Processo de consulta pública
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Há, sim, importantes sugestões para contribuir com o debate sobre esse modelo, começando pela necessidade de dialogar com professores e funcionários públicos da educação, que vivenciam cotidianamente os desafios da escola e conhecem as reais demandas do ensino. Decisões tomadas de forma unilateral, apenas com o objetivo de reduzir gastos, desconsideram a complexidade do processo educativo. Escolas são feitas de pessoas, e cada sujeito possui suas especificidades; por isso, uma gestão orientada exclusivamente por números não é humanizada nem comprometida com a formação integral dos estudantes.
Nesse sentido, o modelo atual é o mais adequado e não demanda substituição por propostas privatizantes. Ao contrário, é necessário desistir desse modelo e investir no fortalecimento da educação pública, valorizando profissionais, ampliando recursos e garantindo condições dignas de trabalho e aprendizagem.
Faço minha as palavras da Corina Coelho e da Sandra Firmino. "Quem quer contribuir com esse modelo? A gente quer é excluir da pauta esse absurdo!".
Em vários países, políticas de privatização não resultaram em melhoria consistente da qualidade educacional e, em muitos casos, ampliaram a segregação escolar.
Fortalecer a educação pública significa investir em escolas bem estruturadas, valorização dos profissionais, políticas inclusivas e gestão democrática. Privatizar não resolve os problemas, apenas transfere responsabilidades e amplia desigualdades.
Não concordo com o modelo proposto. A educação deve ser dirigida por servidores públicos em conjunto com a comunidade escolar, de forma democrática. Esse modelo não deve ser implantado. Gestores devem ser concursados.
O modelo é inviável. O correto é investir fortemente no modelo atual, para valorizar e tornar eficaz o modelo existente, e não colocar dinheiro público na mão de empresas que vão precarizar a educação, que já sofre com a falta de investimentos, para poder lucrar. Por que não existe um motivo plausível para que uma empresa assuma a gestao de uma unidade escolar se não para ter alguma vantagem, infelizmente essa vantagem precariza a mão de obra e os recursos.
Escutar a população e especificamente dialogar com os professores e funcionários públicos do setor educacional para entender quais são as verdadeiras demandas da educação, ao invés tomar decisões impopulares de forma unilateral com o objetivo de cortar gastos.
O modelo é inviável. O correto é investir fortemente no modelo atual, para valorizar e tornar eficaz o modelo existente, e não colocar dinheiro público na mão de empresas que vão precarizar a educação, que já sofre com a falta de investimentos, para poder lucrar. Por que não existe um motivo plausível para que uma empresa assuma a gestao de uma unidade escolar se não para ter alguma vantagem, infelizmente essa vantagem precariza a mão de obra e os recursos.
Escolas são feitas de pessoas. Cada pessoa possui suas especificidades. Uma gestão que busca somente números não é humanizada. O modelo atual de gestão é o mais adequado. Não há a necessidade de mudanças.
Faço minha as palavras da Corina Coelho. "Quem quer contribuir com esse modelo? A gente quer é excluir da pauta esse absurdo!".
Não implantar o modelo.