Levar em conta que a gestão escolar passou em 2 concursos muito disputado e difícil em âmbito nacional para administra a EMEF, fora a experiência em sala de aula
O modelo é inspirado na proposta de "charter schools" da vereadora Cris Monteiro. Como profissional da educação, sugiro não prosseguir coma ideia para garantir a isonomia dos serviços e a responsabilidade social acima do lucro angariado pelas fundações que venham a administrar as unidades. O modelo não pode colocar os profissionais em regime de subordinação à iniciativa privada, o professor tem que permanecer com sua liberdade de cátedra que pode ser impedida pela administração privada, mesmo que por organizações sociais.
Tendo em vista que o modelo sugerido exclui os servidores da educação, e trata o Ensino como mercadoria. Não é possível sugeri algo e sim, demonstrar total descontentamento com essa proposta. Ele deve ser descartado e melhorar o que existe atualmente, com mais servidores e apoio as inclusões.
Não implantem qualquer modelo privado, pois, não é de vontade popular, não é benéfico ao povo, apenas ao atual governo que ao fazer isso será "beneficiado", porém, estes servem ao público durante 4 anos, em breve nos veremos nas urnas.
A gestão realizada pelos servidores públicos conhece a comunidade escolar de maneira específica a entender e atender as necessidades das mesmas. Em uma gestão privada, se tratando de uma empresa que possui objetivos baseadas em metas financeiras, tenho dúvidas se haverá essa preocupação. Além disso, o argumento de melhoria na Prova São Paulo é muito limítrofe por aí só. Há inúmeros fatores, inclusive sociais, que levam ao bom ou mau desempenho na prova. Logo, o bom desempenho não pode ser atribuído somente a uma gestão privada
Sim. Deve ser descartado de pronto esse modelo. Além disso, vemos que as pessoas que gostam de privatizações possuem até mesmo a família inteira trabalhando no serviço público: Pai , filhos, irmãos, esposa, etc... se é tão ruim o serviço público prestado pelos servidores porque as pessoas que apoiam a privatização do serviço público não vão abrir uma loja de moveis usados, adega, ou seja, compra uma franquia das havaianas, com efeito, vão ser empreendedores.
Sou contra a privatização, visto é um caminho de precarização do trabalho e atendimento a educação, infringindo direitos. Sugiro melhorias de infraestrutura, materiais, qualificações, e mobilização da comunidade para envolvimento e participação na educação. A qualidade social será atingida quando houver investimentos adequados e uma gestão democrática efetiva.
Quem quer contribuir com esse modelo? A gente quer é excluir da pauta esse absurdo.
Levar em conta que a gestão escolar passou em 2 concursos muito disputado e difícil em âmbito nacional para administra a EMEF, fora a experiência em sala de aula
O modelo é inspirado na proposta de "charter schools" da vereadora Cris Monteiro. Como profissional da educação, sugiro não prosseguir coma ideia para garantir a isonomia dos serviços e a responsabilidade social acima do lucro angariado pelas fundações que venham a administrar as unidades. O modelo não pode colocar os profissionais em regime de subordinação à iniciativa privada, o professor tem que permanecer com sua liberdade de cátedra que pode ser impedida pela administração privada, mesmo que por organizações sociais.
Sim, NUNCA implantar esse modelo que vai terminar de DESTRUIR a educação pública!!!!
Sim, desistir deste modelo e investir na educação pública.
Tendo em vista que o modelo sugerido exclui os servidores da educação, e trata o Ensino como mercadoria. Não é possível sugeri algo e sim, demonstrar total descontentamento com essa proposta. Ele deve ser descartado e melhorar o que existe atualmente, com mais servidores e apoio as inclusões.
Não implantem qualquer modelo privado, pois, não é de vontade popular, não é benéfico ao povo, apenas ao atual governo que ao fazer isso será "beneficiado", porém, estes servem ao público durante 4 anos, em breve nos veremos nas urnas.
A gestão realizada pelos servidores públicos conhece a comunidade escolar de maneira específica a entender e atender as necessidades das mesmas. Em uma gestão privada, se tratando de uma empresa que possui objetivos baseadas em metas financeiras, tenho dúvidas se haverá essa preocupação. Além disso, o argumento de melhoria na Prova São Paulo é muito limítrofe por aí só. Há inúmeros fatores, inclusive sociais, que levam ao bom ou mau desempenho na prova. Logo, o bom desempenho não pode ser atribuído somente a uma gestão privada
Sim. Deve ser descartado de pronto esse modelo. Além disso, vemos que as pessoas que gostam de privatizações possuem até mesmo a família inteira trabalhando no serviço público: Pai , filhos, irmãos, esposa, etc... se é tão ruim o serviço público prestado pelos servidores porque as pessoas que apoiam a privatização do serviço público não vão abrir uma loja de moveis usados, adega, ou seja, compra uma franquia das havaianas, com efeito, vão ser empreendedores.
Sou contra a privatização, visto é um caminho de precarização do trabalho e atendimento a educação, infringindo direitos. Sugiro melhorias de infraestrutura, materiais, qualificações, e mobilização da comunidade para envolvimento e participação na educação. A qualidade social será atingida quando houver investimentos adequados e uma gestão democrática efetiva.