Processo de consulta pública
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O modelo será implementado? As perguntas formuladas já levam em conta que será e não dão margem a questionamentos. Se na proposta da implantação já não se dá autonomia para o contraditório, imagine após sua implantação!
A atual gestão precisa retomar não um modelo, mas todo um construto de educação pública municipal, elaborada na cidade de São Paulo desde o século passado, que foi aprimorada por diversas legislações e toda a estrutura administrativa que temos hoje. Além disso, a atual gestão deve pensar nos desafios para aprimorar o trabalho das escolas, sem esses modelos milagreiros de privatização, que servem apenas para desviar recursos públicos. Já vimos que o modelo de privatização da água e energia estão sendo desastrosos para a população, porque retiram direitos sociais. A educação pública é um direito social, ao qual esse modelo de gestão atenta contra.
Desejo deixar a vocês, que se dizem preocupados com educação: apresente propostas que resgate o respeito pelos professores e demais servidores da educação, a partir dos governantes, favorecendo a dedicação, experiências, formações e contribuições na formação dos cidadãos ao longo da história, a nossa sociedade.
Este modelo nao deve acontecer
Nao deve acontecer este modelo
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Não há comentários ou sugestões a serem apresentados para contribuir com esse modelo, uma vez que ele não se coaduna com os princípios constitucionais da educação pública nem com as diretrizes legais e pedagógicas que orientam o sistema público de ensino.
Sim, mas não sei se vocês vão nos ouvir ou ler o que escrevemos. É um desprezo inigualável por toda a categoria de profissionais da educação, todas as nossas experiências, formações e contribuições com a sociedade não valem nada.
A princípio, poderia deixar de agir com arbitrariedade nessa "consulta", uma vez que alguns elementos parecem ser, no mínimo, incompatíveis com a gestão democrática.
O primeiro é a falta de transparência no documento anexo à presente consulta, no qual, intencionalmente, faz-se o uso de linguagem ambígua como "a contratação de professores ficará sob responsabilidade das DREs". Isso não nos dá nenhuma informação concreta sobre como seria realmente o processo seletivo, e não posso deixar de pensar que trata-se de uma manobra para viabilizar a precarização (ainda maior) do trabalho docente. Outro ponto é que a equipe de apoio SEQUER é contemplada de forma adequada, como se não fossem parte importantíssima da escola.
Aí, quando decidimos participar, deparamo-nos com três perguntas que não dão margem para a negativa. "Possíveis desafios"; "comentários para contribuir"... Ora, então nossa opinião não vale para absolutamente nada? Já tomaram uma decisão e querem fingir democracia?
A iniciativa privada não é a solução, é necessário condições de trabalho adequado para que os gestores possam atuar.
Não acredito nesse modelo espero que a opinião da população seja realmente levada em conta e parem de querer privatizar a educação pública.
Além disso, ainda que o discurso institucional destaque a preservação da gestão democrática, a lógica contratual que orienta esse tipo de arranjo tende a limitar a autonomia administrativa e pedagógica das escolas. As instâncias de participação da comunidade escolar correm o risco de assumir um papel predominantemente consultivo, com menor capacidade de interferir nas decisões centrais do cotidiano escolar.