Processo de consulta pública
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Não Implantá-lo
Privatizar a educação é entregar a educação ao modelo neoliberal. Educação não é negócio.
NÃO CONCORDAMOS COM ESSE MODELO DE GESTÃO. NÃO À PRIVATIZAÇÃO.
Não há contribuições possíveis para um modelo que parte de uma premissa equivocada. A transferência da gestão da escola pública para Organizações da Sociedade Civil cria um ambiente propício à captura de recursos públicos por entidades privadas, substituindo o investimento direto na rede por contratos intermediados. Isso não fortalece a educação pública, apenas desloca verbas do Estado para estruturas paralelas de gestão.
A educação básica não carece de gestores terceirizados, mas de mais concursos públicos, valorização dos profissionais, infraestrutura adequada e fortalecimento da administração pública direta. Qualquer modelo que dilua a responsabilidade direta do poder público representa retrocesso, fragiliza o controle social e desvia o foco da função constitucional do Estado: ofertar educação pública, gratuita, laica e sob gestão direta do poder público.
Escola não dá lucro, é obrigação do Estado ofertar qualidade. Valorização financeira aos servidores públicos já.
Escola pública com a devida valorização do ensino e dos profissionais da educação é o caminho.
Acredito que a continuidade desse modelo atual é o ideal. Privatizar as gestões é um tiro no pé. Em sua maioria em prefeituras que fizeram isso acabou caindo todos os índices. Uma vez que virou cabo eleitoral esse modelo de privatização.
Não pretendo contribuir com este modelo em que não acredito, mas, como sabemos que ele avança sem limites, sugiro que sejam invertidos os processos. Que os gestores, servidores efetivos, e a comunidade escolar possam fazer a seleção da OSC. As empresas podem se candidatar, apresentar um plano de trabalho no Conselho de Escola, e as comunidades definem quem irá fazer a gestão dos CEUs, com prazo determinado de encerramento e avaliação pública e periódica pelos colegiados, com possibilidade de encerramento a qualquer tempo. Mantemos os servidores públicos na gestão, no administrativo e na docência escolares e as empresas cuidam do restante (limpeza, manutenção, segurança, falta de funcionário) que os sobrecarrega, sob avaliação de todos.
Não ao modelo de gestão ao qual está se querendo implementar nas escolas públicas. Se a escola é pública a gestão deve ser pública, com servidores da área.
O modelo atual de gestão deve ser continuado, para melhoria se deve realizar concurso público para os cargos de Diretor de escola, Supervisor Escolar e Coordenador Pedagógico.