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Há comentários ou sugestões para contribuir com o modelo?

Respostas abertas (724)


Fora do período de participação
  • Emerson C Santos

    A escola deve ter sua autonomia. Essa é a melhor contribuição que se poderia dar. Os profissionais da educação pública devem ter seu trabalho valorizado, terem melhores recursos de trabalho a sua disposição e serem valorizados financeiramente de maneira adequada pelo trabalho que realizam. É necessário promover o ingresso, via concurso público, para o adequado preenchimento do quadro de funcionários das unidades educacionais, evitando precarização das carreiras. Se o modelo não priorizar essas situações, simplesmente não deve ser implementado, já que seria totalmente deslocado da realidade educacional

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    • Marcel Santos de Queirós

      Minha contribuição é reforçar que qualquer modelo de gestão educacional precisa preservar e fortalecer os princípios da gestão democrática e a atuação de profissionais de carreira. Entendo que a educação pública só cumpre plenamente seu papel quando é conduzida por servidores concursados, valorizados, estáveis e com carreira estruturada pelo Estado, incluindo aposentadoria com paridade, integralidade e regras condizentes com a natureza da atividade educacional, como 25 anos de contribuição para mulheres e 30 anos para homens.
      Esses profissionais, por viverem o cotidiano da escola e terem compromisso permanente com o serviço público, asseguram continuidade, transparência, equidade e responsabilidade social.
      Dessa forma, considero essencial que qualquer discussão sobre modelos de gestão priorize: (continua...)

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      • Andréia Ramos

        Como contribuição ao debate, reforço que a melhoria da educação pública não passa pela terceirização da gestão escolar, mas pelo fortalecimento do serviço público. É fundamental priorizar políticas de valorização dos profissionais da educação, com concursos públicos, formação continuada e condições adequadas de trabalho, além de investimento estrutural nas unidades escolares.
        Sugere-se que o poder público concentre esforços no aprimoramento da gestão direta, no fortalecimento da gestão democrática e dos mecanismos de controle social, assegurando que a educação seja tratada como direito e não como serviço passível de terceirização.

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        • Paula Miranda

          O modelo não deve ser implantado.

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          • Fernanda_96

            Sugerimos que, em vez de propor de um novo modelo de gestão, sejam asseguradas melhores condições de trabalho aos gestores que atualmente estão na gestão das unidades escolares. Questiona-se, nesse sentido, quais mecanismos a gestão compartilhada pretende adotar para minimizar a rotatividade dos profissionais, especialmente do corpo docente. No atual cenário, no qual as escolas se encontram sem recursos humanos, poderia investir na realização de concursos públicos e no chamamento de professores concursados, a fim de garantir atendimento aos estudantes e a composição estável das equipes em todas as unidades educacionais, sem prejuízo do direito do profissional de participar, ao final do ano, do concurso de remoção, caso assim o deseje.

            • Fernanda_96

              O modelo proposto prevê a instalação de 18 turmas em cada unidade escolar, sendo duas turmas por ano de escolaridade, com 30 vagas por turma. A redução do número de estudantes por sala tem sido uma reivindicação histórica na PMSP. É evidente que a diminuição do número de turmas por escola e do quantitativo de alunos por turma reduz a complexidade da gestão escolar e favorece a melhoria dos indicadores educacionais. Diante disso, sugerimos que, antes da transferência da gestão para as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), tais medidas sejam implementadas e avaliadas nos modelos de gestão atualmente vigentes, sem prejuízo ao atendimento da demanda existente.

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            • Karina Lopes Souza

              O meu posicionamento em relação a este modelo é de contrariedade a esta implantação, pois a escola pública deve ser gerenciada por servidores públicos concursados que defendam a escola pública de qualidade.

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              • Gleydison Hupp Bastos

                Tenho como comentário e sugestão o posicionamento contrário a essa medida. Sou contra a terceirização da gestão das escolas públicas, que vem sendo proposta de forma arbitrária e sem o devido diálogo com a comunidade escolar. A educação pública é um dever do Estado e não deve ser tratada como um serviço passível de privatização.

                Sugiro que a PMSP suspenda qualquer iniciativa de terceirização e direcione esforços para o fortalecimento da gestão pública direta, com mais investimento nas escolas, valorização dos profissionais da educação e ampliação dos espaços de escuta e participação da comunidade escolar. Somente com diálogo, transparência e compromisso com o interesse público será possível avançar na qualidade da educação.

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                • Felipe Maciel

                  Acredito na importância de reunir os gestores da rede para uma escuta ativa sobre as necessidades reais de cada unidade. A partir desse diagnóstico, devemos desenvolver estratégias que aperfeiçoem o atual modelo de gestão, visando atingir os objetivos de aprendizagem. O foco deve ser a construção de soluções coletivas que atendam às especificidades territoriais e garantam o suporte necessário para que a escola cumpra sua função social com qualidade e equidade.

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                  • Silvia S

                    Minha contribuição não está em sugerir melhorias para um modelo de gestão terceirizada, pois acredito que ele já nasce com uma falha de princípio: afasta a educação do seu caráter público, coletivo e humano. Ao invés disso, minha sugestão é que toda nossa energia e recursos sejam direcionados para cuidar das pessoas que já fazem a escola pública acontecer. Isso significa investir na valorização real dos servidores — com formação contínua, carreira digna e escuta ativa — e ampliar os espaços de decisão compartilhada, onde professores, funcionários, famílias e estudantes possam, juntos, pensar a escola que desejam. A solução não está em trazer alguém de fora, mas em fortalecer quem já está dentro, criando vínculos mais fortes e uma gestão mais próxima, acolhedora e participativa. Portanto, meu comentário é um convite a mudar a pergunta: em vez de perguntar como implantar um novo modelo, perguntemos como tornar a escola pública que já temos mais humana, mais apoiada e mais democrática.

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                    • Sandra de Carvalho Siqueira

                      Acredito que o ideal é investir no modelo que já existe, valorizando os profissionais que batalham diariamente para manter um ensino com qualidade. Respeito, melhores condições de trabalho com dignidade.

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