Processo de consulta pública
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O modelo é ruim, trouxe exclusão de alunos da rede pública, é muito fácil conseguir ampliar os índices sem 3 ou 4 alunos deficientes na turma, sem nenhum respaldo, turmas com 30 alunos. Fácil melhorar índices se a escola não aceita matricula de alunos com o comportamento desafiador, sem respaldo para a escola cobrar de outras instancias que esse menor seja assistido pelas áreas necessárias, os alunos da rede pública não conseguem tratamento de saúde no posto. por exemplo. Então se a preocupação são os índices, parem de ameaçar os servidores públicos, diminuam a quantidade de alunos por sala, promovam a inclusão como manda a lei, não precisa inventar a roda, basta o governo trabalhar de verdade.
Esse modelo não é transparente, não é público, não é democrático, não é viável. No Artigo 206, inciso VI, da nossa deixa claro que a "gestão democrática do ensino público, na forma da lei" é a garantia para um ensino de qualidade, garantindo a participação de pais, alunos, professores, gestores e comunidade nas decisões que envolvam aquele território escolar, com autonomia e transparência.
Os baixos resultados não decorrem do modelo de gestão pública nem dos profissionais, mas de políticas que mascaram aprendizagem: promoção automática, avanço por idade sem recuperação, e ingresso de crianças sem habilidades motoras mínimas para a escrita. Essas práticas inflacionam aprovações e geram séries com alunos sem conhecimentos prévios, prejudicando avaliações práticas. Antes de alterar o modelo de gestão, é urgente revisar políticas de promoção, fortalecer avaliação formativa, programas de recuperação e formação docente.
Abra mais concursos públicos, ofereça cursos de atualizações, atualize as ferramentas os espaços de trabalho. Escute seus funcionários. Seja mais empático.
É necessário visitar as escolas e compreender que o principal desafio da educação não está na administração das unidades. Os diretores não são os culpados nem os vilões desse cenário.
Muitos opinam à distância como se fossem especialistas, mas poucos se dispõem a estar presentes e perceber de perto o que realmente acontece no cotidiano escolar. É preciso retomar os estudos, ouvir quem vive a escola e encarar a realidade educacional.
Deveriam visitar as escolas e entender que não é sobre a gestão da Unidade que está o grande problema da educação, não são os diretores os algozes. Precisam voltar a estudar e colocarem os pés no chão da escola, de longe todos são experts nos assuntos, mas, de perto ninguém quer ver o que está acontecendo. Não a privatização de nenhuma área da educação.
REcomendo não avançar com a implantação da gestão privatizada no ensino fundamental, pois esse modelo tende a subordinar a educação a interesses econômicos, enfraquecer o controle democrático e ampliar desigualdades. A prioridade deve ser o fortalecimento da gestão pública, com investimentos adequados, valorização dos profissionais da educação e participação efetiva da comunidade escolar, garantindo a educação como direito social e não como serviço mercantil.
O ideal seria o estado e município realmente se preocupar com o ensino como um investimento, melhorando o salário do professor, reduzindo o número de alunos por turma e realmente implantar um sistema adequado, mas como sempre vocês querem destruir nossa educação e os professores. Vocês são uma vergonha.
A gestão de escola não tem relação com as salas superlotadas, com alunos que apresentam deficiências muitas vezes incompatíveis com as aulas ainda que se tente, com os inúmeros alunos que dizem "eu vou passar mesmo" ainda que nada façam, com prédios sem qualquer preparo para receber uma escola, com decisões de gente que só conhece escola pública de ouvir falar. A educação não precisa de cosméticos que agradam muito aos que recebem os recursos públicos. Citar Liceu como exemplo só atesta o quanto pouco sabem da escola pública. E ainda que 100% das contribuições aqui sejam contrárias, o modelo será implementado. Não se trata de compromisso público! Trata-se de agradar os amigos do rei com recursos que deveriam em tese ser públicos.
Servidores públicos municipais apontam os inúmeros desafios a serem enfrentados para a melhoria da educação, sobretudo em relação às condições de trabalho, e estes apontamentos é que devem ser considerados. O modelo de gestão privada não resolve problemas enfrentados no chão das escolas.