espaço de todos, com estabilidade e afeto

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        • Sandra de Carvalho Siqueira

          Não acredito que essa implantação seja viável, pois esse modelo exige cautela, porque envolve mudanças estruturais, pedagógicas, administrativas e culturais dentro da escola. A literatura sobre gestão democrática destaca que a participação, o diálogo e a formação adequada são condições indispensáveis para que um modelo funcione e a Prefeitura vem se mostrando cada vez mais ineficiente e incapaz de implantar o modelo apresentado.

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          • Luciene Melo Muñoz

            Vivemos um momento político em que a terceirização dos serviços públicos são a forma mais fácil de políticos desviarem recursos públicos para benefícios próprios, situação que se torna mais difícil quando a gestão é direta. A educação é a área que mais recebe recursos financeiros dos entes federativos por força de lei, a chamada "galinha dos ovos de ouro" e há anos se tentam as mais variadas formas de abocanhar esses recursos escapando das sanções legais. A terceirização é a modalidade do momento para esse tipo de prática. É ingênuo acreditar que a gestão das escolas através de parcerias público-privadas trarão qualidade no atendimento. Vemos que isto não acontece na área da Saude. Os gestores estarão a merce de pressões dos políticos da vez, ligados aos seus interesses pessoais, e não dedicados diretamente as necessidades da população. Isso provocará o sucateamente de uma educação que já se encontra desafada exatamente pela não aplicação correta nos recursos financeiros.

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            • Luciene Melo Muñoz

              A educação pública é responsabilidade de Estado e não deve nem pode ser delegada a terceiros. Usar um único exemplo (o Caso Liceu) como modelo de um suposto sucesso implica não só na generalização desse modelo para realidades muito distintas e que, portanto, podem ser fadadas ao fracasso. Temos que ter em mente que a edicação não pode e nem deve ser "campo de provas e testes". O q temos assistido em outras áreas é q os modelos de terceirização acabam por sucatear os serviços prestados em razão do lucro e dos desvios financeiros. Vemos, por exemplo, na terceirização dos postos de limpeza o quanto houve a precarização do trabalho para um modelo com baixos salários e, muitas vezes, o descumprimento tácito da legislação trabalhista com a conivência do poder público. Não se pode acreditar q o Estado ficará com a missão de "fiscalizar" esses contratos pois o q temos visto é a conivência do poder público no desrespeito aos contratos com sanções quase inexistentes.

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              • Emilio Celso de Oliveira

                Esse modelo deve ser abandonado e a atual gestão se preocupar com as escolas municipais, que possui profissionais concursados em sua maioria, com vasto conhecimento de enfrentamento dos problemas de aprendizagem e gestão do conhecimento. Os cuidados que devem ser observados são aqueles relativos ao funcionamento adequado da Rede Municipal de Educação, onde estão as crianças, jovens, adolescentes e adultos da classe trabalhadora, que tem direito a uma educação pública de qualidade. O modelo é seletivo, não universal e atenta para o caráter público da educação, dever do Estado.

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                • Ilca

                  Não, a implantação de modelos de privatização na educação pública e sim manter, indelegável, ao Estado, conforme a Constituição Federal e a legislação educacional vigente.

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                  • shemuniz

                    Não devemos concordar com tal prática que vai contra aos princípios democráticos da educação e contra a Constituição Federal. Os cuidados a serem tomados são, na verdade, não implantar tal modelo nas escolas, que devem continuar sendo públicas, gratuitas e democráticas.

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                    • ANGELA SILVA

                      Não se considera pertinente cogitar a implantação de modelos de privatização na educação pública, uma vez que a oferta educacional constitui dever indelegável do Estado, conforme a Constituição Federal e a legislação educacional vigente. A adoção de tais modelos contraria os princípios da gestão pública da educação e tende a comprometer a universalidade, a equidade, a gestão democrática e a qualidade social do ensino, razão pela qual não se vislumbra a necessidade de discutir cuidados

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